É do conhecimento público que o senhor Miguel de Sousa Tavares considerou “os professores os inúteis mais bem pagos deste país.” Espantar-me-ia uma afirmação tão generalista e imoral, não conhecesse já outras afirmações que não diferem muito desta, quer na forma, quer na índole. Não lhe parece que há inúteis, que fazem coisas inúteis e escrevem coisas inúteis, que são pagos a peso de ouro? Não lhe parece que deveria ter dirigido as suas aberrações a gente que, neste deprimente país, tem mais do que uma sinecura e assim enche os bolsos? Não será esse o seu caso? O que escreveu é um atentado à cultura portuguesa, à educação e aos seus intervenientes, alunos e professores. Alunos e professores de ontem e de hoje, porque eu já fui aluna, logo de “inúteis”, como o senhor também terá sido. Ou pensa hoje de forma diferente para estar de acordo com o sistema?
O senhor tem filhos? – a minha ignorância a este respeito deve-se ao facto de não ser muito dada a ler revistas cor-de-rosa. Se os tem, e se estudam, teve, por acaso, a frontalidade de encarar os seus professores e dizer-lhes que “são os inúteis mais bem pagos do país.”? Não me parece… Estudam os seus filhos em escolas públicas ou privadas? É que a coisa muda de figura! Há escolas privadas onde se pagam substancialmente as notas dos alunos, que os professores “inúteis” são obrigados a atribuir. A alarvidade que escreveu, além de ser insultuosa, revela muita ignorância em relação à educação e ao ensino. E, quem é ignorante, não deve julgar sem conhecimento de causa. Sei que é escritor, porém nunca li qualquer livro seu, por isso não emito julgamentos sobre aquilo que desconheço. Entende ou quer que a professora explique de novo?
Sou professora de Português com imenso prazer. Oxalá nunca nenhuma das suas obras venha a integrar os programas da disciplina, pois acredito que nenhum dos “inúteis” a que se referiu a leccionasse com prazer. Com prazer e paixão tenho leccionado, ao longo dos meus vinte e sete anos de serviço, a obra de sua mãe, Sophia de Mello Breyner Andresen, que reverencio. O senhor é a prova inequívoca que nem sempre uma sã e bela árvore dá são e belo fruto. Tenho dificuldade em interiorizar que tenha sido ela quem o ensinou a escrever. A sua ilustre mãe era uma humanista convicta. Que pena não ter interiorizado essa lição! A lição do humanismo que não julga sem provas! Já visitou, por acaso, alguma escola pública? Já se deu ao trabalho de ler, com atenção, o documento sobre a avaliação dos professores? Não, claro que não. É mais cómodo fazer afirmações bombásticas, que agitem, no mau sentido, a opinião pública, para assim se auto-publicitar.
Sei que, num jornal desportivo, escreve, de vez em quando, umas crónicas e que defende muito bem o seu clube. Alguma vez lhe ocorreu, quando o seu clube perde, com clubes da terceira divisão, escrever que “os jogadores de futebol são os inúteis mais bem pagos do país.”? Alguma vez lhe ocorreu escrever que há dirigentes desportivos que “são os inúteis” mais protegidos do país? Presumo que não, e não tenho qualquer dúvida de que deve entender mais de futebol do que de Educação. Alguma vez lhe ocorreu escrever que os advogados “são os inúteis mais bem pagos do país”? Ou os políticos? Não, acredito que não, embora também não tenha dúvidas de que deve estar mais familiarizado com essas áreas. Não tenho nada contra os jogadores de futebol, nada contra os dirigentes desportivos, nada contra os advogados. Porque não são eles que me impedem de exercer, com dignidade, a minha profissão. Tenho sim contra os políticos arrogantes, prepotentes, desumanos e inúteis, que querem fazer da educação o caixote do( falso) sucesso para posterior envio para a Europa e para o mundo. Tenho contra pseudo-jornalistas, como o senhor, que são, juntamente com os políticos, “os inúteis mais bem pagos do país”, que se arvoram em salvadores da pátria, quando o que lhes interessa é o seu próprio umbigo.
Assim sendo, sr. Miguel de Sousa Tavares, informe-se, que a informaçãozinha é bem necessária antes de “escrevinhar” alarvices sobre quem dá a este país, além de grandes lições nas aulas, a alunos que são a razão de ser do professor, lições de democracia ao país. Mas o senhor não entende! Para si, democracia deve ser estar do lado de quem convém.
Por isso, não posso deixar de lhe transmitir uma mensagem com que termina um texto da sua sábia mãe: “Perdoai-lhes, Senhor
Porque eles sabem o que fazem.”
Ana Maria Gomes
Escola Secundária de Barcelos
Março 20, 2008 at 9:55 pm
Se a nossa Sophia soubesse que a Educação serve de pasto para energúmenos….
Março 20, 2008 at 9:57 pm
E esta …?
Tinha a ideia que este senhor direcionava bem a sua fértil inteligência , mas estava enganado .
Parabéns pelo seu texto Ana Gomes !
Março 20, 2008 at 9:57 pm
brilhante, este texto!
Março 20, 2008 at 10:02 pm
Este senhor (MST) já várias vezes disse em horário nobre (como comentador da TVI): “o governo interviu” (!).
Fica-lhe muito bem… Filho de escritora que muito prezo, porém o filho não lhe chega aos calcanhares… “Falta-lhe um bocadinho assim…”, como dizia aquele anúncio para miúdos.
Março 20, 2008 at 10:03 pm
Colega, gostei do seu texto e compreendo a razão que a levou a escrevê-lo, mas o Sousa Tavares e a sua cassete anti-professor não merece que se perca um minuto com ele! Vai haver uma novela a partir de uma “obra” dele. Ora aí está um bom motivo para 100000 e respectivas famílias não ligarem o canal em que a “obra” passa!
Março 20, 2008 at 10:04 pm
Das melhores famílias nascem os piores bandidos…
Março 20, 2008 at 10:05 pm
Excelente texto.
Parabéns Ana Gomes.
Quanto ao MST, é necessário não valorizar o que diz …. porque infelizmento não sabe o que está a dizer …
Março 20, 2008 at 10:11 pm
Gostei do que escreveu e do modo como o escreveu. Gostaria, se mo permite, de acrescentar que os “inúteis mais bem pagos do país” estão na profissão por concurso público sujeitos a listas de graduação e não por serem filhos de pessoas que nos deixaram algo, principalmente a mãe desse sujeito transformado em fazedor de opinião, a quem já não consigo ouvir há já muito tempo. É que falar das coisas sem conhecer a realidade só pode ser feita por quem não tem respeito algum pelo outro e que apoiado nos nomes dos seus progenitores se acha no direito de opinar sobre tudo, como quer e lhe apetece, arrecadando, certamente, proventos maiores do que “os inúteis mais bem pagos” por comentários inúteis. Parafraseando o Dr. João Jardim “… esse Tavares defeca baba e bebe ranho na socialista comunicação social”.
Março 20, 2008 at 10:14 pm
Parabéns Ana Gomes,
Esse senhor – MST – é sangue azul, menino mimado, filho da mamã Sophia ( com ph ) e do famoso Tareco. Gente de outra galáxia.
Março 20, 2008 at 10:15 pm
Se MST divulgasse quanto ganha por cada crónica no Expresso se perceberia quem é demasiadamente bem pago pelo que faz.
E mal feito, ainda por cima.
Março 20, 2008 at 10:21 pm
Não é preciso ser-se psiquiatra para imaginar que o MST terá problemas graves e profundos, eventualmente na linha Freudiana (mas isto é mera suposição da personagem Moriae). Não sendo inimputável, dou-lhe 100 dias (na altura dei 50 ao Rangel).
Março 20, 2008 at 10:22 pm
Comentário 8…não conhecia, mas gostei…
Parafraseando o Dr. João Jardim “… esse Tavares defeca baba e bebe ranho na socialista comunicação social”.
Se a senhora sua mãe fosse viva, talvez não tivesse coragem para escrever tais ALARVIDADES!!!
Por cada crónicaa no Expresso disseram-me que ganha mais de 2000 euros…
Março 20, 2008 at 10:22 pm
É verdade sim .Este senhor diz interviu em vez de interveio. Grande vergonha!E pagam-lhe e bem!
Março 20, 2008 at 10:22 pm
Pena que não encontre o vídeo com a gravação do famigerado vomitado de MST. Sei que foi na TVI em 25 de Fevereiro 08. Eu ouvi, mas fiquei tão enojada pela alarvidade e desconhecimento da situação, a voz grossa e arrogante, como se percebesse tudo do assunto, que desliguei!
Hoje fui procurar no site da TVI, mas estranhamente, estão comentários de MST anteriores, posteriores, mas não está este!
Março 20, 2008 at 10:27 pm
Lembro-me de ele ter reduzido tudo a uma questão de dinheiro. Profundamente desconhecedor da situação.
Disse: Dêem-lhes (aos professores) mais dinheiro, que eles calam-se.
Março 20, 2008 at 10:34 pm
Inúteis bem pagos são os comentadores, que não fazendo qualquer tipo de investigação ( ou seja não trabalhando) destilam, sem qualquer tipo de pudor intelectual, o seu fel sobre quem, no momento, vende. Este senhor já ofendeu, por repetidas vezes, os professores. Ao que parece, sente por eles um profundo desprezo pelo tédio que lhe provocaram nos seus tempos de estudante. Esqueceu-se que os outos meninos não tinha a mãe a ler-lhes poemas enquanto dançava pela sala, nem um pai que à liberdade disse tudo, mas que não lhe ensinou que ele, Miguel, não é o centro do mundo e que nem todos tiveram a sorte de ter uma Sofia a colorir-lhes a existência. Além disso, a Escola de que fala, não existe mais.
Março 20, 2008 at 10:39 pm
Da bosta nasce por vezes uma flor, mas por vezes uma flor alimenta-se da bosta.
Março 20, 2008 at 10:41 pm
O Miguel S Tavares está um téeeeedio! E antigamente, pelo menos, era bonito. Agora está completamente deprimente! Coitadinho. Vamos quotizar-nos para lhe pagarmos uma plástica. Quem sabe, com melhor auto-estima, ele começasse a ler qualquer coisinha sobre os assuntos de que fala! A pedopsiquiatra, certamente, acha que ele merece compreensão!
Março 20, 2008 at 10:42 pm
Colegas: não justifica estarmos a perder tempo com este personagem… e vejam lá se não lhe compram os livros.
