Concordo com greves que durem até que se altere o pressuposto daquelas. Analisando o histórico, não lhes conheço que desígnios – no que aos professores respeita – se confirmaram. A teoria da conspiração aponta, se formos por aí, para que o antagonismo dos parceiros se salde em pizzas pagas ao mini-histérico para munir cheiros de migalhas ao outro.

Uma greve é um último recurso, um anti-definhamento. Por isso, ou é séria e conforta os que a executam – ou é uma agenda de bem-estar para os não sérios que a agendam.

Uma greve só resulta com prazo que traga consigo a solução da sua origem.

 

 

Qualquer geadas conhece que os serviços portugueses, para serem secretos não deverão ser públicos. É por isso que a geada do metro, que não me afecta, afecta os geadas capitais. Ide ver as denúncias duns gajos que não andam à chuva nem produzem porra nenhuma.

 

 

Agora – o alemão todo kü do esboroado bloco:

 

Eine Regierung die Deutscher als die Deutsche ist

 

Mais uma Carta de Guia de Casados, versão anti-chumbo, uma versão da especificidade da pilhérica prova.

 

Seis meses é meio ano e será demais para experiências passadas, digo eu.

 

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