Na falta de uma Universidade de Verão e de pilim para alugar o Pontal ou o Chão de Qualquer Coisa na madeira, aqui no Umbigo decidiu assinalar-se a reentrada no ano político e lectivo com uma iniciativa de magnitude digna de Liliput.

A ideia é atribui o prémio “O Liberal Encostado (Ao Estado) do Ano” à figura publica que apresente a mais feliz combinação das seguintes condições:

  • Ser um assumido defensor da doutrina liberal na Economia e, já agora, da necessidade de um Estado Magro, tendo-se destacado pela ferocidade das críticas ao despesismo público.
  • Ter, nos últimos tempos e em especial no último ano, a sua carreira profissional marcada pelo encostanço, através da aceitação de cargos de relevo (e bem pagos) nesse mesmo Estado ou organismos conexos, da realização de negócios privilegiados com esse mesmo Estado ou do apoio à prática da disseminação de relações de tipo clientelar a partir da ocupação de cargos de natureza política e executiva.
  • Poder, sem que se notasse qualquer perda significativa para a res publica, ser substituído nas suas funções pelo Emplastro, auto-designado filho do Pinto da Costa.

A escolha será feita a duas voltas, a primeira com 10 candidatos e a segunda com os 4 mais votados naquela.

O objectivo é fazer chegar às mãos do grande vencedor o troféu idealizado pelo Antero Valério, seja em impressão emoldurada, seja (em tempos de crise, por mero envio electrónico do ficheiro de alta definição.

Pensei fazer mini-biografias a justificar os 10 escolhidos, mas depois achei que quase todos eles são óbvios, seja pelo brilhantismo do seu trajecto, seja pela adequação das suas teorias à prática de vida.

Passemos então à votação – 1ª fase: