vai ser um de Abril.

 

 

São requisitos de admissão ao concurso:
a) Exercício efetivo de funções docentes com qualificação profissional em estabelecimentos
públicos de educação pré-escolar ou dos ensinos básico e secundário em pelo menos 365
dias nos três anos imediatamente anteriores à data de abertura do presente concurso, em
regime de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo.

Se forem mais, tirando aquilo dos bissextos, conta?

É esse projeto de liberdade, democracia, justiça e progresso social que há 93 anos defendemos que nos vincula e que nos distancia de opções e orientações da República Popular Democrática da Coreia.

Um distanciamento com dúvidas.

Os casos pontuais serão resolvidos por quem estatisticamente de direito. Disse!

 

Hoje marquei tpc’s. Se podiam fazê-los em proveito próprio? Ó geadas, evidentemente!

Um elevador desloca-se do primeiro ao décimo piso de um complexo industrial.

R: Boa! Qual? Além disso, não se desloca – é deslocado!

Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.

Especialmente se a agressora se mascara em autoridade.

amanhã não caberá um feijão na escadaria da AR e além dela.

 

Adenda: Cuidado, que não sois agentes da ordem!

Aleluia

Era a mulher — a mulher nua e bela,
Sem a impostura inútil do vestido
Era a mulher, cantando ao meu ouvido,
Como se a luz se resumisse nela…
Mulher de seios duros e pequenos
Com uma flor a abrir em cada peito.
Era a mulher com bíblicos acenos
E cada qual para os meus dedos feito.
Era o seu corpo — a sua carne toda.
Era o seu porte, o seu olhar, seus braços:
Luar de noite e manancial de boda,
Boca vermelha de sorrisos lassos.
Era a mulher — a fonte permitida
Por Deus, pelos Poetas, pelo mundo…
Era a mulher e o seu amor fecundo
Dando a nós, homens, o direito à vida! 

[Pedro Homem De Melo] in Miserere

Povo

Povo que lavas no rio,
Que vais às feiras e à tenda,
Que talhas com teu machado
As tábuas do meu caixão,
Pode haver quem te defenda,
Quem turve o teu ar sadio,
Quem compre o teu chão sagrado,
Mas a tua vida, não!

Meu cravo branco na orelha!
Minha camélia vermelha!
Meu verde manjericão!
Ó natureza vadia!
Vejo uma fotografia…
Mas a tua vida, não!

Fui ter à mesa redonda,
Bebendo em malga que esconda
O beijo, de mão em mão…
Água pura, fruto agreste,
Fora o vinho que me deste,
Mas a tua vida, não!

Procissões de praia e monte,
Areais, píncaros, passos
Atrás dos quais os meus vão!
Que é dos cântaros da fonte?
Guardo o jeito desses braços…
Mas a tua vida, não!

Aromas de urze e de lama!
Dormi com eles na cama…
Tive a mesma condição.
Bruxas e lobas, estrelas!
Tive o dom de conhecê-las…
Mas a tua vida, não!

Subi às frias montanhas,
Pelas veredas estranhas
Onde os meus olhos estão.
Rasguei certo corpo ao meio…
Vi certa curva em teu seio…
Mas a tua vida, não!

Só tu! Só tu és verdade!
Quando o remorso me invade
E me leva à confissão…
Povo! Povo! eu te pertenço.
Deste-me alturas de incenso,
Mas a tua vida, não!

Povo que lavas no rio,
Que vais às feiras e à tenda,
Que talhas com teu machado,
As tábuas do meu caixão,
Pode haver quem te defenda,
Quem turve o teu ar sadio,
Quem compre o teu chão sagrado,
Mas a tua vida, não!

Pedro Homem de Mello, in “Miserere”

comemorar o desígnio no Campo Pequeno

porque é que iria achar que esta não será apenas para noticiários esperados?

É que a última foi cancelada sem resultados.

 

amigável do estado? Essa é que era!

admoesto o ministro crato a fazer uma prova comigo

Disse!

 

e a contar!

 

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