Sinto-me Bem Só De Saber Que…


Não há que ter inveja ou ciúme, pois são pessoas que prestaram altíssimo serviços ao país, vão ser “ilustres na diáspora” e no caso do ZéLuís vai para uma empresa que acho muitíssimo adequada ao seu perfil de empreendedor. É uma espécie de herdeiro de Borges em matéria de sabedoria financeira e de gestão, mais um teorizador e praticante da mais avançada ciência económica.

Exp11Jan14

Exp11Jan14a

À espera, enquanto alarga o currículo… vai preparando o terreno:

Exp11Jan14b

Tudo no Expresso de hoje, uma excelente fonte de informação sobre a bolsa de emprego dos políticos de ocasião.

 

zzref

… de director do Expresso, cargo que tinha ganho na altura conturbada da saída de José António Saraiva. Diz quem por lá andou que foi para meter o jornal nos eixos e o tornar menos imprevisível, pois andava a fazer títulos incómodos para certos poderes fáticos.

Mas não sei se é verdade, fico-me pelo que se diz nos mentideros do meio jornalístico, de que conheço minguadas periferias.

Sei é que se Henrique Monteiro se sente no direito de fazer juízos de valor sobre as opiniões dos professores (será para ganhar audiências?) do género “a uns e outros, segundo me parece, o que lhes custa é pôr-se à prova” eu também tenho direito de deitar-me a adivinhar que ele só continua no Expresso depois da despromoção que alguns dizem que nunca tolerariam. E tenho ainda o direito de considerar que se mantém por lá porque realmente “os bens (leia-se empregos) tornaram-se mais escassos” e ele teria de ir labutar pela vida quando há muito parece ter confundido jornalismo com almoços, charutadas e telefonemas pela roda de contactos.

E teria de sair da sua zona de (muito) conforto e ir mostrar o que valia fora do feudo onde está de pedra e cal se assim o deixarem, mesmo que lhe tirem regularmente umas tenças.

Mas isto, claro, sou eu deitar-me a adivinhar e a fazer juízos de valor sobre o que não sei, especialidade maior do agora blogger-outrora-director Henrique Monteiro, exemplo máximo de uma geração que primou pela qualidade do seu desempenho académico-de-braço-no-ar.

(como sempre fiz exames ao longo do meu percurso académico, incluindo defesa de mais de 3 horas da minha tese de doutoramento em universidade pública de valor reconhecido e em época em que as notas não se conseguiam em rga, ou a eles dispensei quando era mais pequenino, estou à vontade para dizer que, no meu escasso entender, Henrique Monteiro há muito não é avaliado pela qualidade do seu trabalho como jornalista que, ainda em meu escasso entender, é praticamente nulo)

 

 

os capachos consideram-se uns apetecíveis tapetes

 

 

 

CGTP e UGT vão continuar a unir esforços no terreno e não afastam cenário de greve geral

Recebi aquela carta a avisar-me que corro o risco de ser classificado como «utente inscrito no ACES sem contacto nos últimos 3 anos», pois não apresento, nesse período, «qualquer registo de contacto com nenhuma das unidades prestadoras de cuidados de saúde primários desta Administração Regional de Saúde».

Parece que é mau eu não ter estado doente ou ter ido pedir um atestado ou receitas comparticipadas pelo Estado, não indo atulhar a sala de espera do Centro de Saúde, aproveitando para observar o habitual bailado de aprumad@s delegad@s de informação médica.

Em circunstâncias normais esperaria um louvor. Em vez disso parece que querem inscrever-me num index qualquer.

Vem cá o de serviço explicar o que todos devem fazer porque quem sabe assim decidiu. É a chamada consulta do dia seguinte.

Espalhar a Palavra Verdadeira!

A convocatória também diz que serão dadas informações. Ainda bem que tudo isto é feito a tempo para que todos os crentes, informados, possam decidir se aderem ou… aderem ao que não decidiram.

Verdade se diga que os outros zés nem pela escola passam, preferindo os corredores e gabinetes.

Há quem aproveite para descansar. Não sendo crente e não querendo desconcentrar o prelector, abstenho-me de.

Página seguinte »