Corrupção


OECD Foreign BriberyReport

Não somos ladrões, afirma Carvalho ao deixar o governo

Scandal in Italy Is Bringing Calls For the Socialist Leader to Resign

The Italian Socialist leader, Bettino Craxi, caught up in a bribery scandal wreaking havoc on the country’s established parties, was fighting for his political life today.

The man often regarded as the power behind Prime Minister Giuliano Amato has angrily denied any shady dealings and refused to resign ahead of a party congress next April, blaming party officials for any financial wrongdoing. Mr. Amato won a vote of confidence in Parliament today despite the sacndal.

But demands for Mr. Craxi’s head within the badly split party are bound to grow after he was formally notified Tuesday of being suspected of corruption and of taking illegal contributions to party funds. Opposition groups were also quick on the attack.

Italy’s Corruption Scandal Ensnares Craxi, 2 Executives

OME — Italy’s worst corruption scandal ensnared a former prime minister Tuesday, and the business world recoiled from the arrest of two of the country’s most senior state industry executives.

As opposition voices demanded a new government, a parliamentary commission voted to strip former Prime Minister Bettino Craxi of his legislative immunity. Craxi had faced 41 accusations of corruption, participating in illegal party financing and receiving bribes.

The full Chamber of Deputies must endorse the commission’s vote before Milan magistrates can prosecute Craxi, who was prime minister from 1983 until 1987.

Claiming innocence, Craxi, 59, who lost his post as head of the Socialist Party when charges were first announced, failed to convince the 20-member commission that the charges represent a political vendetta. The chamber nearly always follows the recommendation of the commission, which found cause for judicial investigation into 35 of the accusations.

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As head of the Socialist Party, Craxi was urged by party members to purge the party of the wrongdoers. Members of his family were directly involved—Craxi’s brother-in-law Paolo Pillitteri was accused of personally accepting suitcases full of money while he was Mayor of Milan and his son Vittorio’s election to local office was paid for by Mario Chiesa, whose arrest started the entire investigation. Craxi himself came under investigation, although he fought back, claiming that since all the political parties took the bribes, they must all answer for their crimes. This did not halt the investigation, and ruined Craxi’s chances at a comeback as Prime Minister or President of Italy in 1992.

In 1994, Craxi went into self-imposed exile in Tunisia. He was sentenced, in absentia, to 13 years in prison for fraud and in 1996, an additional 8 years after having been found guilty of further corruption charges.

Qual e a força do idealismo perante a possibilidade dos oleodutos financeiros?

E nada pior do que aqueles que legitimam com o passado heróico as tropelias do presente. Foi assim que muitas ditaduras se consolidaram. Com ou sem votos.

Não é o “Estado” ou o “Capital”.

A sua volúpia não é exclusivamente pública ou privada. assim como a Ética.

Atinge todos (ou quase) aqueles que podem e não conseguem perceber porque não devem.

Global Economic Crime Survey 2014

Mas, pelo menos, percebe-se que não se diz inocente, muito pelo contrário.

Jacinto Paixão, ex-árbitro que esta semana foi ilibado da prática de “infração disciplinar muito grave de corrupção da equipa de arbitragem” no encontro entre o FC Porto e o E. Amadora da temporada 2003/04, diz esta sexta-feira ao “Correio da Manhã  que “há muitos mais Apitos Dourados”.

Paixão admite que “não é só o FC Porto” que “está metido” e promete que um dia contará o que se passou:

“Só falarei quando tiver os meus filhos criados. Só digo que há muitas mais coisas para além daquelas que vieram a público”.

Dei lá aulas há mais de 20 anos… nos bons velhos de contratado, pelo que nada disto me espanta, até porque fui logo retirado do serviço de vigilância de exames à primeira “ocorrência”.

As abordagens eram do mais variado tipo. Como eu lhes sorria, dizia que tinha poucos vícios e @s mandava passear, criou-se a confiança necessária para saber muita coisa, até porque vári@s alun@s eram da minha idade ou mesmo mais velh@s. Alegadamente, claro.

E até houve, por esses tempos, aquele episódio do desaparecimento cirúrgico de umas pautas…

em nome da verdade, nunca me pareceu que a direcção da altura se deixasse envolver e sempre foi, em termos laborais, de extrema correcção.

Já o resto…

Alunos pagavam para ter nota máxima

Uma professora e 35 alunos envolvidos no esquema. Valores chegavam aos 2500 €.

 

Cada um tem o seu Levi.

 

The Case for Corruption

Suspeitas sobre os colégios do grupo de ensino GPS

Portugal não tem uma estratégia contra a corrupção

Comissão Europeia está preocupada com a corrupção no financiamento partidário e “funcionário públicos eleitos”

Mas não há a teoria transversal ao “espectro politico” de que basta ser “eleito” para ser impoluto, inimputável e acima de qualquer crítica?

