Alunos


O problema destes dados é que se baseiam apenas em “registos” ou testemunhos dos órgãos de gestão que, como sabemos, “vareiam” muito daqui para ali e então de país para país…

De qualquer das maneiras, mais vale ir sabendo alguma coisa do que não sabendo…

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A predisposição para cometer fraude académica é maior entre os estudantes que frequentaram escolas privadas antes de entrar no ensino superior, entre aqueles estão num curso que não foi a primeira opção, entre os que pertencem a agregados familiares com maior grau de escolaridade e rendimentos mais elevados. Estas são algumas conclusões de um estudo que está a decorrer no Centro de Estudos Sociais (CES), da Universidade de Coimbra, que envolveu 7292 alunos de licenciatura e mestrado integrado.

We ‘Choose’ for Poor Children Every Day

As escolas do ensino básico, até ao 9º ano, vão perder quase 50 mil estudantes nos próximos quatro anos, segundo as estimativas da Direcção Geral de Estatística da Educação e Ciência (DGEEC).

A redução de professores já foi numa proporção muito maior…

Nem vale muito a pena dar conversa

Só se for para dizer que aumentar o número de alunos por turma é um paradoxo…

A análise dos quadros é muito elucidativa das diferenças culturais e dos equívocos que existem acerca destas matérias.

Por exemplo…. os finlandeses têm excelentes resultados mas isso não os faz felizes.

A posição de Portugal é bastante equilibrada…

Where In The World You Can Find The Best Schools — And The Happiest Kids

HappyTests

Agradeço a referência à Teresa Almeida.

 

O texto da peça de há cerca de um ano da Anabela Mota Ribeiro:

Emília, Miguel e Sérgio

A Emília, o Miguel e o Sérgio ouvem dizer que a crise é uma castração do seu futuro. É um muro que se interpõe entre eles e a vida. Que lhes tolhe os movimentos, a possibilidade de escolher, a liberdade. São filhos de pessoas que vivem do ordenado, família estruturadas, equilibradas. Vivem no Barreiro, na Baixa da Banheira, em Palmela. Têm 12, 13 anos. Não pensam o futuro sem uma nuvem pesada em cima da cabeça.

… pelo que não alinho muito nessa coisa das grelhas para legitimar a avaliação dos alunos, pois nada me garante que elas os conheçam e depois ainda acabam por dar notas disparatadas.

Por isso, eu faço a avaliação e depois logo se vê…

Até agora tem resultado.

 

Shanghai and Hong Kong: Two Distinct Examples of Education Reform in China

(…)

One of the most essential influences of China’s cultural heritage is the intensity of students’ engagement in learning. Typically in a Shanghai classroom, students are fully occupied and fully engaged. Non-attentive students are not tolerated. In one mathematics lesson observed for this research, a lesson which was by no means unique, students at Junior Secondary II were learning about parabolas. Students covered 15 problems at their desks, plus selected students gave blackboard demonstrations. This is rather different from classrooms in other cultures, where students may not be required to be fully engaged or attentive throughout the entire lesson. Such intense concentration is considered a student’s responsibility in Chinese culture.

Student engagement in learning is not limited to lessons. Homework is an essential part of their learning activities and in a way governs their lives at home after school. Parents expect students to do homework every evening and are prepared to devote their family lives to student study, again as part of ancient tradition. Homework is such a burden to students that many local authorities in China have stipulated a maximum amount of homework (measured in hours) that schools are allowed to assign. Shanghai was among the first areas to impose such limits as a municipal policy.

The intensity of students’ engagement goes well beyond the schools. A rather comprehensive “remedial system” of tutorial schools caters to the demands of exam preparation. In the absence of formal statistics, it is estimated that over 80% of parents send their children to tutorial school. Such schools are mostly for-profit, operate after school hours or at weekends, and tend to use small groups to focus on particular subjects. Parents see such tutorial schools as essential for enabling students to pass the public examinations with flying colours. Teachers are not totally against such schools either, because they also think that passing examinations is the prime aim of student study. Even parents who are against examination cramming often send their children to tutorial schools, almost as a matter of insurance. Those who go to such classes are not all weak students: even very strong students like to reinforce their strengths to achieve higher scores in the examinations.

