Política


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… aquela ideia peregrina de cumprir as promessas eleitorais. Parece que na “Europa dos crescidos” isso é considerada uma doença infantil da Democracia ou “radicalismo”.

A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO
SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO EM PORTUGAL

A entrevista que vem hoje no Público não ajuda a descobrir se o “truculento” CAA mudou de convicções se apenas enuncia uma mudança de posição destinada a cobrir necessidades tácticas mais recentes.

Até porque sobre muitas matérias, aquilo que agora diz não se tem aplicado ás suas intervenções.

Em tempos parecia, liberal ou não, inteligente e perspicaz nas análises. A acoplagem ao poder tornou-o apenas um político no que de mais mediano tem a designação.

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Público, 21 de Dezembro de 2014

 

Governo de Sócrates cometeu “muitos erros”, mas tinha “uma visão acertada”, defende Costa

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… do que dos políticos que se metem em problemas judiciais sem ninguém os obrigar a tal.

Os assises andam assustados e alguns ex-bloquistas muito animados com a alegada viragem à esquerda do PS de António Costa.

Nada de mais errado e nada de mais divertido do que ver como a amnésia ataca que se farta.

Esta “viragem” mais não é o de que um remake do que Sócrates fez quando andou à “pesca” de valesdealmeidas e outros figurões já então transviados do bloquismo ou do que o próprio Costa fez na CML com o Sá Fernandes, o savonarola dos canteiros da Praça do Império.

Neste caso, o alvo é o europeísta livre Rui Tavares, que dá um perfume de intelectualidade de esquerda, com pitada de rebeldia conformista.

O que está em causa é uma maioria absoluta, a qual depois de conquistada deixará muita gente a salivar em seco.

E essa maioria, curiosamente, pode até ser facilitada pela limpeza forçada dos socráticos mais ortodoxos e histriónicos de muitas listas, apesar da permanência do Galamba do brinco (parece que, a par das tshirts góticas do Miguel Tiago, é dos afrodisíacos mais eficazes nas companheiras das várias bancadas).

Quanto a todos aqueles que auguram um PS virado a alianças à esquerda pela primeira vez na sua história, julgo que poderão esperar sentados e tomar desde já um anti-depressivo dos fortes, tamanho vai ser o rebound.

E o Assis pode acalmar-se e ir para a Europa louvar o Juncker, antes que tenha uma desnecessária apoplexia por cá.

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