António
Março 20, 2008 at 10:54 pm
Acima de tudo: não lhe compro nem um livro
Março 20, 2008 at 10:56 pm
Bem… esse sr. bem pode agradecer aos professores o facto da obra da sua mãe ter sido divulgada por eles…quanto ao filho não passa de um copista
Março 20, 2008 at 11:00 pm
Para ler Miguel de Sousa Tavares e entender o que o faz correr, convém estar a par de um elemento central da sua idiossincrasia: por razões de educação ou de opção filosófica, ou por circunstâncias da vida impossíveis de destrinçar, o homem é um viciado em pogroms. Convoque-se um qualquer tumulto contra um qualquer grupo a que se possam apontar privilégios – e lá está o nosso Miguel, armado de um chuço, no meio da multidão e confundido com ela, pronto a espancar, a incendiar, a esventrar.
http://ferrao.org/2008/03/jos-luis-sarmento-intifada.html
Março 20, 2008 at 11:04 pm
Um chuço?? rsrsrs O eminente escritor munido de um chuço. Não condiz com o sangue azul. Nem verde!
Março 20, 2008 at 11:16 pm
LEIAM…. Comentário num blog de Ramiro Marques.. não sei se é ou não verdade! Não tive pachorra para ir ler nada sobre este senhor
“Está tudo dito sobre esse senhor… ou talvez não. De facto os professores dele devem estar envergonhados com o que ele diz, mas mais ainda com o que ele escreve, ou copia.
Miguel Sousa Tavares está a ser acusado por um blogger de plágio, alegando que o jornalista copiou parágrafos inteiros do livro «Cette Nuit la Liberté» de Dominique Lapierre e Larry Collins, na obra «Equador», um dos maiores sucessos de vendas em Portugal.
O blogue freedomtocopy.blogspot.com apresenta quatro exemplos de «pérolas de exploração de trabalho alheio».
Ver:
http://ocasionalidades.wordpress.com/2006/10/24/blog-acusa-miguel-sousa-tavares-de-plagio-em-%C2%ABequador%C2%BB/
http://nucleoduro.blogspot.com/2006_10_01_nucleoduro_archive
Março 20, 2008 at 11:30 pm
L&L, lembro-me dessa história … o blogue que lhe deu origem ‘eclipsou-se’ acho mas pelos vistos voltaram à carga.
é assim mesmo! Se é plágio, é plágio. Vamos lá ver! LOL 100 dias e não 100 000 numa causa com ele ao lado!
Março 20, 2008 at 11:31 pm
Este senhor (MST) é uma besta quadrada. O gajo tem um monte perto de Mora, e por cá ninguém gosta dele! Nem aqueles que lhe são mais próximos o devem suportar! Um verdadeiro parvalhão!!
Março 21, 2008 at 12:09 am
Tenho (oferecidos!) dois livros dele. Apetecia-me dar-me à despesa de lhos enviar para o Expresso!…
Março 21, 2008 at 12:27 am
Acho que a ideia de lhe devolvermos os livros é genial!
com um PS: Nunca mais!!
Março 21, 2008 at 12:37 am
‘bora aí enviar!
Março 21, 2008 at 1:04 am
“Há escolas privadas onde se pagam substancialmente as notas dos alunos, que os professores “inúteis” são obrigados a atribuir.”
Não estou sózinho quando digo que a generalidade do ensino privado(secundário) é uma fraude!!!
Duas Notas:
1.O filho do MST em idade escolar estuda aqui:
http://www.espn.edu.pt/
tal é público, dito pelo próprio MST.
2.Sobre os salários dos professores ouvi-o recentemente na TVI dizer que os professores deviam receber mais.
Março 21, 2008 at 1:04 am
O plágio dos dois livros mecionados é evidente. Já tive oportunidade de comparar e em alguns parágrafos só variam os nomes dos personagens, lugares e pouco mais.
Quem pretende falar sobre tudo e sobre todos não consegue ter a lucidez necessária para ser rigoroso no que diz.
É um perfeito alarve, mas já um seu ascendente próximo também o era.
Março 21, 2008 at 1:04 am
Faço questão de não comprar,ler ou recomendar nem mais um livro do MST.
Março 21, 2008 at 1:05 am
Sozinho e não “Sózinho”
Março 21, 2008 at 1:48 am
Eu nunca comprei livros dele, graças a Deus, mas comprei muitos da mãe dele e aconselhei-os a milhares de alunos. Sim cada um de nós já teve milhares de alunos a lerem os livros maravilhosos da sua mãe. Agora, nem isso, as escolas já estão recheadas deles e não há necessidade de mais compras que lhe façam inchar os bolsos.
Março 21, 2008 at 1:49 am
Pois é!
Quem sai aos seus não degenera!
O tipo é igualzinho ao pai!
Março 21, 2008 at 2:20 am
Gostava da revista Grande Reportagem e da maior parte dos comentários que fazia.
Depois que este senhor começou a asnear e a fazer marcação cerrada à nossa classe, fui paulatinamente deixando de o admirar.
É que o MST começa a assemelhar-se cada vez mais àqueles que, conhecendo meia dúzia de árvores, acham que sabem tudo acerca das florestas.
E foi por estas e por outras que consegui cortar com o vício (de décadas) de ler o “Espesso”.
Não sei se é das areias dos desertos, se da falta de caça, que desde há algum tempo tem dirigido a mira para os profs.
Mas já me vou habituando às suas deflagrações de palavras e pólvora secas.
Devo-me manter sereno, é só fumaça…
Março 21, 2008 at 2:21 am
Sr. Tavares
O Sr. que faz do texto telas pinceladas por toneladas de descrições, podia obsequiar-nos com uma autobiografia. Com um tão elevado e crente saber supremo e inquestionável, os inúmeros volumes da obra asfixiariam o leitor com pensamentos nicotínicos, fanáticos e fundamentalistas, próprios de um fervoroso adepto da arrogância, patetice intelectual, ignorância social e …muita má criação.
Cuide-se Sr. Tavares, porque ganhar dinheiro a dizer patacuadas, no mínimo é desonestidade.
Na
Março 21, 2008 at 4:04 am
Esclareço DA e os outros que o filho do MST já não estuda no PN, onde esteve até ao 9º. Agora está no Mª Amália, em Humanidades. Também se informa que até é bom míudo (e aluno) quando simpatiza com o professor e arrogante com os restantes. Não difere muito dos outros, a não ser pelo facto de se deixar embevecer por aquilo que escreve.
Março 21, 2008 at 4:44 am
who let the dogs out?,
Isso não sabia. Pensei que ainda andasse no PN.
Algum motivo em especial para se transferir para o Maria Amália?
Tenho a ideia do PN ser mais queque e mais prestigiado, actualmente, que o MA.
Fora do assunto, já li o vosso(Do Pedro Nunes) projecto educativo para o triénio 2007-2010, está interessante e mais completo que anterior(melhor caracterização dos alunos, dos professores e da escola). Eu sou um “apaixonado” pelos ex-Liceus históricos, por isso custa-me tanto o que se está a passar à volta do Carolina Michaelis.
Março 21, 2008 at 12:32 pm
Pois, a culpa não é da Mãe: como alguém escreveu em cima ele sai ao pai: não degenerou.
Março 21, 2008 at 12:46 pm
Não sabe o que diz porque os seus filhos sempre estudaram em colégios particulares caríssimos, daí o termo idiotas bem pagos.
Março 21, 2008 at 3:31 pm
João Serra leia o comentário 38.
Março 21, 2008 at 8:19 pm
[...] A frase foi tirada da carta de uma professora de Barcelos que merece ser lida no integral. [...]
Março 21, 2008 at 9:59 pm
Qual frase ?
Março 21, 2008 at 10:32 pm
Mais outra grande colega da minha escola a escrever um belíssimo texto… quem lhe dera ao senhor Tavares saber escrever assim, sem ter que ir espreitar nos livros dos outros…
O textinho vai já a caminho do próprio
Março 21, 2008 at 10:41 pm
A frase é “É do conhecimento público que o senhor Miguel de Sousa Tavares considerou os professores “os inúteis mais bem pagos do país.”
Março 21, 2008 at 11:06 pm
Artigo curioso sobre a mediocridade do “Rio das Flores” de Miguel Sousa Tavares, por Vasco Pulido Valente:
http://static.publico.clix.pt/docs/cultura/rioDasFlores.pdf
A resposta do MST foi pela sua via mais utilizada: ameaças pessoais, ofensas e afins.
Não se cansa de processar tudo e todos que usem a mais pequena frase de alguma obra da ilustre mãe.
A sua visão sobre o tabaco é outra que tal…
Agora, percam mais uns segundos neste artigo:
http://conspiracaoas7.blogspot.com/2007/11/vasco-pulido-valente-10-miguel-de-sousa.html
O “home” deveria ter ficado calado. A TVI, por exemplo, chama-o para que se ouçam as palermices que tem para dizer. É como um bobo da corte a quem se paga para fazer asneiras. Parte do povo vai atrás claro. Nada de novo. Aumentem as audiências…
Vá lá para o seu estúdio de copismo, senhor tavares. Aperfeiçoe a arte, que para isso encontrou o senhor o caminho certo.
É mais um, dos (poucos) palermas, que abre facilmente a boca sobre os professores para dizer o que lhe traz visibilidade. Dizia-se que o português era mesmo bom era a dizer mal, por isso cá vai, amor com amor se paga: o senhor, é muito pouco útil ao país.
PS. não sou Professor, sou Médico.
Março 21, 2008 at 11:08 pm
Muito pouco fair-play e poder de encaixe, quando algumas verdades fazem doer. MST tem uma perspectiva, tal como Emídio Rangel ou o blog Anti- Tretas. Mais uma quantas mais discretas, não escondidas. É óbvio que existem óptimos professores, exemplares escolas e muita gente que sabe ser PROFESSOR. Mas, não defendam o diabo. Há muita podridão que merece ser tratada.
E quando faltam os argumentos, a grande maioria dos professores, atacam com os erros ortográficos (de quem tem uma opinião diferente) e com conjecturas sobre eventuais distúrbios psíquicos (de quem tem uma opinião diferente). Mas o mais idiota é compararem a mãe a um filho…sinceramente…
Março 21, 2008 at 11:45 pm
E porque é idiota comparar mãe e filho? Porque são diferentes? Sophia de Mello Breyner foi um exemplo para o país, é uma referência. Defendeu os valores da justiça,da verdade e da harmonia.Era mãe de Miguel de Sousa Tavares, daí ser natural que quem escreveu a carta,tenha sentido que lhe devia prestar uma homenagem.Ter filhos que não seguem o exemplo dos pais é muito comum, assim como há pais que não seguem o exemplo dos filhos e deviam fazê-lo. Acontece a qualquer um…
Quanto aos erros, considero realmente grave que MST os cometa. Ser comentador exige a responsabilidade de se cuidar o discurso.