A voz do povo não lava as fatinhas, os isaltinos e os valentins melhor do que o melhor dos omos?

Não há movimentos políticos “independentes” baseados no princípio do “foi eleito, é honesto cumó dalai lama?”

Até porque são dos parceiros preferenciais dos nossos liberais, dos mexias aos portas. Recolha de links do Livresco.

Reporting on ‘Offshore Leaks China’ took six months and news partners from around the world

La élite comunista de China oculta empresas en paraísos fiscales

Una investigación revela la actividad en refugios opacos de familiares de la élite

En la base de datos a la que ha tenido acceso EL PAIS figuran magnates y compañías estatales

El cuñado del presidente e hijos de exprimeros ministros y otros altos dirigentes, implicados

ChinaLeaks: Exposé on Chinese elite’s offshore accounts comes at sensitive time

Family members of Deng Xiaoping and Xi Jinping, along with Tencent billionaire and China’s richest woman, are among 20,000 people in Hong Kong, the mainland and Taiwan whose offshore holdings have been exposed.

ICIJ Reveals China’s Elite’s Offshore Trillion-Dollar Offshore Holdings: Five Takeaways

Comment Credit Suisse fait son nid en Chine

Alors qu’elle entrait dans le lucratif marché du private banking, la banque choyait les «princes héritiers» du régime. Une prof de droit financier parle de corruption.

… sendo das áreas, quer queiram os críticos, quer não, em que a margem de corrupção é mais baixa ou mesmo a mais baixa de todas.

Fraudes à Segurança Social envolvem directores de IPSS, empresários e médicos

Documento enviado ao Governo pela PJ identifica 16 investigações. Informação desagregada sobre fraudes fiscais e na Saúde não foi divulgada ainda.

E o interessante é que há algumas cabeças pensantes que criticam os apoios sociais mas depois querem que acreditemos que pretendem o chueque-ensino +para ajudar os mais desfavorecidos.

De paraíso de la transparencia al tercer país más corrupto de Europa

… percebo as vantagens.

Academy chain under fire following revelation of payments made to bosses

Academy Enterprise Trust paid almost £500,000 over three years to private businesses owned by its trustees and executives.

Portugueses dizem que corrupção aumentou e Governo ‘está nas mãos’ de grupos económicos

Durante o fim de semana jantei bem e em boas e interessantes companhias. Numa das ocasiões com, pelo menos, duas pessoas que sabem muito mais sobre como é oleado financeiramente o funcionamento do país do que eu. embora, no fundo, apenas me tenham confirmado as mais tenebrosas suposições sobre a relação entre o poder político e o empreendedorismo nacional.

Uma das pessoas explicou que o problema não é propriamente a corrupção (o empreendedor que vai aliciar o decisor em troca de um favor ou adjudicação) mas a extorsão (o decisor que faz saber ao empreendedor que só poderá empreender se pagar a quantia certa).

E que tudo seria mais fácil se o forçado corruptor activo (empreendedor extorquido) pudesse denunciar a situação em troca de imunidade. Mas que isso os decisores (falsos corruptores passivos) não decidem, leia-se, legislam. Porque isso lhes retiraria a capacidade angariadora.

E depois a luta passa a ser (interpreto eu) contra o peso do Estado, em alguns casos de verdadeiro incómodo com este sistema, mais por causa do peso específico destes extorsores legalmente eleitos ou nomeados do que propriamente do aparato administrativo do pequeno funcionalismo que, quantas vezes, se satisfaz com robalos-mesmo-mesmo, até daqueles de aquicultura, para acelerar ali uma coisinha.

 

Crise foi provocada pela corrupção, não pelos excessos dos portugueses

(…)

Paulo Morais destacou o peso do caso BPN e das Parcerias Público-Privadas (PPP), entre outros, na dívida pública e lembrou que 68% da dívida privada é resultante da especulação imobiliária, salientando que só cerca de 15% da divida privada se pode atribuir aos alegados excessos dos portugueses.

Os resultantes 15% da divida privada, disse Paulo Morais, correspondem a todo o dinheiro disponível na banca para apoiar a economia portuguesa, que considerou insuficiente.

Para o antigo vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, a verdadeira explicação para a crise em Portugal está nos fenómenos de corrupção na administração central e local, que têm permitido a “transferência de recursos públicos para grandes grupos económicos”.

“Seis a sete por cento dos recursos do Orçamento de Estado vão para grandes grupos económicos”, disse Paulo Morais, referindo o grupo Espírito Santo, o grupo Mello e o grupo Mota Engil, como alguns dos principais beneficiários.

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