Quinta-feira, 25 de Outubro, 2012


Robert Palmer, I Didn’t Mean To Turn You On

II SÉRIE

Sexta-feira, 26 de outubro de 2012 Número 208

Despacho n.º 13981/2012:

Estabelece os parâmetros nacionais para a avaliação externa da dimensão científica e pedagógica a realizar no âmbito da avaliação do desempenho docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35375

Despacho normativo n.º 24/2012:

Regulamenta o processo de constituição e funcionamento da bolsa de avaliadores externos, com vista à avaliação externa da dimensão científica e pedagógica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35376

A partir da p. 17 deste pdf: DR2S208A2.

 

agnelo cordeirinho

… este rasto é periférico, mas acham-se coisas giras… aqui.

Preço:8 750,00 €
N.º Procedimento: 299571
Data Contrato:13/12/2011
Data Publicação:27/03/2012
Tipo Contrato:Ajuste directo
Ajuste directo
Conceção de uma sessão de sensibilização para pais e encarregados de educação (a dinamizar por diretores de turma) Ajudar os filhos a contruir projetos de vida/carreira

Adjudicante(s)

Contratado(s)

Local de execução:Portugal
Prazo de execução:120 dias (3 meses e 28 dias)
Critério:Artigo 24.º, n.º 1, alínea e) do Código dos Contratos Públicos

E foi coisa de dias… apenas… 9 150,00 €. Duas tardes por semana… dá 4 dias por mês… 9150 euros a dividir por 7… 1300 euros por 4 dias de trabalho por mês.

Arremato e tenho ciúme financeiro-social!

Aquisição de serviços
Prestação de serviços de Serviço de Assessoria de Imagem da Direcção Regional de Educação do Norte, com a periodicidade previsível de duas tardes por semana.

Adjudicante(s)

Contratado(s)

Local de execução:Portugal, Porto, Porto
Prazo de execução:220 dias (7 meses e 7 dias)  
Critério:Artigo 20.º, n.º 1, alínea a) do Código dos Contratos Públicos

Adenda das 20.00 de dia 27: Parece que este post foi encarado como um ataque pessoal ao ex-DREN, actual secretário de Estado e que eu deveria alterar o título. Registo o reparo, mas discordo. O resto vai em comentários.

E quando sai o outro engravatado?

Tenho uma sugestão para o substituir… de alguém que até o faria a título gracioso… só para correr com o esquerdalho todo da docência…

Governo com três novos secretários de Estado

(…)

Segundo a nota de Cavaco Silva, Jorge Barreto Xavier, professor no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), substitui Francisco José Viegas, enquanto Henrique Dias Grancho, da Direcção Regional de Educação do Norte, vai para o lugar de Isabel Silva Leite.

João Henrique de Carvalho Dias Grancho, mestre em Administração e Planificação da Educação, desempenhava as funções de Director Regional de Educação do Norte desde 2 de Setembro de 2011.

Tem produzido e publicado comunicações e pareceres no âmbito da organização do sistema educativo, organização curricular, auto-regulação da profissão docente, gestão e administração das escolas e convivência escolar.

Além de diversas funções na administração educativa, foi docente no ensino básico, Telescola e Educação Especial e na Universidade Portucalense, em regime de colaboração, no Curso de Especialização em Administração Escolar.

E assim se prova que, afinal, até há bastante gente que está disponível para entrar para o Governo.

… cada vez mais interminável.

Estimados Senhores,

Enquanto organização representante dos profissionais do grupo de recrutamento de Informática, cumpre à ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática), fazer eco das preocupações dos seus associados. Contudo, o que nos levou a tomar esta posição de dar a conhecer o que nos preocupa prende-se sobretudo com o fato de para além de sermos professores, também somos pais e membros de uma sociedade que se quer evoluída e integrada no mundo atual. Vimos por este meio dar a conhecer essas preocupações numa tentativa de alertar para os graves problemas que temos e estamos a enfrentar.

Se a tecnologia é o futuro, a escola está a fazer um trabalho pobre e lamentável na preparação dos seus jovens. Está na hora de reformar realmente o nosso Ensino e iniciar a aprendizagem de informática nas escolas secundárias de forma a motivar e preparar os alunos para o futuro e não para o passado.

