Só duas delas, muito frequentes nos últimos dias

  • Quem ainda acha que vive em 2006, antes do novo ECD e que insiste em falar que está num escalão que deixou de existir há muito tempo. Habituem-se a guiar o vosso raciocínio pelo índice salarial. Parece que três anos depois há quem ainda não tenha percebido que o 7º escalão (que era o meu à data) se transformou no 4º escalão EM  2007!!! Acordem, caramba, mexam-se, renovem a ligação à Terra que o congelamento foi ao salário e  progressão, não ao neurónio!!! Desculpem lá, mas enfim. O que está em discussão é a 3ª mudança à carreira desde o ECD dos anos 90.
  • Quem quer que os milagreiros saibam quando vão mudar de escalão, por favor, ao menos informem-se da data em que mudaram da última vez. Dêem-se ao trabalho de ver as listas de antiguidade que é obrigatório serem afixadas nas escolas em Janeiro de todos os anos. Dirigam-se às secretarias e peçam o vosso registo biográfico, façam alguma coisa pelos vossos direitos, não se limitem a criticar, na hora da bica, os sindicalistas, mesmo que eles deixem muito a desejar. Não sou sindicalizado, acho que nunca o serei, pelo que as minhas críticas são externas, nem sequer são de quem paga a quota para ser representado. Quem não sabe há quanto tempo está num escalão que capital crítico pode ter para… Vá lá, nem peço que me desculpem pelo mau feitio, apenas peço que façam o mínimo dos mínimos por vós próprios.

Não me incomoda nada ajudar e esclarecer seja quem for, mas sem um mínimo de dados e informações, a menos que eu e outros iluminados comecemos a lançar búzios e a ler nas vísceras dos galináceos ou no voo dos pardais assarapantados, como querem que adivinhemos?

Uma coisa é colocarem-se questões concretas, demonstrativas dos erros do sistema ou dos remendos, outra esperar que qualquer um seja oráculo de Belline (mesmo contando que andámos os dois na mesma escola primária com poucos anos de diferença…).