Março 22, 2008 at 2:18 am
Sr. Tavares
Novamente perco algum do meu precioso tempo com o senhor. Não que o senhor mereça tanto protagonismo, mas porque a indignação e a honra de uma classe são algo de muito nobre, que possivelmente não se encontram codificados no seu código genético.
Entre o prefácio e o epílogo do livro da sua vida, cada capítulo desperta a intensidade de uma arrogância doentia e a persistência de uma postura indesejável.
Mas como a revisão final da obra da sua vida ainda não foi efectuada, tente corrigir alguns episódios, e creia, sinceramente, que o grito de revolta dos professores jamais se divorciará dos vínculos da Verdade e da franqueza da Honestidade.
Para terminar, gostava de lhe dizer que lhe escrevo da minha cidade berço, a Invicta, que sou adepto do clube azul e branco, mas que não aceito qualquer tipo de plágio nem de facciosismo.
Passe bem, e lembre-se que, para quem nasceu em 1952, dizer tantas tontices pela boca fora pode ser considerado senilidade precoce, e em nenhum local de tratamento desta enfermidade é permitido fumar…por isso, cuide-se…não queira morrer da cura.
Respeitosamente
Um professor indignado
Março 22, 2008 at 5:05 am
laranjalima
stella maris
e outros
Era óptimo que a ideia de devolver os livros se generalizasse. Como disse noutro post, estou cansado de olhar para dois que tenho nas estantes. Se a ideia pegasse, seria divertido mostrar que aquilo não faz qualquer falta a ninguém. E tão fácil de fazer! Até outros teriam tento no que dizem. Há um daqueles senhores com grandes mercearias que chegou a ser atrevidote. Recebia nas caixas o dinheiro dos funcionários públicos e ainda por cima não se mostrava simpático. Comigo quase deixou de lucrar. Provavelmente outros fizeram o mesmo e ao notar a diminuição de fluxo financeiro moderou-se.
Março 22, 2008 at 9:04 am
Esta foi de arrombra!
Li o “Equador” e adorei. Lá nisso o rapazito tem jeito. Agora no que disse sobre os professores, em toda a classe profissional há bons e maus. O seu erro foi generalizar. Tive professores que jamais irei esquecer e tive outros que bem me apetecia mandá-los para serventes de qualquer coisa menos trabalhar na escola.
Já frequentei também o ensino belga e tenho a dizer que prefiro de longe os professores portugueses, quer no seu saber quer na sua maneira de dar aulas. O Ministério tem de perder a estúpida mentalidade de só querer copiar o que vem de lá de fora. Abrunhos!
Março 22, 2008 at 3:27 pm
Ainda me lembro de Francisco Sousa Tavares, o tal homem que nas imagens do 25 de Abril, no Largo do Carmo, está de megafone nas mãos em cima de uma guarita.
Mas lembro-me também posteriormente do seu estilo trauliteiro e mal educado, onde era comum dizer mal de tudo e todos. Apesar disso, o homem até chegou a ser ministro!
Miguel sousa Tavares, no estilo, começa a fazer jus à sua acendencia paterna!
Março 23, 2008 at 2:22 am
Mas não é só o MST. Outros há que não perdem a ocasião para, acutilantemente e como podem, estenderem as suas garras sobre os professores.
Deixo aqui um texto de alguém que, tendo telhados de vidro, não se exime de exprimir a sua opinião neste sítio: http://assobiodacobra.blogspot.com/2008/03/deseducao.html
e desta forma:
O Programa da Gestão das Escolas, a Avaliação dos Professores, a sua Progressão na Carreira, os Professores Titulares, a dignificação da Classe dos Professores, a humilhação dos Professores…….. são a face visível dos motivos de insatisfação dos Professores que têm levado estes, os Sindicatos e os Partidos Políticos da Oposição à contestação nas ruas. Acontece porém que isto não passa tudo de uma grandessíssima treta!
O que está verdadeiramente aqui em causa, conforme escreve Miguel Sousa Tavares na ultima edição do Expresso é que o nosso país é de há muito tempo a esta parte, estruturalmente e mentalmente corporativo e qualquer reforma de fundo que se queira implementar esbarra sempre contra uma feroz resistência. Tem sido assim em todos os sectores: Médicos, Magistrados, Agentes Culturais, Militares e Militarizados, Forças de Segurança e agora com os Professores.
As Corporações conforme diz MST e eu concordo com ele, apenas existem para defender os medíocres, os “deixa andar” e os incompetentes! Enquanto é tempo, está na hora de as colocar no seu devido lugar, a fim de não prejudicarem irreversívelmente o tão desejado desenvolvimento do País.
Analisemos sinteticamente em rectrospectiva o que se passou nos ultimos trinta anos no sector da educação!
As equipes governamentais do sector pertenceram maioritariamente ao PSD e normalmente nunca aqueciam muito o lugar! Sempre que tentavam implementar uma ou outra medida mais polémica, esbarravam na resistência dos Sindicatos liderados durante muitos anos pelo comunista Paulo Assucena e pela social-democrata Manuela Teixeira. O pacto entre os comunistas e os sociais-democratas ia no sentido da manutênção de uma paz pôdre onde não se levantavam muitas ondas contra a classe dos professores e se entregava a gestão das escolas a professores maioritariamente conotados com o partido comunista. Na prática mandavam de facto na Educação, ou na DESEDUCAÇÃO ( como queiram) no nosso país, aquelas duas figuras, que durante anos exerceram esse poder.
O modelo da Gestão das Escolas em vigor até à data assentava na figura de um Conselho Directivo eleito pelos professores que se eternizava normalmente por sucessivos mandatos uma vez que aquelas responsabilidades não eram normalmente requeridas ou cobiçadas pela grande maioria dos professores.
Isto possibilitou que os comunistas, pela sua capacidade de mobilização e organização, liderassem e integrassem em larga maioria aqueles Conselhos Directivos nas Escolas e fizessem vingar uma denominada política “democrática” nas escolas delineada e controlada no quartel general do antigo Hotel Vitória na Avenida da Liberdade, contra a qual os sucessivos Governos do PS e PSD pouco ou nada puderam ou quizeram fazer.
Todas as políticas respeitantes ás Carreiras dos Professores, Vencimentos, Programas de Ensino, Manuais Escolares, etc… passavam inevitavelmente pelo crivo da sindicalista Manuela Teixeira e dos seus colaboradores do PSD que mandavam efectivamente naqueles domínios. Verdade seja dita que durante todo este tempo que decorreu após o 25 de Abril os professores nunca foram muito afectados nas suas regalias e conseguiram até, ao longo de todo este tempo, consolidar um estatuto favorável, comparativamente a outros sectores do Estado que foram nítidamente prejudicados.
Tudo isto conjugado resultou no panorama que actualmente configura o funcionamento das escolas e o estado do ensino no nosso país. E como todos nós sabemos o panorama não é nada famoso! Em traços gerais, pese embora os gastos do Estado com a Educação em termos de percentagem do PIB se insiram na média dos países mais desenvolvidos da União Europeia, se pode caracterizar da seguinte maneira:
- Maior taxa de abandono escolar de entre todos os países da UE
- Eficácia da aprendizagem por parte dos alunos altamente deficitária
- Elevado défice de autoridade e de organização nas escolas
- Grau elevado de indisciplina dos alunos
- Absentismo de professores às aulas acima do tolerável
É evidente que alguma coisa tinha que ser feito contra este estado de coisas e todas as reformas que este governo em boa hora tem vindo a implementar vão corajosamente nesse sentido. Aulas de Substituição, Diploma Orgânico da Gestão das Escolas, Sistema de Avaliação dos professores não são mais do que ferramentas para concertar tudo aquilo que sentimos que vai mal na Educação.
A criação do cargo de Director da Escola nos moldes em que tem vindo a ser anunciado, garante assegurar nas escolas um modelo de organização do seu funcionamento que permita combater alguns dos factores perniciosos acima referidos, nomeadamente, o restabelecimento da autoridade do professor e da disciplina dos alunos. É evidente que a figura do Director pressupõe que a sua eleição recaia num docente competente com experiência de leccionar, com conhecimentos de gestão e organização e, acima de tudo, sensato e com capacidade de liderança. Quando isto por qualquer razão não acontecer e os resultados nas escolas não registarem melhorias, deverão estar criados os mecanismos conducentes à sua sustituição, como acontece em todos os outros sectores de actividade.
Quanto ao Processo de Avaliação dos Professores dizemos que ele é absolutamente essencial! O laxismo actualmente existente nas escolas, a falta de motivação dos professores, o seu elevado absentismo às aulas, etc…. tudo isso são factores que poderão ser melhorados com a introdução de um processo que estimule os professores a fazerem mais e melhor, que diferencie e recompense de alguma forma os melhores, que combata a praga das faltas às aulas por parte de professores. Em suma, um processo que permita dignificar mais a classe dos professores e devolva a confiança dos portugueses pela Escola Pública.
Quanto ao facto de a avaliação ser feita por colegas professores, convem recordar que é assim em todo o lado. São os colegas mais antigos, mais experientes, mais prestigiados, que normalmente são investidos dessas funções e assumem estas responsabilidades. Certamente que no futuro, com a nova Organização das Escolas a funcionar em pleno, serão criados mecanismos em cada Escola para que os Chefes de Departamento responsáveis pela avaliação dos colegas sejam escolhidos em função de um conjunto de aptidões por forma a reforçar a credibilidade do Sistema de Avaliação. Em meu entender o cargo de Chefe de Departamento deverá ser compensado em horas lectivas e em remuneração.
Agora, se os moldes da avaliação e os seus timing´s para a sua aplicação são ou não os mais adequados é tudo uma questão de estratégia de combate da aplicação das reformas por parte de Partidos, Sindicatos ou Associações de Professores ou uma questão de confiança dos Professores na Equipe do Ministério da Educação.
Quanto à questão da estratégia de combate às reformas ela insere-se no campo da luta política e até ao momento temos visto de tudo! Em termos gerais temos visto uma violenta reacção dos partidos à esquerda do PS uma vez que se trata da sobrevivência de um feudo ainda afecto ao Partido Comunista e ao Bloco de Esquerda. Temos visto igualmente uma vergonhosa e cobarde colagem dos partidos de direita ao PCP e à FRENPROF.
No que respeita ao modelo de avaliaçãp proposto pelo Governo dizemos que o Ministério tem toda a legitimidade para o propôr e concerteza que não o fez de ânimo leve sem se escudar em teorias conceituadas de gestão de recursos humanos. Já todos ouvimos representantes de prestigiadas empresas do sector elogiarem o Modelo de Avaliação apresentado por Maria de Lurdes Rodrigues, inclusivamente ouvimo-los tecerem considerações acerca da simplicidade do modelo. E o que é um facto incontornável é que até ao momento não foi apresentado, por parte dos Partidos Políticos, Sindicatos ou Associações de Professores, nenhum modelo de avaliação alternativo.
Quanto ao timing da sua aplicação julgo também que isso não será mais problema uma vez que já se ouviram representantes do Ministério e do Governo falar em flexibilidade para acolher sugestões dos Sindicatos e dos Professores.
Portanto, façam favor de me desculpar os Velhos do Restelos e os ferozes opositores da introdução das reformas para a Educação propostas pelo Governo de José Sócrates, mas vão ter mesmo de as engolir, quer queiram ou não queiram,…… e a bem do Sistema de Ensino no nosso País.
Março 29, 2008 at 9:17 pm
É verdade que, por duas vezes, ouvi MST dizer interviu em vez de interveio. Também já ouvi imensos professores de português dizer “há-dem” e “por causa que”.
Conhecem-se as justificações para esta situação: determinados erros, de tantas vezes serem ouvidos, acabam por ser repetidos sem darmos conta disso.
Isto não desculpa nem uns nem outros! Estamos entendidos.
Estranho, estranho, para mim é uma carta ser da autoria de uma professora de português que declara nunca ter lido nada de MST. Em que país vive esta professora? É que eu também sou professora e o mínimo que me é exigido é que vá acompanhando o panorama editorial português! Invocarem todos (quase todos) que conhecem bem a obra da mãezinha parece-me um exercício de hipocrisia.
Caros colegas, vamos lá deixar de ser hipócritas! Há, de facto, muitos professores que não merecem o salário que ganham. Eu já estou no fim da carreira e o que mais vi foi gente incompetente ser promovida de forma automática. Calem-se com essa história de que sempre fomos avaliados. Pois fomos! Mas de que maneira? Igualzinha para todos! Verdade ou mentira? Alguém foi promovido por mérito? Por publicar artigos? Por dar conferências?
E alguém foi penalizado pela falta de assiduidade? Por meter atestados a torto e a direito? Ir até às Caraíbas em período de aulas? Eu sei do que falo!
Os bons professores não precisam de ser defendidos porque não se sentem beliscados na sua dignidade. Eles sabem que são excelentes profissionais. É em nome desses que eu acho que tem de acabar esta uniformização de critérios que tudo iguala promovendo a mediocridade, o laxismo e a ignorância! Tenho filhos e não quero hipotecar o futuro deles!
Março 29, 2008 at 10:46 pm
Cara Maria Costa
Não sei o que tem contra a obra da “mãezinha” do MST. Parece impossível que uma professora de Português fale, em tom irónico, da grande mulher e escritora Sophia de Mello Breyner. Ou não a conhece o suficiente? É possível que prefira os plágios e os erros de MST.
Quanto ao facto de a professora nunca ter lido qualquer obra do seu protegido não lhe tira mérito. Ela pode não identificar-se ideologicamente com ele e não se sentir motivada a ler. Como eu não me sinto motivado a ler Margarida Rebelo Pinto…Já agora,diga-me se vale a pena, pois, pelo que percebi, tudo o que é publicado em Portugal, de autores portugueses, é lido por si.Meu Deus, sobra-lhe assim tanto tempo? Está preparada para
ganhar o prémio de professora do ano . Pergunta em que país vive a autora do texto. Pois é ! Vive no país do MST, do Rangel e do seu.
AH! Se encontrou algum erro no meu texto , envie a correcção, mas faça também as dos textos do MST, que não são poucos…
Março 30, 2008 at 12:30 pm
Caro p.m.
Lamento ter sido mal interpretada. Eu adoro a obra de Sophia de Mello. O que eu pretendi dizer é que agora, em contraposição ao filho, todos falam da mãe sem nunca terem lido nada dela. Se querem desancar nele, façam-no, mas deixem a memória da mãe em paz. Não misturem as coisas!
Eu, por exemplo, não concordo com alguns dos artigos de MST e de Inês Pedrosa sobre a questão do tabagismo (eu fui fumadora de três maços por dia) mas dou-lhes o direito de pensarem assim.
Por isso, permita-me também a liberdade de não concordar com uma certa vitimização dos professores. Já me espantei com certas salas de professores, onde não podia haver maior concentração de mediocridade por m2.
Contudo, os bons continuam a merecer o meu respeito. E esses, exigem ser avaliados para não serem confundidos com o resto.
Já gora, só uma nota: eu não tenho tempo para ler tudo (como toda a gente), mas muitos dos que nada leram de MST vibraram com o Codigo da Vinci de fio a pavio.
O prémio de professor do ano, foi muito bem entregue o ano passado e, acredite, não sou candidata a nenhum. Gostar do que faço, é suficiente!
Março 30, 2008 at 6:39 pm
Li a carta e todas as mensagens enviadas . Parabéns à autora! Parece-me, realmente, que Miguel de Sousa Tavares continua a revelar a falta de discernimento que lhe reconheço há anos.
Não posso deixar de comentar as três últimas mensagens, pois também sou professora de Português e nunca li nada de MST. Nem a tal sou obrigada.
Permita-me que lhe diga, Maria Costa, que o mínimo que se exige a um professor de Português é que não separe o sujeito do predicado com vírgula, como fez no último parágrafo do comentário 57. Aprendeu com o MST?
Março 30, 2008 at 7:22 pm
Tem toda a razão, Marília. Parabéns por estar atenta. Tinha escrito o nome do professor premiado e depois apaguei-o para tornar a mensagem mais curta. A primeira vírgula ficou lá esquecida.
Ora vê que não tem que se preocupar com a avaliação! E haverá sempre um lugar de revisora para si. Os escritores agradecem. Eles dão imensos erros, não sabia? Basta consultar os manuscritos (não havia computadores nem correctores automáticos) para se certificar. O Eça era um deles! Hoje, é uma referência para qualquer um que tenha pretensões literárias.
Ninguém é obrigado a ler seja quem for, mas fazerem gáudio de nada terem lido de MST, para depois revelarem conhecimento da guerra entre ele e Vasco Pulido Valente a propósito do Rio das Flores, é o mesmo que desconhecer o essencial e prender-se com o acessório. Nós vivemos no país da fofoquice invejosa e esta, sim, é importante!
Março 31, 2008 at 7:11 am
Comentário 27:
antes de enviar os livros (também tenho dois: OFERECIDOS!), aproveite para corrigir os erros ortográficos…
Março 31, 2008 at 7:07 pm
Obrigada,Ana, pela belíssima resposta que deu a esse pseudo-jornalista. Definitivamente aquele não é filho da mãe…
Março 31, 2008 at 9:16 pm
Não tencionava voltar aqui.
Porém, depois de ouvir Mário Nogueira da Fenprof dizer hoje, em todos os telejornais, “IREMO-NOS”, acho que MST merece um pedido de desculpas de quantos o atacaram.
Mário Nogueira também é professor, não é?
Moral da história: todos erramos!
Ainda bem, somos humanos.
Aprendamos a praticar a tolerância e a aceitar a crítica.
Março 31, 2008 at 10:02 pm
MST é uma vedeta. Um caso clássico de “cria fama e deita-te à sombra”( talvez não seja bem assim, mas é esta a ideia.) Durante alguns anos escreveu mesmo bem. Eu lia a revista Grande Reportagem de fio a pavio. Neste momento, não conheço nada com qualidade semelhante no nosso mundinho editorial.
No entanto, hoje o sr. MST move-se apenas pelo comentário sensacionalista que deixa de boquinha aberta a imensa opinião pública que temos. Enfim, é a que temos. E que gosta de ver os MSTs e outros, que abrem a boca e vai disto. Só dizem alarvidades dirigidas a um povo que continua ignorante, iletrado e adormecido pelos futebóis, euros, mundiais, mundialitos e afins. Esse mesmo povo que ouve alguém a dizer dois bitaites nos programas da bola e acha logo que fala bem, sim senhor. Mas o senhor ataca tudo e todos, por isso, daqui a umas semanitas vamos com certeza ouvi-lo( quem se der ao trabalho, claro) dizer que sim senhor, os professores têm razão, abaixo a avaliação… Também já fui professora e sei bem o que anda por aí. Quem nunca por lá passou e não experimentou a sensação de ficar fechado dentro de uma sala com 25 alunos, não consegue avaliar o que é sentir que a cada minuto tudo pode desmoronar.
Penso que o MST poderia fazer um upgrade, descer do cadeirão em que se sentou e deixar de apontar o dedo, seja a quem for.
Aos colegas professores deixo um desafio. Não tenham medo de continuar a dar “pérolas a porcos”. E continuem a vossa luta, que é nobre.
Eu continuo a acreditar no nosso sistema de ensino e nas nossas escolas, mesmo com todos os problemas que vão surgindo a cada dia. Digo não aos colégiozinhos privados, por considerar que não são a solução para os problemas do ensino e não produzem homens/mulheres melhores. Meras redomas apenas, que mascaram os problemas sociais e dão a ilusão de um mundo cor-de-rosa inexistente.
Ah já agora para o inútil bem pago, algumas perguntinhas: Já tentou trabalhar na sala de convivio dos seus colegas? É que os professores não têm gabinete de trabalho. Já experimentou estar à espera do computador da escola para trabalhar, ou introduzir dados ( notas dos alunos)? Sabe, nas escolas não há aqueles computadores todos que por aí apregoam. Já tentou trabalhar sem ar condicionado e com janelas partidas em pleno inverno? Há crianças que não conseguem escrever de tanto frio que têm e o professor exposto a isto deve ter vontade de chorar a cada momento.
Um bocadinho de humildade não lhe fazia nada mal.
