O estudo é este e lá temos o sempre disponível Paulo Santiago para espalhar a palavra do eduquês fofinho e bem pensante, sempre pronto a acusar quem dele discorda de anacrónico cavernícola.

“A cultura da nota está instalada em Portugal e demora anos a mudar. Há a pressão dos pais que não entendem a mudança para as notas qualitativas”, lamentou o analista da Direcção de Educação da OCDE. Segundo um estudo daquela organização sobre políticas nacionais de avaliação, aplicadas em 28 países, “a avaliação formativa evita a excessiva atenção [centrada] nas notas e na classificação dos alunos, que infelizmente ainda acontece em Portugal”, disse Paulo Santiago. Já a avaliação formativa permite “diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos alunos e oferecer um ‘feedback’ em tempo real”, sublinhou.

Ao que parece, o “especialista” ainda não atingiu a complementaridade entre as duas avaliações, algo que até entre nós foi bem explicadinho na sequ~encia da refoma de Roberto Carneiro, embora com escasso sucesso, pois vieram depois os doutos coutosdossantos e afins e enterraram tudo bem enterrado.