Não é que antes não me tivesse deparado com teorizações do mesmo tipo mas recordo sempre aquela reunião de avaliação do meu ano de profissionalização (já a caminho dos 35 anos de idade e com mais de uma década a dar aulas) em que um colega, daqueles que entraram para o quadro logo à saída do aviário, me disse que não-não-não, eu não podia dar nível 1 porque determinado aluno até ia à maioria das aulas e não se pode dar esse tipo de classificação porque é desmotivante e não avalia todo o desempenho do aluno.

(pois, não avaliava, mas o zero é que não existe na escala.

Já com a mostarda a vir a caminho, por causa do tom de voz da santíssima criatura, perguntei em que documento baseava tamanha sapiência e determinação, se em alguma lei que eu desconhecia ou decisão do Conselho Pedagógico que eu não tivesse ouvido em reunião de grupo.

O homem baralhou-se, tropeçou em si mesmo e admitiu que não, mas que era melhor eu ir ao Conselho Directivo para não ter problemas, ao que devolvi que se eu lá fosse quem teria problemas não seria eu. Mas como sou bem mandado, lá fui, falar com a Directora (sim, uma das pioneiras, ainda nos anos 90) e de lá vim com o esperado sorriso porque a colega não era Papisa, nem mais Papisa que os Evangelhos não escritos daquela geração de sobredotados da pedagogia do sucesso em que a escala começa no 3 para quem se limita a dignar as aulas com a sua presença ocasional e sabe assinar o primeiro nome.

Desde então nunca me aconteceu nenhum episódio do género, pois não abuso do tal nível amaldiçoado, distribuindo-o com a dose que eu acho certa de parcimónia e justiça para com @ visad@ e respectiv@s colegas.

Mas sempre me interroguei acerca das raízes superficiais do discurso que quase impõe que o nível 1 só seja atribuído a quem não coloca os pés nas aulas, sendo que eu pensava que nesses casos nem se atribui nota, usando-se a alínea relativa à inexistência de elementos de avaliação.

E sempre conclui que a parvoíce é uma qualidade que anda por aí, muito bem distribuída e certificada, ao contrário de um sentido de justiça e uns pózinhos (gosto de escrever assim, desculpem-me) de justiça.

Imaginemos um aluno que até vai às aulas, mas cujo caderno é uma lástima, o manual não existe e não é por carências económicas, que não é sensível a qualquer argumento para que pare de falar do que lhe vem à cabeça com sorriso trocista e que, chegando aos testes, os atira para o canto da mesa, dizendo que não faz porque não sabe nada e pede logo para sair, repetindo-o insistentemente até eu responder-lhe em modo mostrada a sair pelo nariz.

É justo eu atribuir-lhe o mesmo nível do que o dado a um aluno com dificuldades, mas que vai tentando fazer alguma coisa, só que sem os melhores resultados?  Não estarei a desrespeitar o esforço e trabalho deste aluno, mesmo que ainda insuficiente, equiparando-o ao outro malandreco, que nem sequer sabe ainda gingar ao som de Lou Reed (nem sequer ouviu falar de qualquer música anterior a Agosto de 2013)?

A mim nem sequer complica os nervos ver um 6,5% e um 0% nos testes. Acontece, ninguém precisa de gostar de História e pode ter dois azares grandes (não é provável, mas é possível). Nem sequer que a atitude do aluno seja explicada com o seu staile… que é algo que nem avalio, apesar do escasso valor do cuidado com os dois brinquinhos que prefere acariciar de forma repetida em vez de passar um mísero sumário.

Por mim, tudo bem. Táááássssssssssssssseeeeeeeeeeeee Bêêêêêêêmmmmmm!!!