Abril 1, 2008 at 2:01 pm
Achei brilhante o texto da colega Ana Gomes, pois também sou professora de Português, aliás fui aluna da Dra. Maria Sousa Tavares, que de facto nada se assemelha a este idiota, que tantos disparates tem dito sobre nós os professores que, tal como a sua irmã, temos feito pela Educação e pela cultura neste país.
Acho bem que nenhum professor contribua para esse “encher ainda mais os bolsos” de tão arrogante pessoa, continuando a comprar os seus livros e a ver a tal novela que passará em breve na TV.
Abril 1, 2008 at 6:51 pm
“Mais vale um minuto de vida franca e sincera do que cem anos de hipocrisia. ” ( Angel Ganivet )
Muito bem…este individuo merecia bem mais…individuo sim, porque não existem pessoas assim
Abril 1, 2008 at 8:39 pm
Compreendo-a, Maria Costa,também eu, nos meus dias não, olho à minha volta e só vejo mediocridade
Abril 1, 2008 at 8:55 pm
Texto 5 estrelas!
Muito bem Ana Gomes!
E quanto a si, MST, depois disto o melhor que tem a fazer é remeter-se à sua INSIGNIFICANCIA!
Deixe trabalhar quem faz por isso para “sobreviver” uma vez que nem todos nascemos num berço de ouro como uns e outros.
Abril 1, 2008 at 9:34 pm
Comentário 66 – continuação(Ups, carreguei onde não devia antes do tempo, sou uma novata na blogosfera…)
Estava eu dizendo que, nos meus dias “não”, só consigo ver a iniquidade, a perversidade, a mediocridade, não só dos professores, mortais entre os mortais, mas da humanidade em geral. E argumentos não me faltam: a leviandade dos opinion makers, a hipocrisia dos políticos, as injustiças sociais, o aquecimento global, as guerras, etc, etc, etc… Nesses dias, que, felizmente, não são muitos,também eu desejaria um novo dilúvio, ou, menos radicalmente, uma avaliação que por si só nos tornasse um pouco menos néscios, um pouco menos medíocres.Mas, se todo o modelo de avaliação corre o risco de se revelar injusto, este que o ME apresenta para avaliar os professores é-o sem qualquer sombra de dúvida. Que justiça pode haver numa avaliação que impede, à partida,a maior parte dos avaliados de atingir os patamares superiores? Compreendo que isso dê jeito ao orçamento do Estado, mas parem de invocar a qualidade do ensino em vão! Não seja ingénua, Maria Costa! Acredite que, a manter-se este modelo de avaliação,é bem capaz de ver esses que considera medíocres e se bronzeiam alegremente nas Caraíbas atingirem os patamares de excelência mais facilmente que os pacóvios que dão arduamente ao litro para poderem passar uns quinze dias, em Agosto, no Algarve.
Abril 6, 2008 at 12:47 pm
Tenho saudades tuas.
Abril 6, 2008 at 1:06 pm
Para O miguel
25 DE ABRIL
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen
Abril 7, 2008 at 9:55 am
Parabéns à autora por tão bela carta.
Então os professores não sabiam que o filho do tareco é assim?
Srs. Profs., é evidente que qd. o mst provocou o vómito porque estais indignados estava num estado de euforia, a última snifadela tinha sido recente e só dava para o disparate. Saibam, pois, que a razão porque alguns purgam é precisamente para dizerem o que noutro estado não conseguem.
Agora aguardemos pela fúria do bicho, por certo vai tudo ser corrido à paulada.
Abril 8, 2008 at 11:22 am
Muito bom! o Sr Miguel que se esconda!
Abril 9, 2008 at 10:42 am
Realmente, sr. Miguel Sousa Tavares…se a estupidez pagasse imposto (e deveria…), o sr. seria um dos maiores contribuintes…teria lugar cativo nas Finanças…
O sr. é uma pessoa limitada…decerto, usa “palas”…(desculpe…como os burros…)…sabe? “Isso” costuma ser um impeditivo pois só permite olhar em frente e nem sempre é no horizonte que se encontram as melhores coisas…dos lados, também há “paisagem”…
O sr., que tantas alarvidades escreveu sobre os profissionais do ensino, deve ter um conhecimento demasiado limitado…o seu “leque de analisados”, talvez seus amigos, não são de certeza a regra…
A regra, são os verdadeiros profissionais, aqueles que fazem da profissão não apenas o modo (muito merecido…) de receber um salário, mas também uma arte…a arte de transmitir, dar, abraçar e ensinar…ensinar não só o académico…ensinar coisas que (pelo menos parece…) o sr. não deve ter aprendido…ensinar o respeito, a coerência, a solidariedade e outras, muitas outras, que tanta falta fazem a crianças (e a adultos…)
O sr. escreveu, falou, debitou opiniões ofensivas …o sr. alguma vez se lembrou de “vir ao terreno” e conversar com quem realmente devia? Faça-o !!!
Eu convido-o a vir visitar a “minha pequenina escola”, perdida entre a verdura dos campos e montes que a rodeiam, mas onde se trabalha… (e olhe que não é um caso isolado…é a regra…)…venha…apareça e “analise”…quem sabe depois disso o sr. “retira as palas” e se retrata escrevendo algo com veracidade e coerência, em que os professores se sintam eles mesmos e não o “lixo” que o sr. os considerou…
Abril 9, 2008 at 10:53 am
Pois…se os professores são assim tão bons, porque é que este país se encontra na cauda da Europa e do mundo?
Perguntar não ofende….mas lá que há tambem uma partesinha de responsabilidade dos professores nisso….lá isso há.
Abril 9, 2008 at 3:12 pm
Sim Smith, há uma partezinha, mas não são eles quem decide os destinos do país pois não?
Abril 9, 2008 at 4:38 pm
Pois há…muita até…mas se os professores sozinhos decidissem as “coisas” do ensino, decerto tudo mudaria…e mais…se os “paizinhos” (muitos, não todos, felizmente…), tivessem algum respeito e o ensinassem em casa aos seus rebentos, também muitos atritos e conflitos se evitariam e haveria mais tempo para o ensino e para os alunos…não será???
Abril 9, 2008 at 4:56 pm
A SRA DRA ANA GOMES TEM TODA A RAZÃO DA 1ª Á ULTIMA LINHA DO QUE ESCREVEU.INFELIZMENTE ESTE É O PAIS QUE TEMOS C/GENTE A FAZER AFIRMAÇÕES GRATUITAS E MUITO ALARVES!!!!!
O M.S.TAVARES É DE FACTO ARROGANTE,IMPERTINENTE E JULGA-SE MTO “SABEDOR”!!! JÁ ERA ALTURA DE ALGUEM O PÔR NA ORDEM.É TAL QUAL A MINISTRA DA EDUCAÇÃO:INCOMPETENTE,MAL FORMADA,NEFASTA,NOCIVA,NEGATIVA E EXERCENDO ACÇÃO DELETÉRIA E NEGATIIVA NO SEU MINISTÉRIO E “MARRANDO”SISTEMÁTICA E IMPLACAVELMENTE C/OS PROFESSORES!!!!
CUMPRIMENTOS
CÉSAR OLIVEIRA
Abril 9, 2008 at 5:31 pm
É desesperante constatar que as Marias Costas abundam por este país. Sendo eu Maria Costa, mas não essa Maria Costa e havendo outra Maria Costa, na escola onde lecciono, há tempos estavamos a comentar esta Maria Costa. Espero que ninguém me confunda com esta Maria Costa que faz a apologia da literatura “plagiada” de MST.e quanto a ti ANA parabéns pelo EXCELÊNCIA da tua carta… esta sim é a tua colega Maria Costa…a da tua escola :0)
Abril 10, 2008 at 9:01 pm
É comovente colocarem palavras na boca de o Miguel Sousa Tavares, Filho da poetisa portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen e do advogado Francisco Sousa Tavares, começou a sua vida profissional pela advocacia, que abandonou em favor do jornalismo, de onde passa para a escrita literária. Tem uma obra diversificada, essencialmente marcada por crónicas e reportagens, mas fez já outras digressões literárias, nomeadamente com a publicação de um livro infantil, de vários contos e do romance Equador, um best-seller em Portugal durante 2004 e 2005. No ano 2007 publicou o romance “Rio das Flores”. Tudo isto para dizer, será que Miguel Sousas Tavares não teria uma certa razão SE, repito SE, alguma vez disse o que a professora de Barcelos DIZ! Este blog, secalhar justifica certas atitudes de alguns alunos, perante os professores, parece que não ouvem bem…
Abril 10, 2008 at 9:02 pm
É comovente colocarem palavras na boca de o Miguel Sousa Tavares, Filho da poetisa portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen e do advogado Francisco Sousa Tavares, começou a sua vida profissional pela advocacia, que abandonou em favor do jornalismo, de onde passa para a escrita literária. Tem uma obra diversificada, essencialmente marcada por crónicas e reportagens, mas fez já outras digressões literárias, nomeadamente com a publicação de um livro infantil, de vários contos e do romance Equador, um best-seller em Portugal durante 2004 e 2005. No ano 2007 publicou o romance “Rio das Flores”. Tudo isto para dizer, será que Miguel Sousas Tavares não teria uma certa razão SE, repito SE, alguma vez disse o que a professora de Barcelos DIZ! Este blog, secalhar justifica certas atitudes de alguns alunos, perante os professores, parece que não ouvem bem…
Abril 10, 2008 at 9:11 pm
Desculpe que lhe diga mas isso é uma profunda mentira que presumo tenha como fim… denegrir a imagem de Miguel Sousa Tavares. (não vejo em que é que isso benificia os professores)
Em todas as entrevista que li (e vejo todos os dias o telejornal) nunca ouvi o Miguel referir-se dessa forma a qualquer professor… muito pelo contrário.
Uma coisa é o Miguel não concordar com os professores em alguns pontos de vista (tal como eu não concordo)… Acho é ridiculo que agora venha dizer tal baboseira unica e meramente por falta de argumento.
Eu concordo e discordo com alguns pontos do Miguel… mas nunca afirmaria que ele disse algo que não ouvi… nem uma unica vez.
A mentira não faz parte do meu reportório como meio de dar relevo ao meu ponto de vista.
Eu tb não concordo com muitas das lérias dos professores…
no entanto acho que os professores são das peças fundamentais para o desenvolvimento de qualquer país. (ALGUNS… pelo que li neste post, começo a discordar da minha ideia inicial)
Por isso apelo ao bom senso pk os professores começam a perder toda a credibilidade que ainda possuem por este tipo de argumento.
