Quarta-feira, 24 de Outubro, 2012


Carly Rae Jepsen, Call Me Maybe

vai falar neerlandês alemão francês. E tocar piano.

Adenda: cravo.
Adenda 2: clavicórdio.
Adenda 3: qualquer coisa.
Adenda 4: qualquer coisa que faça barulho e desvie.

Estivador

… para vários municípios. Está aqui dentro: DR1S207.

Há milhões a estudar na educação.

É que no Canal de História deve-se tudo aos extraterrestres…

Ainda não dei por qualquer desmentido acerca da notícia do Correio da Manhã de há poucos dias.

O que eu gostaria de saber, em nome da transparência na utilização dos dinheiros públicos, é a quem foram pagos – ou vão sendo pagos – tais milhões, mas não tenho meios para isso, para além de coisas dispersas e certamente erróneas que vou ouvindo e que indicam que certas relações académicas preferenciais substituíram o isczé nos favores agora instalados nas Laranjeiras. E nem sequer falo de instituições privadas, mas apenas de dois institutos superiores públicos da capital.

Quem me dera saber a verdade, porque não acredito que nos estejam só a sair duques. Até porque acredito que tudo estará a ser feito com o maior dos rigores e sem a conclusão avançar antes da análise. Até porque são dinheiros públicos.

O senhor director engenheiro (ou equivalente) Agnelo assim o afirma numa patusca auto-crítica:

Dr. Guinote, em boa verdade, os funcionários públicos não pagam impostos.
O que na realidade se passa, é que aos funcionários públicos é deduzida uma parte, atualmente uma grande parte, do dinheiro dos impostos que lhes é atribuído a título de vencimento.

Admito… por uma vez alinho na crítica ao despesismo desnecessário com o que se paga a certos directores… mega-inchados.

 

Correio da Manhã

Luís Filipe Vieira em directo e falso directo, simultaneamente, na RTP e SIC. Phosga-se

Já me chega o descalabro do meu spórtengue

Inside the Box

‘Building Stories,’ by Chris Ware

O ministro Gaspar precisa decidir se os portugueses são o melhor povo do mundo ou um bando de egoístas que não querem pagar impostos e receber tudo e mais alguma coisa.

Ele pode pensar assim, a avaliar pelos nogueirasleites e mexias, mas seria bom que seleccionasse que generalização é mais adequada.

Críticos faltam ao debate com o ministro das Finanças

Telmo Correia escolhido para “pacificar” as águas na coligação. João Almeida e Mesquita Nunes ausentes.

Os liberais  encostados?

Portugueses querem pagar pouco para o que exigem do Estado, diz Gaspar

Certamente não são os que levam as migalhas.

Uma filial mal de multinacional, a troika e um país falido

 

Sem duvida que a semelhança é “não” uma figuração. Se uma multinacional tiver uma dependência em más condições, mas por algum motivo a não quiser/poder fechar, mantem sobre controlo apertado, e vai mandado um chefões ver as contas até ao tostão, e ver bem se ainda há algum juízo, se até aí o não houve.

Bem , o que usamos chamar de troika, é em tudo semelhante. Vêm lá de fora uns tipos , que até andam todos no mesmo automóvel para se mostrarem poupados e não perdulários como nós, que parecem ser simpátricos, que esmiuçam as contas de tudo até mais não poder. E no fim dizem-nos ou mandam que nos digam, se podemos continuar de porta aberta, ou se nos vão deixar cair.

Estranho é o “faz de conta” em volta de tudo isto e não se querer assumir verdadeiramente esta situação, e talvez “cá dentro” mostramo-nos um pouco melhores. Claro que é muito desconfortável ter chegado a este ponto, mas é no que estamos.-

Quantas filiais de multinacionais fecham quando não cumprem com os objectivos traçados pela sede? aqui a sede é quem tem o dinheiro, e vai-nos mantendo.

Claro que filiais há, que tentam dar a volta por cima, e com poupanças que não matem os seus empregados, com controlo de tudo que seja supérfluo, com fusões de alguns departamentos, com novas ideias e sangue novo, vão em frente. E em dado momento a sede fica satisfeita, dado que vê uma nova vida na filial, novas ideias, menos do mesmo. E respeito por quem nela trabalha.

Será que estamos a fazer isto? Será que fizemos fusões adequadas de departamentos? Ou seja de Camaras Municipais, Freguesias e de mais Departamentos? Parece que não!!

Se assim continuarmos sem novas ideias, sem situações totalmente diferentes, sem tanta arrogância, com mais humildade mas sempre com dignidade, não vamos lá. Ou vamos andar sempre num sufoco a ver o que os chefões nos dizem, nos emprestam , nos deixam ou não sobreviver.

Depois,  costuma hacer uns jornais internos, nestas filiais, que enumeram aos empregados os progressos feitos, os caminhos a seguir, as novas vias encontradas, e que não andam sempre a descobrir situações complicados, que a denigrem junto da sede! Será esse o nosso comportamento? Claro como País, mas claro que vive dependente de quem nos empresta dinheiro para não acabar.

E ficamos todos a dizer mal da troika, que realmente são uns tipos que se estão marimbando para nós como Pessoas, mas já o fizeram na Grécia, e qual sede não faria com a sua filial. Dinheiro!!

Talvez tenhamos nós, cá, filial em aflição, que mudar para melhor, para podermos ficar mais independentes, e mais dignos! Ou não!

 

Augusto Küttner de Magalhães

Outubro de 2012

Vem cá o de serviço explicar o que todos devem fazer porque quem sabe assim decidiu. É a chamada consulta do dia seguinte.

Espalhar a Palavra Verdadeira!

A convocatória também diz que serão dadas informações. Ainda bem que tudo isto é feito a tempo para que todos os crentes, informados, possam decidir se aderem ou… aderem ao que não decidiram.

Verdade se diga que os outros zés nem pela escola passam, preferindo os corredores e gabinetes.

Há quem aproveite para descansar. Não sendo crente e não querendo desconcentrar o prelector, abstenho-me de.

… e aplicam-se uns dinheiritos dos milhões previstos para estudos e pareceres e tudo se resolve a contento dos amigos dos amigos.

Nuno Crato promete resolver problemas de financiamento dos politécnicos “com diálogo”

Escolas usam lucros do bar, papelaria e aluguer de pavilhões para ajudar crianças carenciadas

 

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