Sindicalismo


Caros colegas
 
      A notícia-artigo do “Público” de  dia 18 , vem publicamente chamar a atenção — parece-nos que pela primeira vez para fora do círculo fechado do nosso quotidiano profissional — para uma das grandes fragilidades deste processo de Avaliação Externa que a IGEC tem vindo a prosseguir: a absurda inexistência da observação de aulas, particularmente no vector da docência. Esta denúncia, porque disso se trata, vem agora a público pela primeira vez — mas o nosso sindicato, desde o início do processo e por diversas vezes, tem vindo a alertar para essa grave lacuna, que, com outras, inquina em grande medida a validade desta avaliação. Acresce que, neste quadro, estamos confrontados com um verdadeiro retrocesso no trabalho da IGEC, uma vez que a observação de aulas constava dos procedimentos e do guião do anterior Programa de Avaliação Integrada das Escolas, da IGE, tendo sido muito bem recebida pelos Professores — pelo que o seu desaparecimento na Avaliação Externa, desaparecimento que ninguém cientificamente defende, só se entende (…) à luz da imposição aos Inspectores de uma lufa-lufa obreirista, ao serviço de estatísticas meramente quantitativistas. Era e é óbvio para toda a gente, gente sensata e conhecedora desta realidade, que a observação de aulas constitui uma vertente indispensável de qualquer avaliação externa, mas, defensável no plano qualitativo, apresentava e apresenta um óbice quantitativo, orçamental e financeiro (a qualidade bem poderia ser deixada no armário!) — ocupava mais tempo, ocupava mais Inspectores, custava mais dinheiro. E era fundamental cobrir muitas muitas muitas escolas…
 
     Esta notícia do “Público” em nada altera a nossa posição sobre esta matéria. Nem sequer nos sentimos reforçados com o facto de Portugal estar na companhia de apenas outros dois países. Poderíamos até estar sozinhos — e estar a fazer bem; poderíamos até integrar uma maioria esmagadora — e estar a fazer mal. Aliás, os ventos que de há uns tempos para cá nos sopram da “Europa” são frequentemente pouco recomendáveis, e a educação não foge à regra. A virtude da notícia do “Público” reside em chamar a atenção para o absurdo da não-observação de aulas — e é irrelevante o saber de há ou não outros países nessa circunstância.
 
     Saudações sindicais!
 
     Pel’A Direcção do SIEE
 
     José Calçada
 
     (Presidente)
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A minha sensação é que… enfim… o campeonato ficou matematicamente perdido no início da época.

Agora, parece que é só para cumprir calendário. Se até boa parte das associações científicas e pedagógicas de professores se encolheram quando o parecer do CC  do IAVÉ foi conhecido…

Claro que não defendo a apatia perante a asneira, apenas prevejo nevoeiro na estrada.

Não coloco link para a notícia, porque é daquelas a pagantes e eu esbarro sempre naquela mensagem de ter esgotado o meu número de borlas, apesar de ser “parceiro”.

Pub18Jan15b

 

Público, 18 de Janeiro de 2015

O secretário de Estado dos Transportes estava na SICN a justificar que restringir as garantias laborais dos trabalhadores da TAP, após a privatização, apenas aos que pertencem a alguns sindicatos é juridicamente válido.

Sinceramente, não sei a formação académica dele (deve ser em económico-vassoureiras ou gestão aprofundada em coisas), mas isto parece-me estúpido (não há outra maneira de colocar a coisa).

Não falo, sequer, da questão de apenas estar a querer vingar-se dos sindicatos que não assinaram ou não vão assinar a coisa.

Falo do facto de, de acordo com a lógica asinina do senhor secretário, ser obrigatório pertencer-se a um sindicato para se ter garantias laborais na TAP.

Ou seja, Sérgio Monteiro é pela inscrição sindical obrigatória.

O que é… enfim… um bocadinho poucochinho

 

ou quaisi – se tiveres marcelite rebelice de sousite descida à Terra.

Seja como for, só haverá continuus comedouros de pizzas na gritaria de estátuas estáticas a arder.

Não lhes interessa a solução, apenas a marcha ardente do descontentamento. Vivem disso.

 

Caros colegas

​ ​1. ​No dia 19 de Dezembro de 2014 teve lugar a realização da PACC;
2. Anteriormente, a Comissão Paritária aceite pelas partes — Ministério da Educação e Sindicatos de Professores — decidiu, por unanimidade, que a lei não permitia para esta situação a definição de “serviços mínimos”;
3. Os sindicatos mais representativos do sector docente agendaram greve para o dia da PACC;
4. De acordo com o noticiado na imprensa, o Corpo de Intervenção da PSP manteve-se de prevenção para esse mesmo dia;
5. Os Inspectores da IGEC, por determinação da tutela, desenvolveram nas escolas onde a PACC teve lugar uma acção de controlo e de fiscalização.

A pergunta é: por que é que​,​ neste contexto​,​ os Inspectores da IGEC voltaram a ser enviados para as escolas?​;​ ​o​u: quem é que está interessado em colar a IGEC ao Corpo de Intervenção?​;​ ​ou: quem pretende contribuir para a ​fragilização da IGEC?

​ Pel’A Direcção do S​indicato dos ​I​nspectores da ​E​ducação e do ​E​nsino​

José Calçada

(Presidente)​

FNE não concorda com prova de professores, mas diz que “é inevitável”

E depois há esta forma de apresentar como “conquista” o que já tinha sido afirmado.

A FNE assegurou, após reunião com o Governo, que a contratação de professores não vai passar para a responsabilidade das autarquias, no âmbito do projeto-piloto que está a ser negociado com alguns municípios sobre transferência de competências para as autarquias, ao abrigo do programa “Aproximar Educação”.

Com sindicatos destes, não são necessários patrões.

Phosga-se!

Será que a FNE ainda tem 10.000 (5.000?) associados pagantes?

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