O que não posso aceitar – por muito que o já adolescente esteja em processo de definição da sua personalidade, afirmando-a por oposição à do adulto “castrador” – é que ele goze com o trabalho dos colegas e eu não possa fazer a devida diferenciação entre “atitudes e valores” muito diversos.

Porque, mesmo que não seja sempre verdade, eu sei que aquele 1 firme e hirto faz o seu efeito e é mentira que seja apenas desmotivante e que o insucesso se reproduza a si mesmo por causa disso. Pelo contrário, a experiência demonstra-me que na maioria dos casos, quando a coisa é assim bem explicadinha olhos nos olhos em sala de aula, sem véus e mantos diáfanos, o desempenho muda substancialmente.

Tanto é verdade, que ele já me perguntou que nota lhe darei caso comece a tirar Bons e Excelentes.

O nível 1 é traumatizante?

Depende.

Se for injusto é capaz de ser.

Aplicado com rigor, justiça e transparência pode ser uma lição muito útil para toda uma turma.

… uma série de argumentos que eu que até simpatizo com o modelo vou ter de analisar com atenção.

VAMmunition

Esfaqueou três colegas alegadamente ao acaso e uma funcionária.

Ao que parece até avisou e cometeu diversos actos a antecipar o de hoje. Na mochila levava de tudo um pouco, felizmente nenhuma arma de fogo

Quinze anos, nem é de família pouco estruturada ou com magros recursos, aluno regular, sem retenções.

É cedo para perceber exactamente o que se passou, mas não faltará quem consiga teorizar durante horas.

… porque isto não pára.

Em Fafe, turmas do nono ano com mais de 30 alunos e com alunos do ensino especial, director do agrupamento diz que está tudo bem.

Coimbra, ministério cancela turma do 5º ano e pais procuram alternativa no privado

O arranque do ano lectivo, Filinto Lima (Associação de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas), Opinião Pública SIC Notícias

Secção hard/softcore

PS (Carlos Zorrinho) e PSD (Pedro Lynce) trocam acusações sobre o início do ano lectivo

Professora de Mértola acusada de ter gravado vídeos pornográficos na escola

Entrevista a Nuno Crato na SIC

Maria Emília Brederode Santos e Paulo Guinote comentam a entrevista do ministro SICn

Repare-se como o rácio alunos/professor é muito parecido entre o ensino público e o privado independente. Repare-se que a maior diferença acontece no 2º ciclo e está longe de ser abissal.

Já no caso do privado subsidiodependente, o rácio transfigura-se e torna-se muito mais flexível, com mais alunos por professor.

Deixo à vossa “imaginação” a explicação para tal facto.

Assim como as conclusões que se podem tirar das semelhanças neste aspecto entre ensino público e privado a sério e as diferenças de ambos em relação ao privado encostado ao Estado.

PerfilDocente2012Racio

Estudo defende aposta em professores-tutores para combater insucesso e absentismo

Conforme prometido, volto à peça de hoje do Público, agora já com os dados completos nela usados, que apresentarei de forma extensa e depois de forma mais restrita ao Ensino Não Superior.

Pub20Ago13Os dados específicos que estão na origem do título de primeira página são os seguintes:

Pub20Ago13b

Acerca do Ensino Básico (1º a 3º ciclo), temos uma redução de 1.101.923 alunos para 1.089.094, ou seja uma quebra de 1,2% num ano.O nº de alunos é o total, mas como o peso do ensino público aumentou no total, isso não fará grande diferença no final.

No caso dos professores em exercício nesses ciclos temos uma diminuição de 130.940 para 121.687, ou seja, uma quebra de 7,1%, o que significa uma redução relativa seis vezes maior à verificada com os alunos.

A “explicação” oficial é que está em decurso um “ajustamento” dos quadros às necessidades efectivas das escolas.

O que é mentira.

O que aconteceu é que em virtude de uma engenharia curricular abstrusa, se diminuíram fortemente as horas lectivas para atribuir horários aos professores.

