Stereophonics, Handbags and Gladrags

Portaria n.º 690/2014. D.R. n.º 158, Série II de 2014-08-19, do Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral de Planeamento e Gestão Financeira
Publicação das transferências de verbas para os Municípios.

Despacho n.º 10695/2014. D.R. n.º 158, Série II de 2014-08-19, do Ministério da Educação e Ciência – Inspeção-Geral da Educação e Ciência
Designação dos chefes de equipa multidisciplinares da IGEC.

Ministério da Educação e Ciência abre a porta à transferência de mais competências para as autarquias. Pede-se um debate alargado sobre o assunto e alerta-se para o que acontecerá aos contratos de autonomia já celebrados por muitos agrupamentos. Municipalização das escolas volta à ordem do dia.

Do Diário Económico de hoje.

Continuo a discordar de mecanismos extraordinários de vinculação deste tipo, que desrespeitam a lei na mesma e acabam por também desrespeitar quem entra (e fica na base salarial apesar dos anos de serviço) e quem está (vendo, eventualmente, ser ocupadas vagas a que poderia concorrer num acesso “aberto”).

Quanto à regra para Setembro de 2015, aposto singelo contra multiplicado que vai deparar com problemas “técnicos2 a partir de 31 de Agosto do próximo ano…

Económico20Ago14

CARTA ABERTA A MEDINA CARREIRA

O problema foi mesmo quando deixámos deslocar a discussão para o terreno da equiparação entre as regras de funcionamento do sector público, que faculta serviços de tipo universal a todos os cidadãos, e do sector privado, em que só tem acesso a algo que o pode pagar.

A partir desse momento, quando se prescindiu da regra fundamental que era o imperativo de não misturar tudo, a porta ficou aberta para que se utilizasse a lógica da pseudo-racionalidade económica e financeira, que se tornou o centro do discurso de economistas de pacotilha e de toda o séquito de gente incapaz de fazer mais do que replicar o que leu numa má tradução de um livro qualquer estrangeiro.

Que agora queiram mudar tudo, mais uma vez, numa nova revolução que se destina, no essencial, a subalternizar progressivamente a independência de quem presta uma serviço essencial à comunidade e ao país, colocando o interesse público ao serviço das lógicas e ganâncias privadas, já nem me aquece muita.

A narrativa recolocada em movimento é a do costume e há uma década (ou mais) que é a mesma.Já a ouvi em primeira e segunda mão, sei quais são os objectivos e resumem-se a aceitar de forma acrítica a agenda dos queirozes&muñozes para os seus colégios, que eles acham bem geridos, pois sobra folga para os stakeholders viverem bem e viajarem melhor.

Por isso, o “caso” GPS nunca os assustou verdadeiramente, mera onda ocasional num mar calmo que apenas atrapalhou as coisas por uns meses. Mais… a lógica vai ser estendida ao sector público de um modo radical, com base na mentira da ineficiências e mais resultados do sistema educativo, tudo com a anuência de um ministro Crato que parece ter levado uma lavagem cerebral quase completa.

Tudo beneficiando ainda da incapacidade dos “lutadores profissionais” entenderem que não se tira o tapete aos representados quando alguma coisa parece estar a funcionar e que sem um reforço de uma identidade de corpo profissional (em vez da opção pelo apelo a esvaziadas “lutas comuns”) não se conseguem “lutas” eficazes. E beneficiando da incapacidade de certos “actores” conseguirem redefinir o seu papel, de maneira a recuperarem (ou ganharem pela primeira vez) o respeito das audiências”.

Nem falo na UGT/FNE que se baldeou por completo – desta vez nem disfarça – para o lado da “responsabilidade”.

Já esteve mais longe o dia em que o copo acaba por transbordar.

A mim não caem quaisquer parentes na lama se acabar a servir bicas…

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http://www.youtube.com/watch?v=plSz8Zb-YRI

Vampire Weekend, Cousins

… mesmo que o ande a pedir pelas redes sociais e pela blogosfera. Até porque é deprimente ver gente crescida assim tão carente de afectos.

Há que manter mínimos e eu não gosto de amesquinhar a boa e respeitável arte do insulto, desperdiçando-a em qualquer um.

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Penitencio-me quanto às dúvidas que poderia ter.

Os casos estão relatados. Nos cadernos eleitorais provisórios surge o nome de dois militantes já falecidos, um de Famalicão e outro de Guimarães, com as quotas pagas. Há também militantes emigrados e afastados há vários anos de qualquer actividade partidária que viram as suas quotas pagas, o que os habilita a votar para eleger o próximo presidente da distrital do PS-Braga e os delegados ao congresso federativo, que deverá realizar-se a 20 de Setembro.

É o próprio presidente da Comissão Organizadora do Congresso federativo, António Ramalho, que denuncia a situação. Ao PÚBLICO falou de cerca de “20 casos” que lhe chegaram às mãos. “Pessoas que receberam em casa os recibos das quotas sem que as tivessem pago”, adiantou. Uma fonte socialista precisou ainda que os militantes emigrados são dos concelhos de Amares e da Póvoa de Lanhoso.

