La Vida Loca!


… ou relatores ou conselheiros, parentais ou outros, acerca de um aluno meu do 5º ano.

Penso ser uma coisa na área da Saúde e a mim carecem os conhecimentos e sobram desconhecimentos.

É que ele boceja imenso nas aulas, muito ruidosamente, assim de forma escancarada e a seguir aos lanches da manhã arrota sonoramente, benzódeus e alá (não discriminemos), o que me dizem ser contra as regras da cortesia social e desperta muita gargalhada no resto dos colegas.

Eu, como sabem, tenho um trauma por ser fascista e um professor muito retrógrado como disse aquele político que era bloquista e agora vai avançando para o ps, pelo que receio excluí-lo (ao aluno) e contribuir para uma cultura punitiva arcaica.

Diz-me @ DT que de casa dizem que não sabem já o que fazer, que ele em casa não é assim e que a vida e coiso está difícil e sai-se cedo e chega-se tarde quando se consegue ter emprego.

De cadernos tenho notícia ocasional e de colaboração na aula ficámos falados lá acima, com o acréscimo da frase mais comum “o que é que eu fiz desta vez?”

Já o tentei sensibilizar de diversas formas, mas se o mantenho na sala tenho queixas de parte dos alunos que dizem que ele os distrai e se o mando sair tenho quem me diga que não sei controlar a sala de aula.

Eu sei que os especialistas, relatores, conselheiros unânimes e demais gente que sabe disto, me dirá que isto são casos particulares e que eu devo desenvolver as minhas skills de forma a motivar para as aprendizagens, que o problema é meu e que se, de algum modo, limitar a liberdade do aluno lhe pode provocar danos na auto-estima  e problemas emocionais gerais e específicos de diversa ordem.

Que isto é tudo casuístico e que eu tenho sempre uma miopia terrível em relação ao grande cenário do custo por aluno e da ausência de provas sobre os ganhos é um dado adquirido.

Os sampaios dirão que eu estou a falhar na comunicação e os sebastiões que eu estou a promover a tal exclusão e que os alunos que se queixam estão a vitimizar-se sem necessidade. E que eu sou limitado e deveria dar lugar a gente nova, com capacidade para levar com meia dúzia de arrotos e nem pestanejar.

Não vos queria dizer ou chocar mas isto, numa daily basis, é uma grande bosta.

E olhem, eu até critiquei aquela doutora muito professora por traçar um quadro apocalíptico das salas de aula.

Isto é mais uma moínha.

Aguardo a recomendação… não é preciso ser no trebuchet oficial.

Podem mandar em vídeo.

arroto1

«Menteur !» hurle Yánis Varoufákis, fou de rage. Jeroen Dijsselbloem, habitué à la courtoisie qui règne habituellement au sein du club des ministres des Finances de la zone euro, est livide. Le Néerlandais, président de l’Eurogroupe, paraît bien fragile face au massif ministre grec des Finances au physique à la Bruce Willis.«C’était incroyable. On a vraiment cru qu’ils allaient en venir aux mains», raconte un témoin de la scène. Elle a eu lieu lundi après-midi, avant le début de l’Eurogroupe (…).

O resto também é muito interessante…

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… é que talvez, em período de aulas, alguns papás e mamãs se preocupem com a hora a que os seus rebentos andam a fazer figuras tristes pelas ruas e a chatear o inocente próximo que queira sossego sem ter de aturar conversas alarves de precoces labreg@s.

Mas… se eu me lembrar dos antecedentes, não vale a pena ter muita esperança que o que me parece que mais querem é vê-los pelas costas (na escola ou na rua) ou a dormir.

E se lhes dissermos alguma cosa… é tudo normal, é a jubentude pá, nunca foste assim? E nem vale a pena responder ou há zaragata porque isto da parvoíce emplumada tem muito de genético.

 

que um alegado inimputável ministro se auto-elogiou. Só se foi no planeta Kraten…

 

O bloco está completely… ps.

 

Should Principals Be Treated Like CEOs?

A new report argues that the way to attract and hold onto high quality school leaders is to give them more autonomy, administrative support, and a $100,000 raise.
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Agradecendo a referência ao Luís Braga.

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