Para 2012-13, em virtude de mais engenharia curricular e outras medidas de rarefacção da rede escolar, penso que o número de professores do Ensino Básico (contratados e dos quadros) terá chegado perto dos 10% e para o próximo ano, os números continuarão em acentuada quebra, tudo dependendo do grau de distorção final da rede escolar pública autorizada pela MEC.

Isto significa que em 3 anos lectivos, os professores em exercício poderão diminuir 25% no Ensino Básico, enquanto os alunos terão diminuído menos de 5%, mesmo que o MEC (ou os seus derivados) surjam a dizer outra coisa).

A redução do número de professores não resulta directamente da “quebra demográfica”, como os números acima bem demonstram, mas de medidas de outro tipo, como a tal engenharia curricular e a contracção artificial da rede escolar, não apenas ao nível de escolas, mas de turmas em funcionamento, numa medida centralista como há muito não se via entre nós.

A “tese demográfica” é o argumento dos preguiçosos e intelectualmente desonestos apoiantes deste desgoverno que opinam sobre Educação em modo de papagaio.

Os números não a provam de forma alguma.

Como já várias vezes referi, quando se optar pelo regresso à tele-escola no Ensino Básico, a redução poderá ser ainda muito maior.

Ten Things Your Student with Autism Wishes You Knew

(…and it makes sense for other kids too!)

.

Tradução para português do Brasil aqui.

The most common debating tactic of testing opponents is to avoid debate (Phelps, 2007a). Whereas scientists seek the scrutiny of their peers in order to confirm (or deny) the value of their work, advocates tend to avoid scrutiny, especially when selling falsehoods. Scientists do not circumvent the research literature, but engage it. They respond to rival hypotheses with counterevidence. They confront conflicting scientific results. Advocates, however, simply ignore them. The easiest way to win a debate is by not inviting an opponent. Testing critics rightly fear an open, fair scientific contest.

Indeed, it has become quite common for testing opponents to declare nonexistent an enormous research literature that contradicts their claims. With the help of the fourth estate (Lieberman, 2007, chapter 11), they have been fairly successful in eradicating from the collective memory thousands of studies conducted by earnest researchers over the course of a century.

In one effort of mine—accumulating studies on the effects of standardized testing—I started out thinking that there were a dozen or so. A few years ago I knew that there were hundreds. Now I know that their number exceeds a thousand. (In Phelps, 2008, Table 2 provides a brief synopsis of the research literature.)

In the end, however, it will not matter for society’s sake if we find ten thousand studies. There will remain other education researchers, prominent and with hugely abundant resources at their disposal—researchers whose work is frequently covered by U.S. education journalists—who will continue to insist that no such studies ever existed. It is U.S. education research’s dirty big secret: research that generates results that are unpopular among the vested interests can be successfully—and easily—censored and suppressed (see, for example, Phelps, 1999; 2000; 2003, Preface & chapter 7; 2005a, chapter 3).

Não é que os dados não possam ser apresentados desta ou daquela forma, escolhendo a dedo o início e fim das séries. Não é que os gráficos não se possam apresentar com esta ou aquela escala para parecerem simétricos, numa proporcionalidade inversa.

Não é que alguém que consegue ter dados antes de serem divulgados oficialmente pelo governo esteja impedido de apresentar uma série que termina em 2010 quando existem outros mais recentes.

A verdade é que Marques Mendes optou por fazer isto, comparando o incomparável:

Marquesmendes

Isto é desonesto a vários níveis pois compara o número de alunos de um único ciclo de escolaridade com o número de professores de todos os ciclos de escolaridade e vai buscar para início da série um ano em que o sistema estava completamente em ruptura, quer pelo lado da procura (o aumento da natalidade de meados dos anos 70 levou a um grande número de alunos no 1º ciclo no início da década de 80), quer da oferta (as escolas estavam com um enorme défice de professores, algo que eu comprovei enquanto aluno nessa mesma altura).