Por mais dúvidas que existam acerca do que é ou pode vir a ser esta nova sociedade, é já bastante certo e visível o enorme impacto das tecnologias da informação e da comunicação no dia-a-dia dos cidadãos e das organizações. Milhares de vagas no sector da informática estão por preencher, por falta de candidatos, em Portugal e em quase todo o mundo. Para além disto, o sector da tecnologia deve crescer muito acima de todos os outros até 2020.

Porém, o país incompreensivelmente não aproveita esta hipótese! Apesar da alta empregabilidade, o número de licenciados em informática não tem acompanhado a procura e, talvez de forma bastante mais grave, a nível do ensino secundário, praticamente não existir formação nesta área. O resultado é que a maioria dos alunos acaba o ensino secundário sem nunca ter aprendido conceitos básicos de programação ou de redes de computadores, sendo praticamente analfabetos funcionais ao nível das tecnologias.

Estamos a perder oportunidades únicas e não nos podemos dar ao luxo de o fazer.

Gratos pela vossa atenção.

Cumprimentos,

P’ Direção

Lúcia Ruão

Associação Nacional de Professores de Informática – ANPRI
Escola Secundária D. Dinis – Lisboa – Rua Manuel Teixeira Gomes – 1950-186 LISBOA

Anexo: Comunicado VF.

 

… até porque na Madeira se chegou a anunciar o mesmo e por gente eleita… mesmo se a diferença em termos de credibilidade é… ténue.

José Castelo Branco quer acabar com lojas de chineses em Sintra

O ‘rei do jet set nacional’ diz que vai mesmo concorrer às eleições para a Câmara de Sintra e revela já ter 6 mil assinaturas. Ao Diário de Notícias (DN), José Castelo Branco adiantou que quer acabar com as lojas chinesas, cobrar taxas a turistas e promover festas no concelho.

Do insomne (comentário às 2 da manhã) mega-director (ou equivalente) laranja Agnelo, mais um dos que acha que a ofensa tem sentido único, ou seja, o dele. Muitos pecados devo ter cometido na minha vida divina para padecer tanta inanidade em vida.

da massa.

… em Sintra. Embora já saiba que acabo sempre a improvisar mais do que a ler os apontamentos ou a seguir o pauerpóinte.

Precisamos de um novo paradigma em Educação?

Para substituir que “velho” paradigma? Aquele que se cristalizou numa mentalidade colectiva, já fora do tempo actual?

Do que falamos quando falamos de algo – “paradigma” – que implica uma modificação radical na forma de conceber um qualquer sistema dominante de crenças num dado contexto espácio temporal. E que tantas vezes tem sido invocado em vão…

 

1. O que queremos mesmo mudar?

O espaço? Vamos abandonar a escola-edifício e a sala de aula como os espaços nucleares da transmissão de conhecimentos?

O tempo? Vamos organizar o tempo pedagógico de uma nova forma, rompendo com uma estrutura curricular padrão?

Os protagonistas? Vamos introduzir novos agentes no processo educativo, para além das experiências correntes na área do modelo de gestão?

O modelo de gestão? Vamos abandonar o actual modelo único de gestão escolar, em que as variações são cuidadosamente regulamentadas?

A administração corrente das escolas? Vamos abandonar os procedimentos híper-burocráticos que inundaram as escolas para obrigar os professores a justificarem e validarem quase todos os seus actos desconformes com a doutrina do “sucesso”?

2. O que podemos ou estamos disponíveis para mudar?

Talvez possamos mudar alguns aspectos, mas é difícil considerar que isso implica uma “mudança de paradigma”.

Ao nível dos processos, até que ponto vamos alterar o modelo de transmissão de conhecimentos, em especial sob a pressão devido das inovações tecnológicas?

Ao nível da dos alunos, até que ponto é possível mudar o modelo no sentido da progressão quase automática ou, em alternativa de uma estrutura complexa de exames?

Em termos de rede Escolar, será mantida a tendência para uma extrema concentração numa lógica típica das teorias de gestão do big is beautiful, das sinergias, das economias de escala e outros conceitos já ultrapassados, apesar da sua aparência “moderna”?

Em relação à organização da carreira dos professores, mais do que uma nova lógica (que poderia ser de clara diferenciação funcional com o tronco comum na docência), teremos capacidade para ir mais longe do que implementar estratégias de estrangulamento da progressão salarial, vagamente validadas por um modelo fictício de avaliação do desempenho?