Na área de jurisdição do PS de Braga, há 2294 militantes que regularizam o pagamento das quotas, o que corresponde a um encaixe financeiro para os cofres do partido de 123.876 euros. António Ramalhou precisou que as mais de duas mil regularizações representam “cerca de 40% dos militantes com capacidade eleitoral activa” naquela federação.

É nos concelhos de Famalicão e de Fafe que este processo assume maior relevância. Neste dois concelhos, um total de 1191 militantes viram as suas quotas pagas. De acordo com Ramalho, 192 dos 363 militantes de Fafe nunca tinham participado, até agora, em qualquer acto eleitoral do partido.

Filho do construtor que pagou presente de 14 milhões a Salgado é accionista de referência do Montepio Geral

uroboros

Estado prepara venda directa de 31,5% dos CTT

Aqui.

Teach

Eu sei… o fascismo e tal… a repressão sexual e o camandro. Era preciso libertar as pulsões e o povo andava reprimido ao ponto de achar que a margarina era o afrodisíaco ideal.

Nos anos 70 e mesmo 80 a malta nova não tinha dinheiro ou espaço para libertar a líbido em condições e os GNR ajudaram à mitologia das dunas, a pele ao sol, o sal do mar, os arranhões das salgadeiras ou cactos malandros e a areia em sítios onde só se dava por isso um bocado depois de saber bem.

Aqui por baixo, a Tróia e a Lagoa de Albufeira tomadas de assalto pelo campismo selvagem em democracia eram territórios de eleição e experiências interessantes, entre alguma setentrional em busca de emoções fortes e a amiga que menos de um ano depois se tornava conjuge por causa das circunstâncias e carências.

O deserto da juventude em fogo.

E mais piroseiras a condizer.

Mas… desculpem-me lá… tudo a favor do aquecimento e do despertar, mas muito pouco a favor da concretização em tais paragens… a menos que não existisse mesmo alternativa próxima e a oportunidade se perdesse de vez. Nesse caso, lá teria de ser mesmo e fé nos deuses.

Há quem continue a dizer, décadas depois, que se sente excitad@ com a sensação de rebeldia, de perigo, de desafio às convenções sociais.

Que é romântico?!

De romântico, a areia na virilha ou em outras paragens aconchegadas tem pouco, em especial se associada a um escaldão (pulverizar sempre as áreas expostas antes de as expor… confiem em mim, a menos que tenham melanina de sobra… o que não é o meu caso)

Rebeldia? Radicalidade?

Se querem ser rebeldes e radicais e exibir a vossa potência genésica, tentem lá então fazer a coisa ouvindo música do Nel Monteiro ou uma crónica do Marques Mendes.

Meninas, se o rapaz conseguir manter uma operacionalidade sensual é porque vos ama de verdade ou então porque é um tarado completo.

Meninos, se ela se mantiver interessada na coisa ou é surda ou então ainda acabam por descobrir que trouxeram a avó em vez da neta.

Poderia desenvolver o tema, mas penso que já fica o rascunho suficiente.

Simpatizo com o André, mesmo quando discordo valentemente dele, embora nem seja este o caso, embora já esteja a tentar estender a confusão à CGD, para demonstrar que a banca “pública” (infiltrada desde o PS aos CDS por gestores da treta) é tão impura quanto a privada.

Mas, como eu já disse e repeti, a insurgência já teve muito melhores dias. Agora até anda por lá quem peça para ser insultado por mim.

Ora… quem me conhece sabe bem que um insulto em boca minha é pérola que não se desperdiça a pedido.

Não é feitio, é defeito, mesmo.

Não me apetece ir para uma praia pejada de gente como o metro em hora de ponta, com o argumento que são férias, todos estamos bem dispostos e é muito interessante falar e conhecer a opinião dos outros.

Admiro quem pensa assim (é mentira, não admiro nada), mas não é essa a minha praia.

Nem é aquela em que um tipo (ou leidi) chega à praia e, por pouca gente que tenha, começa logo a tentar dominar o ambiente, conhecer quem está, entabular contacto e converseta de ocasião, porque comigo acaba em solilóquio, a menos que o bocejo não seja suficiente para a coisa nem chegar a tanto.

Ainda se fosse para falar do divórcio do Tony Carreira…

“Um Concurso Externo Extraordinário desigual e notoriamente insuficiente”

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… e deixem-nas por aqui, pois eu ando meio desatento, a tentar limpar a cabeça e tal… e a verificar a cada meia hora se ainda tenho o dinheirinho seguro debaixo do colchão.

Entretanto…

Publicitação das listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação e Desistências do concurso externo extraordinário 2014/2015

Concurso Externo Extraordinário – ano escolar de 2014/2015

Temos maus especialistas, Alexandre Homem Cristo?

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