refazer do vento que me regenere
e renegar do vento a depressão violenta
concerto para piano e orquestra
e coisas que cegam por ausência extrema
tal e qual como daquela vez contínua

teutónicas as musas fluem desorganizadas
num charco de infusões de urtigas brandas
brancas como olhares perecidos de cancro
ou azúis ou verdes pântanos e todas pretas

ide consolá-las ó meu sonho de noites claras
ouvi o ronronar espreguiçado do fero da obliquidade
na balança que vos for mais infiel e gritai
com dores que a realidade está inclinada
para todas as dimensões que se contam depois

 

Ó soares velho, desapareça do elefante!

 

xu

… é um descanso!

 

ajp

um idiota a formar-se em antropologia.

 

é patrocinado pelas zero-zer0-agá e quarenta e uma da matina!

 

 

Já vomito tanto eusébio em direitos televisivos.

Se eu morrer – quero dar uma volta no Estádio do Bonfim!

 

ao Plano BCDEFGH…!

ses

miratec

do acto ou efeito de gravar ou tornar gravoso?

 

Três…

 

Falta bué da pouco. Apitam ou não?

os sindicatos vão fazer uma greve ou duas

 

o buli é um anjo, aleluia