Eu concordo que devemos defender os nossos direitos… mas de forma honesta e não com aldrabices.
Sejamos verdadeiros em tudo… não apenas nos argumentos que nos convem.
Abril 10, 2008 at 9:13 pm
Respeito por alguém que é um plagiador?
Coitada a mãe deve dar voltas na cova.
Abril 10, 2008 at 9:15 pm
Gostava que alguém me dissesse onde é que leu ou ouviu o MST a referir isso…
inventar é mt fácil..
Como já alguém dizia..
Sejamos verdadeiros em tudo…
Abril 10, 2008 at 9:16 pm
em homenagem ao nosso miguel
Balofas carnes de
balofas tetas
caem aos montões
em duas mamas pretas
chocalhos velhos a
bater na pança
e a puta dança.
Flácidas bimbas sem
expressão nem graça
restos mortais de uma
cusada escassa
a quem do cu só lhe
ficou cagança
e a puta dança.
A ver se caça com
disfarce um chato
coça na cona e vai
rompendo o fato
até que o chato
de morder se cansa
e a puta dança.
Abril 10, 2008 at 9:18 pm
O Miguel Sousa Tavares acabou de desmentir o que a carta diz que ele afirmou.
O que é desesperante é este histerismo todo por parte dos profs.O que é lamentável é ver tanta intolerância , tanto radicalismo, tanto mal dizer e tb tanta arrogância.
Sou prof há 30 anos e cada vez me revejo menos nas opiniões veiculadas por estes colegas.
Já chega!Já cansa!
Abril 10, 2008 at 9:19 pm
Já agora vou-lhe dizer mais uma coisa… não seria imperdoavel eu julgar que os professores não merecem grande credibilidade… não o faço pk não tenho por hábito generalizar a má formação de alguns professores… sim pk tb os há com péssima formação. Posso relatar-lhe o caso da professora da minha filha que tem 10 anos que um dia ou dois antes da greve dos professores… perguntou à professora se tinha morrido alguém da familia da professora pk estava uma camisola preta pendurada no quadro. Ao que ela respondeu de forma estupida… OLha Bea com um pouco de sorte morre amanhã a ministra da educação.
Diga-me Ana Maria Gomes… é esta a formação de uma professora que pago com os meus descontos… tenha como resposta a crianças de 10 anos?
Se fosse aldrabona diria que este era o metodo de todos os professores… o que não é verdade… pk ainda existem excelentes profissionais no ensino… POUCOS é verdade… mas existem.
Abril 10, 2008 at 9:25 pm
lol está tudo maluco?esse sr fez-Nos muitos ataques sim…a ver se alguém descobre os videos…
Abril 10, 2008 at 9:26 pm
È como os pais são tão poucos os que existem e que além de parirerem pouco mais fazem pelos filhos.
SÃO OS PROFESSORES QUE CUIDAM DELES FALAM COM ELES, TENTAM RESOLVER OS PROBLEMAS DELES ..ENQUANTO OS PAI SVÃO PARA AS NIGHTS, OU PARA a taverbna ou ás casa de alterne ou sei lá..
Nume studo efectudao á pouco tempo os pais portugueses eram os que menos tempo estavam com os filhos e feita a pergunta se queriam estar mais tempo com os filhos responderam não…elucidativo…
Abril 10, 2008 at 9:30 pm
BIG:
Vá lá …calma…não perca a razão… a maior parte dos professores também são pais, não????
Podemos criticar sem perder a razão…. nem ofender… isso sim é a verdadeira democracia.
Abril 10, 2008 at 9:39 pm
Desculpa L$l mas estou desta conversa da treta , contudo a ^ª parte é verdade o estudo existe e foi publicado nos jornais e não abona nada em nosso favor(todos incluídos)..
Mas estou a começar a perder a paciência com tudo isto..
Qualquer dia dizem que fomos nós que crucificamos cristo..
Vai na volta somos todos drogados…
Abril 10, 2008 at 10:44 pm
A Ana Luar, como apreciadora do MST que revela ser, deve sofrer (se me permite a franqueza) de défice de análise, ou análise parcial… sendo apreciadora, é leitora, sendo leitora, forçosamente TEVE de ler todo o chorrilho de dislates que esse senhor diz sobre/contra os professores!
E sim, ele disse o que se afirma e que hoje negou, na TVI, a 25 de Fevereiro! Aguarda resguarda-se no facto de a TVI apenas apresentar o video da semana e não ter arquivo (para o público).
Pois, acabamos de descobrir nova qualidade ao senhor: a cobardia!
Que tremenda decepção… é que eu, lamentavelmente, GOSTO da sua veia de romancista… lamentavelmente.
Já agora… também sou mãe, e nesta semana, na reunião da minha filha de 8 anos, ouvi a directora da escola primária lamentar-se que os pais deixam os filhos antes das oito, na escola, e sós os vão buscar às oito… e a funcionária também tem um horário: sairia às 19:15
Não me venha falar de “casos”. Além do mais, estávamos a falar de um homem que tem projecção nacional, molda opiniões (cada vez mais, dos ingénuos ou dos abutres), deveria ter mais sentido da responsabilidade e de respeito!
Abril 10, 2008 at 11:37 pm
Eu não ouvi o MST dizer isso e também nunca li livro nenhum dele, só artigos de opinião e também acho que ele é um beto mas também acho que já chega: alguém pode atirar a pedra? Nunca fizeram um comentário infeliz, incorrecto e lesivo?
Abril 11, 2008 at 12:31 am
O senhor Miguel Tavares acaba de dizer na TVI que nunca tratou “os professores os inúteis mais bem pagos deste país”, como a Ana cita no texto inicial.
Eu não popsso confirmar, mas o registo video da intervenção de 25 de Fevereiro deve conseguir-se encontrar de alguma maneira.
É muito importante que alguém o consiga e o ponha a circular pelo mundo. Depois falaremos…
Ainda a propósito: deixem lá a mãe do senhor em paz, ok?
Abril 11, 2008 at 11:00 am
O Sr Sousa Tavares, que na realidade não honra a memória dos progenitores, já nos habituou ao seu destilar de arrogância, egoismo e má educação. É preciso ter muita lata para se aproveitar dum tempo de antena que lhe pagam chamando cobardes aos portugueses honrados que se expressam nos blogues.
Obviamente que se os portugueses honestos tivessem acesso aos meios que ele tem, do grupo de Bilderberg, principescamente pagos, provavelmente não estariam preocupados em escrever na blogosfera democrática sobre figuras bizarras como ele.
Com efeito, a ousadia dos seus argumentos sobre o tabaco, o hábito de fumar, comparando-o até com a perturbação de crianças a chorar não é de uma pessoa normal. Ou dito de outra forma, é demasiado vulgar, não estando minimamente ao nível dum ser pensante.
Evidencia-se da esfera psiquiátrica a sua persistinte atitude de denegrir professores, militares e outros servidores da República. É possível que algo lhe tenha acontecido na infância de muito traumatizante na área da educação e provávelmente caiu em depressão quando o chamaram prá tropa, ou até foi molestado sexualmente por algum soldado… são apenas hipóteses, conjecturas. Mas parece-me haver algo psíquico a extirpar, antes que seja tarde de mais.
Abril 11, 2008 at 2:40 pm
Percebo a indignação da senhora – e dos comentadores aqui presentes -, mas acho o texto dela imensamente peixeiro. Grosseiro, mesmo.
Não perde razão pela indignação que legitimamente sentir, mas falha no que respeita ao destinatário, que, se chegar a ler um texto destes, encontrará nos sucessivos insultos pessoais a falta de razoabilidade que não só lhe permitirá ignorar o que de sumo tivesse a crítica, como lhe permitirá dizer que, neste caso concreto, esta senhora é, de facto, uma inútil.
Espero que filhos meus nunca venham a ter uma professora de Português que “dê sem gosto” um livro porque pessoalmente não gosta do escritor.
Abril 11, 2008 at 2:45 pm
MST não insultou o António ou o Manuel, não é? Ofendeu uma classe profissional. Não falou da mãe da Fátima ou da Margarida. AMG poderia ter atirado da mesma pedra, desconstruindo a bondade da profissão dos jornalistas, dos escritores… mas, não, escolheu atingir a pessoa, insultar o Miguel. Está bastante mal.
Abril 11, 2008 at 2:50 pm
Ah, eu estava a leste: ainda por cima ele não disse nada. Pá, ainda que tivesse dito. Mandar uma boca generalista, estúpida e infeliz para toda uma classe profissional, não justifica em resposta uma sucessão de insultos pessoais.
Abril 11, 2008 at 4:13 pm
O texto está realmente brilhante!!!
Queria também fazer um comentário a buzina… penso que pessoas sem falta de nível (“Pá”, “imensamente peixeiro”…) não deveriam opinar um texto de uma professora que luta contra as injustiças. Só porque uma pessoa se julga superior por fazer parte da “elite” da sociedade ou por ter escrito uns livros, não tem o direito de insultar pessoas que lutam por um sistema educacional melhor.
Eu sou aluno, e não me sinto um inútil. Sim, porque chamar aos meus professores “inúteis” é o mesmo que nos chamar a nós “inúteis”.
A única coisa que peço Sr. MST é que pense antes de falar e que não diga barbaridades! Pricipalmente aquelas que o incluam…
Parabéns Sra. professora Ana Maria Gomes pelo texto e por saber incutir nos seus alunos (que é o meu caso) os valores necessários que nos permitam ajudar todos aqueles, que como a professora lutam contra as injustiças…
Abril 11, 2008 at 5:31 pm
O texto está realmente brilhante!!!
Queria também fazer um comentário a buzina… penso que pessoas com falta de nível (”Pá”, “imensamente peixeiro”…) não deveriam opinar um texto de uma professora que luta contra as injustiças. Só porque uma pessoa se julga superior por fazer parte da “elite” da sociedade ou por ter escrito uns livros, não tem o direito de insultar pessoas que lutam por um sistema educacional melhor.
Eu sou aluno, e não me sinto um inútil. Sim, porque chamar aos meus professores “inúteis” é o mesmo que nos chamar a nós “inúteis”.