Marques Mendes optou por não comparar os números de alunos e docentes do 1º ciclo e optou por outra coisa. E escolheu para início da série o ano de 1980.

Porquê?

Não vale a pena responder já e façamos antes algo metodologicamente mais correcto, com base nas estatísticas oficiais online (existem ainda mais actualizadas) e tomemos os números do Perfil do Aluno 2010-11:

Alunos99a11

É fácil perceber que desde finais dos anos 90 se deu uma quebra total de 40.000 alunos jovens (não estou sequer a usar o quadro com os adultos das NO), o que significa uma redução de 2,4% dos alunos, assim como uma redução perto dos 52.000 alunos no 1º ciclo (cerca de 10.6%).

Nesse mesmo período, os ganhos na escolarização foram os seguintes:

Alunos99a11bSe fizermos uma regressão a 1980 os ganhos são ainda maiores. Este nível de progresso é incomensuravelmente superior ao desempenho da economia e nem é bom falar na inanidade da política, governos em que Marques Mendes foi qualquer coisa incluídos.

escolaPort

Quanto ao número de professores (novamente com os dados mais recentes online, mas que já diminuíram muito desde então), neste período temos os seguintes dados:

profes00a11

Se tomarmos como base todos os professores temos uma descida de 166.372 para 162.742 (descida de um pouco mais de 2%), mas se tomarmos os da rede pública temos uma descida de 146.040 para 142.144 (redução de 4%).

Se formos ao 1º ciclo, temos uma redução global de 6600 professores (quebra a rondar os 18%) e na rede pública de cerca de 7000 (redução de 20,6%).

Se fizermos os quadros com barras, o resultado é muito, muito diferente do que apresentou Marques Mendes, ontem, na SIC, sem direito a qualquer contraditório.

Vejamos com ficariam os quadros, com valores absolutos e escalas não adaptadas para alunos e professores apenas do 1º ciclo da rede pública:

Alunos00a11profes00a11b

Mas mais correcto seria analisar a evolução, na base da construção de um índice em que o primeiro ano da série tem o valor 100:

Alunosprofes00a11b

Isto demonstra que desde o final dos anos 90 o número dos professores do 1º ciclo diminui muito mais do que o número de alunos.

Mas se quisermos recuar a série dos professores do 1º ciclo a 1980 podemos encontrar os seguintes números:

Profes1CEB

Ou seja, não existe um aumento de professores no ciclo de escolaridade que o comentador escolheu para apresentar o número de alunos, mas sim uma redução bem superior a 20%. Não quer dizer que o número de alunos não tenha diminuído ainda mais, mas… a verdade é que o número dos professores destinados a leccionar aquela ciclo de escolaridade também se reduziu e não aumentou, como Marques Mendes deu a entender de forma visualmente sugestiva.

Percebeu, caro ex-ministro, ex-líder do PSD, ex-deputado, actual comentador e recadeiro Marques Mendes? Como se devem comparar números, mesmo se queremos reforçar uma ideia?

Isto só demora cerca de uma hora a fazer quando se é desarrumado como eu a guardar os ficheiros.

.

Adenda (em resposta a vários comentários) com os quadros reais da evolução dos professores e alunos no 1º ciclo, rede pública, entre 1980 e 2010 a partir dos dados da Pordata. Repito que os dados para o número de professores é, em 2013, bastante mais baixo e proporcionalmente com uma redução superior à dos alunos desde 2010:

Alunos1CEBProfes1CEBb

Eis, de novo, o que Marques Mendes mostrou:

Marquesmendes

.

Bibliografia estatística básica na DGEEC e Pordata.

Alunos portugueses chumbam menos e já têm melhores resultados que alemães e franceses

Alunos carenciados conseguem resultados acima da média

A faixa estária dos alunos em causa não permite relacionar directamente as melhorias com um único mandato e.

Já o que se anuncia pode destruir tudo o que foi conseguido

Investimento na Educação recua para valores de 2001

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