3. Como seria um “paradigma” ideal?

Seria um paradigma em que as pressões orçamentais seriam apenas as indispensáveis para exigirem rigor e racionalidade nas opções de gestão administrativa e pedagógica, não se tornando o centro das preocupações e o vector essencial das reformas introduzidas.

Seria um paradigma em que os “actores” não o seriam no sentido teatral e dramático do termo, mas sim no de parceiros em, busca de soluções para além das conveniências conjunturais particulares.

Seria um paradigma no qual a oferta pública e privada se conjugariam de forma harmoniosa, numa competição saudável e sem truques, permitindo a coexistência de alternativas reais e não meramente cosméticas. Em que o sector público não estivesse sujeito a contínuas reformas e a uma permanente instabilidade de funcionamento, desde as regras de recrutamento de pessoal até À estruturação do currículo. E em que o sector privado se assumisse enquanto tal e não como mero cliente dos subsídios e apoios estatais.

Seria um paradigma com um funcionamento transparente, desde as questões ético-profissionais até à divulgação de toda a informação indispensável para que as famílias, os alunos, os professores e todos os outros interessados pudessem tomar decisões e fazer escolhas fundamentadas.

Seria um paradigma em que as escolas não funcionassem como uma espécie de pronto-socorro destinado a resolver situações sociais problemáticas e a assegurar às crianças e jovens quase tudo o que a sociedade envolvente não consegue.

Seria um paradigma em que a “autonomia” e a “abertura á comunidade” não fossem conceitos legislados e meramente cenográficos, em que por comunidade se entendesse a comunidade educativa num sentido de proximidade e não de jogo de influências locais.

Seria um paradigma em que a liberdade de escolha poderia existir, com a devida regulação, sem o receio de vir a ser usada em proveito dos mais fortes e detrimento dos mais fracos, acentuando clivagens pré-existentes.

Seria um paradigma que funcionasse de acordo com a sua própria lógica e não de acordo com calendários político-eleitorais ou como campo de confronto entre trincheiras ideológicas incapazes de dialogar e encontrar soluções técnicas eficazes para ultrapassar os bloqueios há muito diagnosticados.

Carta Aberta ao Sr. Ministro da Educação e da Ciência

Excelentíssimo Doutor Nuno Crato

Num imperioso dever de cidadania e forte convicção profissional, os professores de educação especial solicitam o seu reparo para uma inadiável causa pública e a resolução da injustiça do concurso docente no grupo de recrutamento da educação especial.

Seguindo o seu pensamento “Apostar na excelência para ganhar o futuro” urge respeitar a experiência no grupo de educação especial, para ganhar o futuro dos alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente. Não é compreensível que à luz da promoção de qualidade Educativa, não se salvaguarde os sucessivos anos de experiência dos professores de Educação Especial e formação creditada realizada. De realçar que esta possível medida educativa não acarreta qualquer custo nestes tempos difíceis de austeridade económica que o País transpõe.

No contraditório da defesa desta posição, é provável que se alegue que todos devem ter direitos iguais no acesso a esta profissão. Se é verdade que é legítimo os colegas optarem pelo grupo de recrutamento de Educação Especial, não é menos verdade que a qualidade do Apoio Especializado aos alunos de Educação Especial está em causa, sendo sucessivamente substituídos e ultrapassados os professores com vários anos de formação creditada e de experiência em Educação Especial.

No entanto, estamos em crer que não se trata de diferenciar os direitos dos professores mas sim garantir o direito destes alunos com necessidades educativas especiais à qualidade de ensino, considerando na lista de ordenação a prioridade da experiência no grupo de recrutamento e não no ensino em geral.

Nem todos devem ser professores de Educação Especial. É uma função Especial. Especial no processo de ensino com alunos com limitações graves, muito graves e completas onde se requer muito tato, sensibilidade, persistência e paciência…. Requer experiência de avaliação pedagógica de acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, exige avaliação pedagógica, observação de comportamento e de funcionalidade apurada, conhecimento aprofundado de diversa legislação, elaboração de documentos específicos e experiência de ensino com alunos de diversos diagnósticos clínicos. Todo este conhecimento é excluído quando os professores de Educação Especial são ultrapassados e preteridos por colegas que não têm experiência na área. É de todo inadmissível esta situação. Num país dito civilizado isto não pode acontecer. A Educação Especial carece de experiência para saber lidar com alunos muito frágeis e encarregados de educação na sua maioria muito ansiosos. A forma como os professores de Educação Especial se relacionam com estes alunos e seus encarregados de educação não é equiparável com o ensino regular.