A única coisa que peço Sr. MST é que pense antes de falar e que não diga barbaridades! Pricipalmente aquelas que o incluem…
Parabéns Sra. professora Ana Maria Gomes pelo texto e por saber incutir nos seus alunos (que é o meu caso) os valores necessários que nos permitem ajudar todos aqueles, que como a professora lutam contra as injustiças…
Abril 11, 2008 at 5:32 pm
Ah, Buzina!… tivesse tido uma professora como a autora do texto (que eu pessoalmente conheço) e não teria uma mente tão quadrada… não é que parece até o próprio MST?!
Como parece não perceber nada do que lê, porque não vê insultos num ataque tão directo, e reiterado, a uma classe e vê-os num texto tão correcto como o da Ana, nem sequer lhe vou perguntar para me dizer em que parte do texto acima transcrito encontra ago que se aproxime da sua visão de “peixarada”.
Quanto à autora… não há buzinadelas que a intimidem e sabe porquê?!… porque todos os dias ela dá a cara, com os alunos, que muito a estimam e admiram… e não é de agora! Ela é, precisamente, um daqueles EXCELENTES exemplos de um EXCELENTE professor (já que estamos em maré de avaliação).
Vá lá, enfie a viola no saco e vá buzinar para outra banda, meu caro.
Abril 11, 2008 at 5:43 pm
MST de à um ano para cá no Expresso, que eu leio sempre, tem defendido raivosamente um ataque de rajada a várias facções do Funcionalimo Público!!! Como ousa agora dar o dito por não dito!!! Tenha juízo, já é crescido ou vai dizer que estava sob o efeito de Baco?
Abril 11, 2008 at 5:56 pm
Claro que há professores inúteis.
Ou não serão inúteis todos aqueles que COMPRAM os livros deste inútil?
Ou não serão inúteis aqueles que aconselham os seus alunos a COMPRAREM os livros desse inútil?
Inúteis são aqueles que se servem do PS para subir na vida.
Abril 11, 2008 at 5:56 pm
Já aqui foi dito várias vezes que o problema está nas cantinas das escolas não servirem pratos de caça, whisky e charutos.
Se isto for modificado começaremos a ter visitas importantes que beneficiarão o trabalho nas escolas públicas.
Abril 11, 2008 at 7:12 pm
Queria acrescentar ainda que são este tipo de professores que vão levar o ensino público à vitória…
Tenho orgulho de te-la como professora.
Nunca cale a sua voz!!! Temos de lutar por um mundo melhor… “É a Hora!”
Abril 11, 2008 at 10:21 pm
Como estou assustada!
Quando eu era “chavala” e tecia comentários mais ou menos jocosos sobre o meu interlocutor e ele ripostava, eu dizia: “picaste-te?”
É o que eu aqui vejo, pela leitura destas observações. Muita gente a picar-se!
Não sou prof. Não sou médica.Não sou comentadora. Não sou classe media-alta. Sou func. pública. Com honra e orgulho. Também estou a ser prejudicada pela respectiva reforma (muito mais acentuada do que a dos srs. professores) e aceito. Aceito, porque algo tinha de mudar. Provavelmente com menos radicalismo, mas tinha de mudar. E porquê? Porque não houve, nem há, “tomates” ou “damas de ferro”, que chegassem junto dos prevaricadores, dos incompetentes e dos inadequados desta classe e lhes dissesse “ou trabalhas” ou vais para as obras, sem qualquer desrespeito por esta classe trabalhadora. Como tal, pagou o justo pelo pecador. Sempre assim foi e há-de ser. Outrossim, foram subindo na carreira, chegando, imagine-se! a assessores, adjuntos, dirigentes de 1º e 2º nível e a muito mais alto, com proporcionais remunerações.
Mas porque me assustei? Porque tremo pelo futuro da Educação, com os professores que por aí há. E da democracia. Cada vez mais. O pior, pior, é que sou mãe e, se não fosse eu a matracar a cabeça da minha criança com “estuda, olha os trabalhos, não é assim, é assado, etc” havia de ser o bom e o bonito! Como um amigo meu diz “estão lá só para levar o dinheiro ao fim do mês” e este meu amigo não é o MST. E dizia-o muito antes deste último.
Isto tudo para dizer que, se o MST se arroga o direito de dizer tudo o que pensa, qual doido, ou corajoso, (porque hoje é preciso ter coragem e nada dever seja a quem for, nem estar sob a alçada de um qualquer poder, para expressar alto e bom som, e a milhares de pessoas, o que realmente se pensa) qual é que é o problema, ein? Isto não será viver em democracia? Para o bem e para o mal?
E para quê ir buscar a mãe, o pai, o filho e a escola que frequenta? Em que é que isso eleva um comentário sobre outro comentário? Sejamos francos e chamemos os bois pelos nomes sem ter de referenciar familiares.
Já lá vai o tempo (e não é saudosismo) em que uma pessoa não esquecia a sua ou o seu prof primário. Os prof que permanecem como referências. Como é hoje? Alguns privilegiados conseguem ter a mesma prof os 4 anos do ensino básico. Outros, coitados, 5, 6. Não há memória que aguente tanto prof. E como sempre e em tudo, não são todos farinha do mesmo saco. Há os que nasceram para ser professor e aqueles que achavam que podiam sê-lo e nunca apanharam pela frente ninguém que lhes dissesse “muda de vida”.
E que mal vem ao mundo um literato dizer interviu? A minha directora diz cidadões! E com a trampa do acordo ortográfico que se avizinha (outra facada no meu coração) mais dia menos cada um fala e escreve como lhe aprouver e ninguém tem nada a ver com isso. “Prontos”
Ah, nunca li MST porque os livros são muito caros e lamentavelmente o meu poder de compra não o permite. Estou na bicha para o empréstimo do “Equador” que uma amiga mais afortunada possui. Sugiro que em vez de devolverem as obras do MST para o próprio as remetam para mim.(um exemplar de cada chega, não precisam de mandar todos, mas se assim o quiserem fazer, estejam à vontade, poupava no próximo Natal.Da esmola se faz caridade…)
Abril 11, 2008 at 10:31 pm
Angelica,
Quando nos referimos ao número de anos idos, ou horas, semanas, etc, digamos uma medida temporal, o verbo é o haver, ou seja, ” De há, e sublinho, de há uns tempos a esta parte que…”
A não ser que com o acordo este H também tenha ido à vida
Abril 11, 2008 at 10:43 pm
É claro que há professores inúteis. Há, por exemplo, no 5º e 6º anos, aulas de Educação Visual e Tecnológica em que muito frequentemente um dos professores falta. Não sei para que servem dois professores nessas aulas. Mas eu, funcionária pública e também professora, pago-os através dos meus impostos. Tenho três filhas, uma das quais no 6º ano. Também nunca entendi para que servem as aulas de Formação Cívica, de Área de Projecto e de Estudo Acompanhado. Mas pago-as.
E pago muito mais. Por isso dou os meus parabéns a esta ministra, que está a tentar introduzir alguma dignidade num ensino público em que a maioria dos professores se fartam de faltar, não se modernizam, não se cansam à procura de métodos de ensino alternativos.
Com algumas excepções, claro. Mas deve ser bem difícil ser excepção no meio de uma “regra” dessas.
Também sou professora, mas universitária. Nunca falto. Há talvez três anos que não dou uma única falta. E praticamente o mesmo fazem os meus colegas.
Nós já entramos na carreira docente com uma avaliação bem difícil pela frente. E não nos queixamos disso. Progredir na carreira exige muito trabalho, quem está de fora nem imagina quanto. mas nunca nos ouviram reclamar por sermos avaliados ou por trabalharmos oito ou nove horas por dia.
Se um colega falta, por algum motivo, substituimos as suas aulas. Já substitui uma colega que faltou durante alguns meses por motivos de saúde. E não me queixei. É que nós não podemos deixar os alunos sem aulas. Mas quando a professora de Educação Musical da minha filha faltou (porque estava realmente doente) não houve um único professor da área que fizesse uma avaliação aos alunos no final do período. Não é nada com eles.
Porquê? Como diz Vital Moreira, porque os professores, esses professores, acham que os beneficiários das escolas são eles próprios, e não os alunos. Mas os pais dos alunos acham exactamente o contrário. E qualquer português minimamente sensato também deve achar.
Todos os funcionários públicos passaram a ser avaliados por uma multiplicidade de critérios, mas ninguém se queixou da complexidade dos critérios. Só os professores. Se tivessem de passar por mestrados, doutoramentos, concursos e provas, que publicar artigos, fazer investigação, orientar teses, dar aulas de várias disciplinas a vários graus de ensino, trabalhar na gestão das faculdades, organizar conferências, etc, e fazer tudo isso ao mesmo tempo, morriam de cansaço.
Por isso, Miguel Sousa Tavares, que não disse o que Paulo Guinote escreve acima, tem toda a razão. Porque nós pagamos, porque nós temos os nossos filhos nas escolas e temos direito a exigir eficiência. Se ocupassem o tempo que dedicam a manifestações a ler umas revistas científicas mais recentes, seria bem melhor.
Abril 11, 2008 at 10:49 pm
Ana Buzina e outros que tal
“Quem não se sente, não é filho de boa gente.”
Sem mais.
Abril 11, 2008 at 11:00 pm
Cristina Barbot:
Paulo Guinote, acima, não escreveu nada!
Leia. Até ao fim, por favor.
Também conheço as condições em que os professores universitários trabalham actualmente. Alguns, em regime absolutamente precário, multiplicando-se em diversas funções, sempre na incerteza acerca do semestre seguinte. Engolindo sapos. Bajulando à esquerda e à direita. Parece-me trabalho escravo.
Não é isso que quero para mim, nem para si.
Não é isso que quero para os professores dos meus filhos.
Quero condições melhores do que ontem.
Não piores.
Senão, porque evoluímos?
Não é isso que quero para o meu país
Abril 11, 2008 at 11:01 pm
Cristina Barbort não sabe:
1- Que muitos, professores fizeram licenciaturas-algumas a sério, de 4 e 5 anos- e mestrados;
2- Que se calhar, o que esta Equipa Ministerial deveria ter feito e não fez (porque não sabe?), era exactamente a reorganização dos currículos;
3 – Além do Estudo Acompanhado, da Formação Cívica e da Área de Projecto que diz não saber para que servem, fique pelo menos a saber, que este Ministério ainda arranjou mais umas aulas de Apoio ao Estudo.
E, os professores é que são os inúteis???!!!
