Quinta-feira, 11 de Outubro, 2012


The Vaccines, I Always Knew

Ou não!

Fica por aqui: TEIP 3 Apresenta.

Aluno agredido por colegas foi hospitalizado, Pontinha, Odivelas.

EB 2/3 do Cerco tem 50 horários de professores para preencher, Porto.

Que melhor processo para… enfim… consolidar… a arbitrariedade?

E vivam a ótonomia e coiso.

A descentralização das decisões, queria eu dizer.

Há outras coisas divertidas, mas… nada como a descoberta desorientada.

Despacho normativo n.º 20/2012

(…)

Artigo 6.º
Acesso ao Programa
Integram o Programa TEIP3 os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas que acedam ao convite da Direção -Geral de Educação (DGE), formulado com base na análise dos indicadores de desempenho e características sociais do meio envolvente da escola.

Artigo 7.º
Coordenação do Programa
1 — Cabe à DGE assegurar a coordenação do Programa, devendo esta, no âmbito das suas atribuições:
a) Convidar os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas a integrarem o Programa TEIP3;

VEJA AQUI OS NOVOS ESCALÕES DE IRS

Se aparecer algum liberal a tentar explicar-nos que este sistema de escalões é mais progressivo atirem-lhe com uma bigorna na armação córnea porque está a gozar convosco ou é um borginhos ignorante…

Um sistema é tanto mais progressivo – no sentido de uma progressão menos abrupta – quanto mais escalões tiver, não o contrário. Este é mais simplista. E só isso. Ou melhor, isso e um ganda assalto à carteira que leva mais do que o subsídios “devolvido”.

.. são assim porquê e porque não são de outra forma, em particular a ponderação de cada período na nota final?

É que para isto tudo nem as folhas de excel dos borginhos chegam…

… qualquer menção específica ao caso da Educação (Ensino Básico e Secundário), nomeadamente a uma vinculação extraordinária, no documento apresentado para negociação aos sindicatos da função pública sobre o OE para 2013, pois não me parece que o que surge no artigo 27º se aplique.

  • Hipótese 1) Somos tão específicos que tudo será tratado em sede própria, ao contrário do caso das Forças Armadas e do SNS (assim como dos doutorados e investigadores de que serão contratados 400, de acordo com o artigo 56º) , que lá surgem identificados com clareza.
  • Hipótese 2) Conforme foi anunciado pela FNE e confirmado de forma repetida pelo MEC tudo estará resolvido ainda este ano civil, pelo que as regras do OE para 2013 não se aplicarão.

“Temos uma elite de pessoas mal-educadas a conduzir pessoas bem formadas”

Professor de Física na Universidade do Porto traça um retrato ambíguo da educação em Portugal. Orfeu Bertolami viu recentemente um projeto seu ser reconhecido internacionalmente e destacado pelo “Guardian”.

Poupar em Iluminação

 

Em tudo tem que imperar o bom senso e alguma – o mais possível – qualidade de vida, e no caso, segurança de Pessoas e de bens.

Como é evidente quando escurece nas vilas e cidades têm que ter as suas ruas e estradas iluminadas, para vermos locais, caminhos e não haver assaltos. A gatunagem, sempre gostou da escuridão, apesar de hoje já actuar às claras!!!

Mas por certo haverá necessidade de a bem , e não à força – imposição da troika!! – , em muitas ruas se poder limitar a iluminação, sendo por certo possível numa rua onde haja iluminação em ambos os lados alternar os candeeiros acessos. Noutras, por certo no mesmo sentido fazer interpolar um aceso com outro apagado. Como é evidente não será para aumentar os assaltos e muito menos quedas ou acidentes.

Mas será de pensar e actuar em tempo, com senso,  com critérios de poupança e sempre de segurança em todos os sentidos.

Em nossas casas, por certo muitos sempre – não de agora! –  o fizemos, ao não ter “luz” em locais onde não estamos. Ou seja, se estamos na sala não se ilumina o quarto e o contrário também é válido. E a conta da “luz” ao fim do mês é a que podemos pagar, para além de uns acréscimos que nada têm a “ver” com a luz que sempre traz.

Não podemos entoar por exageros para não criar, até em casas acidentes, mas devemos saber ser poupados. Sempre. Até porque os recursos são limitados, os nossos – pessoais /vulgo dinheiro – e os que fazem criar eletricidade, que custam dinheiro ao País, e que sai dos nossos impostos, que poderia ser noutras áreas melhor  aplicado. Nunca em viaturas ou mordomias de Estado!

Claro que se tem que analisar custo/ beneficio no caso da iluminação publica, mas talvez seja de se fazer rapidamente o trabalho, analisar bem se vale a pena tomar medidas que nos façam poupar mantendo-nos com toda a segurança quer em casa – por nossa conta direta – quer nas ruas por conta também nossa , mas indireta, colocada nas mãos de quem deve bem por nós – bem melhor – fazer. Muito melhor!!!

Augusto Küttner de Magalhães

Outubro de 2012

 

Curiosamente, uma das primeiras comentadoras deste blogue…

Exmºs Senhores,
Junto envio duas cartas trocadas com o senhor diretor do Agrupamento de Escolas da Damaia, senhor professor António Gamboa.
É urgente que esta situação seja alterada e os direitos das crianças com necessidades especiais respeitados.
Basta!
Somos uma família com três filhos, o Afonso, que tem cinco anos,  é portador de paralisia cerebral que o afeta gravemente a nível motor, todos os anos passamos por esta situação, a de ver os direitos do Afonso serem violados, provocando graves alterações no seio familiar e uma enorme instabilidade emocional.
As terapias do Afonso são pagas, os produtos de apoio adquiridos por nós, os únicos beneficios que temos do Estado, dos muitos que o Afonso, supostamente, tem direito são: o lugar e o dístico de estacionamento, subsidio de apoio de 3ª pessoas e bonificação por deficiência num total de 147,85€ mensais.
Apenas pedimos que o Decreto-Lei 3/2008 seja cumprido e o Afonso (e as restantes crianças com NEE) tenha direito a uma Assistente Operacional (AO) que o acompanhe em permanência para que ele possa estar incluído, uma vez que é uma criança que cognitivamente está muito bem, percebe tudo e fica imensamente triste e infeliz, porque não tem as mesmas oportunidades que as outras crianças.
Melhores cumprimentos,
Aldina Maria Oliveira Mota
C.C. 8428522
Anexos: Carta para o agrupamento – Prof. Gamboa, Carta recebida – prof. Gamboa.

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… mas o pote de ouro não estava aqui.