O cerne da questão é a substituição de professores com experiência em Educação Especial por professores sem experiência nesta área mas com mais tempo de serviço noutras áreas e que para garantirem os seus postos de trabalho concorrem a este grupo de recrutamento. Por exemplo, um professor que tenha 2001 dias num qualquer grupo de recrutamento substitui um professor com 2000 dias de serviço na Educação Especial.

Como é do conhecimento de todos, nos últimos anos o número de vagas para os professores contratados têm vindo a diminuir na maioria dos grupos de recrutamento. O grupo de recrutamento de Educação Especial é exceção a esta diminuição de vagas.

Com a atual dificuldade de colocação, e considerando a não diminuição de vagas no grupo de recrutamento de Educação Especial, muitos colegas optaram por obter a Pós-Graduação/Especialização em Educação Especial, com o único intuito de sobreviver nesta selva de colocações de professores.

Importa salientar que devido à grande procura nesta área de formação, o mercado do Ensino Superior tem vindo a negligenciar as exigências para efeito. Tomemos como exemplos as formações e-learning realizadas em seis meses ou Pós-Graduações/Especializações rápidas e baratas. Comparativamente, e há relativamente poucos anos, exigiam no mínimo um ano de percurso Curricular e a defesa de uma Monografia/Projeto perante um Júri de Professores de acordo com o domínio escolhido (cognitivo-motor/audição/visão).

Quando os professores oriundos de outros grupos de recrutamento, alguns com mais de dez anos de serviço optam pelo grupo de recrutamento de Educação Especial não o fazem por vocação, mas sim para manter a sua profissão de professor num grupo que lhes dá maiores possibilidades de colocação. Concorrem à Educação Especial para sobreviver na selva, tentando salvaguardar um posto de trabalho e não o fazem por predisposição.

Nota-se de forma significativa um aumento de docentes no grupo de recrutamento de Educação Especial (910). No ano letivo de 2010-2011 a lista de ordenação ao concurso nacional de docentes tinha 1556 candidatos, no ano letivo de 2011-2012 tinha 2977 candidatos e por fim, neste último concurso, a lista definitiva de ordenação no grupo de recrutamento de Educação Especial teve 4615 opositores ao concurso.

Assim, cremos pertinente que os concursos de docentes aos grupos de recrutamento de Educação Especial devem ter em consideração o tempo de serviço efetivo exercido pelos docentes nestes mesmos grupos de recrutamento. O antigo D.L. n.º 20/2006 contemplava essa situação. Assim, é urgente a alteração do atual D.L. n.º 132/2012 que legisla os concursos de docentes aos grupos de Educação Especial. Tal situação ocorria dada a importância da experiência neste setor ser relevante para ordenar os Professores, isto é, primeiro os que tinham formação e experiência (no mínimo 365 dias de serviço) na escola pública. Numa 2ª prioridade estavam os candidatos com formação especializada no domínio da educação especial a que se candidatavam com, pelo menos, 365 dias de tempo de serviço docente prestado na área da educação especial, ou em colocação resultante do concurso abrangido pelo referido decreto-lei (DL 20/2006), após a conclusão do curso. Por último, existia a 3ª prioridade (candidatos com formação especializada no domínio da educação especial a que se candidatam).

Deste modo, vimos solicitar a Vossa Excelência a sua reflexão certamente inteligente perante as graves consequências na qualidade da educação especial.

Gratos pelo tempo que nos dispensou sobre o exposto,

Com os melhores cumprimentos,

João Lino Silva, Luísa Alves, Paulo Borges, Sofia Barcelos e Vera Garcia.

Alunos do ensino básico e secundário manifestam-se contra os cortes na educação, o corte nos passes sociais, o novo estatuto do aluno, a nova lei de exames e a falta de professores.

Escolas asseguram refeições a alunos sem apoio social, Escola Secundária Gago Coutinho e Escola Secundária de Palmela.

 

Remodelação por questões de saúde.