Abril 11, 2008 at 11:07 pm
Mariazinha deixa-me ir-te ao c…
Abril 11, 2008 at 11:22 pm
Cristina Barbot:
Como diz que é professora Universitário, deveria saber ler e interpretar, e teria verificado que o Paulo Guinote não afirma o que diz, pois ele transcreve uma carta de um outra pessoa.
Quanto ao resto da sua ideia e de arrazoados , nem comento pois não vale a pena, e também andei na Universidade e vi e ouvi como se davam as aulas, para esquecer, e como também o modo como se entrava para assistente e depois se podia subir na carreira universitária.
É melhor ficarmos por aqui…
Abril 11, 2008 at 11:44 pm
Professora,
Penso que reorganização dos currículos é muito importante. Há imensas questões no ensino que têm de ser re-equacionadas, e essa é uma delas. Enumero algumas:
- Em certas escolas os horários têm tantas de horas de Educação Visual como de Matemática ou de Português.
- Os alunos têm sete anos de Inglês, mas chegam à universidade e recusam-se a estudar por manuais em Inglês. Os pais mais ricos recorrem aos institutos. E os outros? Dois anos no British equivalem a sete na escola?
- Os alunos chegam à universidade dando erros e sem saber escrever Português. Não estarão a insistir demais com os Lusíadas, que eles definitivamente acham chatos, e a menos com tantas obras de literatura mais apropriadas?
- Porque dão quinhentas vezes noções de Estatística?
- Qual a razão do insucesso do ensino técnico-professional? Do lado da procura, sei que vivemos num país que considera esse ensino menos susceptível de fazer subir a pessoa na escala social (infelizmente), mas do lado da oferta?
Etc, etc, etc.
Em resumo, eu falo da mudança dos currículos, mas também dos conteúdos e das atitudes.
Abril 11, 2008 at 11:48 pm
“Se ocupassem o tempo que dedicam a manifestações a ler umas revistas científicas mais recentes, seria bem melhor.”
“Mas eu, funcionária pública e também professora, pago-os através dos meus impostos.”
Madame Barbot, professora universitária e admiradora dos escritos de Vital Moreira e afins, não lhe outorgo o direito de vir para aqui dar palpites sobre a forma como devo ocupar os meus tempos livres.
A preocupação que manifesta relativamente ao destino dado aos seus impostos, je la comprends bien…Mas, informo-a, porque não me conhece, de que aqui, em casa, também contribuímos alegremente com uma boa parcela dos nossos vencimentos para a pagar a si e à sua sobranceria, uma vez que é funcionária pública de casta superior.
Chère Madame, só para terminar, um conselho, que também os sei dar. Vá ler uma BD, verá, nascer-lhe-á uma alma nova. Ler apenas as letras gordas das revistas científicas é prejudicial à saúde e causa danos irreversíveis. Li em Astérix au Pays des Imbéciles ou Tintin Chez les Cons, já não tenho a certeza.
Abril 12, 2008 at 12:02 am
Madame Ema,
Não se pode dizer que a senhora seja muito construtiva.
Se me quer chamar imbecil através do Asterix, que não tem nada a ver com o assunto, porque não chama directamente?
A escolha é sua, mas olhe que sem as revistas científicas e sem o que está lá escrito a senhora ainda atravessava as pontes de barco, ou a nado, se lhe agrada nadar nos seus tempos livres.
Há algumas frases na sua mensagem que não entendo: Tintin Chez les Cons quer dizer Tintin em casa dos cães?
Abril 12, 2008 at 12:09 am
Ó Cristina Barbot, estou admirada consigo!?
Como é possível uma professora universitária ler “tão na diagonal” que não compreendeu que o autor da carta NÃO É PAULO GUINOTE. A carta foi escrita pela PROFESSORA ANA GOMES.
Talvez seja melhor não se queixar tanto das dificuldades dos seus alunos.
Abril 12, 2008 at 12:17 am
È uma coisa muito comum ” eles” lerem tudo na diagonal. Afinal de contasnós também conhecemos muito BEM as universidades!!!!!
Abril 12, 2008 at 12:18 am
Cristina Barbot,
“Há, por exemplo, no 5º e 6º anos, aulas de Educação Visual e Tecnológica em que muito frequentemente um dos professores falta. Não sei para que servem dois professores nessas aulas.”
É verdade. Alguns faltam bastante, no entanto desde que foram introduzidas as substituições, o absentismo docente diminuiu mais de 50%.
Esta disciplina tem dois professores, pelo simples facto de em dada altura, ter sido necessário arranjar horas para os professores das antigas Escolas Técnicas(Mecânica, electrónica,secretariado, etc). Como eram muitos puseram 2 para uma disciplina.
Hoje em dia não faz sentido, até porque os mais novos têm formação das ESES, precisamente para ensinarem educação visual e tecnológica.
Sobre o Estudo Acompanhado, AP, FC, tudo tretas, foram criadas no tempo do Guterrismo para evitar horários-zero.
Abril 12, 2008 at 12:21 am
Esta discussão desceu de nível.É mesmo uma vergonha ! São professores? ??????
Abril 12, 2008 at 12:25 am
E para criar essas àreas curriculares retiraram horas às disciplinas tradicionais, como Físico-Química, História, Inglês, Ciências,… ; com os mesmos curriculos e com menos horas… obrigados a cumprir os programas a vida dos profesores e a dos alunos é um autêntico inferno no 3ºCiclo! E nada mudou!
Abril 12, 2008 at 12:42 am
Desculpem, eu não gosto das generalizações baseadas nas nossas experiências pessoais. Noutro dia um colega mencionou que os juízes não trabalhavam. Ora, eu sou vizinho de juízes e sei que eles têm uma vida desgraçada!
No ensino as generalizações são perigosas: Na minha escola existem bons e maus professores com os diversos graus académicos:
bons e maus bachareis
bons e maus licenciados
bons e maus mestrados
e um doutorado que por acaso é um excelente professor.
A mim o que é essencial é o desempenho dentro da Escola (claro que a formação deve servir como valorização do professor).
Há 2 anos na minha Escola aposentou-se um professor de História que era bacharel e era uma das imagens de marca da minha escola!
As divisões por preconceitos do género “a minha faculdade é melhor que a tua” levou à criação de sindicatos para todos os gostos e feitios. O resultado está à vista: andamos durante todos estes anos divididos em pequenas quintas.
Abril 12, 2008 at 2:08 am
Sr.a Doutora Barbot:
Não percebeu quem está do lado de cá. O problema dos professores universitários, de uma boa parte deles – pelos vistos os grandes especialistas em ensino básico e secundário – é que não conhecem o ensino básico e secundário. Reconheço-lhe capacidade para constatar este facto tão simples. Verdade? O contrário já não é tão verdade assim. Muitos professores do ensino básico e secundário conhecem o ensino universitário, como já poderia ter concluido, se visse com um pouco mais de atenção o que se escreve neste e noutros blogues. Pela minha parte, dir-lhe-ei que tenho uma licenciatura de 5 anos na Universidade Técnica de Lisbo e Mestrado na mesma Universidade. Fui professor durante 8 anos no ensino superior e membro de júri de provas de estágio de uma universidade. Orientei estágios. Fui formador em vários centros de formação.Tenho alguns trabalhos publicados. Se nunca invoquei o meu currículo nas conversas com os colegas aqui do blogue, é porque esse facto é irrelevante no nosso contexto e sempre nos entendemos no tu-cá-tu-lá que é a nossa vida do dia-a-dia nas escolas. Saiba Sr.a Doutora que incomoda a impertinência de uma pretensa superioridade que muitos dos seus colegas, a que a senhora deu voz, se arrogam. Falta-lhes em humildade o que sobra em arrogância. E sabe que mais? è exatamente o problema do Sr. M. Sousa Tavares. Tive a honra de conhecer o pai desta triste figura. Tal como muitos pais dos nossos alunos, Francisco Sousa Tavares não podia ter adivinhado o que estava a criar. “Perdoai-lhes Senhor…”
PS (credo!): É verdade que a carreira universitária é penosa, exigente e insegura. Tal facto não lhes dá o direito à arrogância e muito menos à ignorância.
Abril 12, 2008 at 2:15 am
Doutora Barbot:
Por muito desiludida que fique, não nos vai ouvir dizer que achamos muito bem o que os sucessivos governos têm feito (ou desfeito) ao ensino superior.
Passe bem.
Abril 12, 2008 at 2:22 pm
Sinceramente, a seguir aos politicos a classe mais INUTIL é mesmo a dos professores que criaram a geraçao rasca, a geraçao mais que rasca e actualmente a geraçao rebelde…
Tenham vergonha seus professores mais os comentarios ridiculos que aqui li.
Quanto a senhora Ana Gomes, voce esta a anos luz do Sr. MST porque para alem do que escreveu ser uma autentica mentira, acabo por ter realmente pena que ele nao tivesse dito isso.
So mesmo os professores bananas dos dias de hoje permitem que existam episodios como os do “da-me o telemovel, ja!”.
Somente os incompetentes nao desejam ser avaliados.
Somente os inuteis como os professores criam Blogs destes, que sao mesquinhos e cobardes e veem achincalhar pessoas como o MST.
Tenha vergonha S. Ana Gomes, porque sendo voce uma das professoras inuteis, incompetentes e bananas devia primeiro corrigir a sua maneira de ser de depois postar o que bem quiser…
Abril 12, 2008 at 3:11 pm
Albicastrense ou albicastrado?
Abril 12, 2008 at 3:20 pm
albialterne ..
Abril 12, 2008 at 3:22 pm
Albicastrense:
Deve haver um equivoco grande, a geração rasca é você mesmo esse produto, mas não da culpa dos professores, mas da sua educação, das politicas do governo e da sociedade que se construiu.
realmente você é realmente Rasca. Faz jus ao nome: Rasca .
Abril 12, 2008 at 4:28 pm
Eu sou professora do Ensino Básico / Secundário, porém, já fui professora do Ensino Superior e por lá não continuei porque não quis! Não quis perpetuar o meu estauto de professora equiparada a… Durante os anos que por lá andei fartei-me de trabalhar: leccionava, em média, 12 h semanais. Anos lectivos houve eu que ora leccionava 9 h/semana num semestre ora lecciona 14 h/semama no outro semestre. Já repararam como trabalhei? Trabalhava tanto para os alunos que não sei como tinha horas a fio por minha conta, isto é, para investir na minha formação. Devo ter sido uma excepção! Vejam bem que não tinha um dia livre por semana: às vezes tinha 2 outras vezes tinha 3 dias! Aquela gente era muito má a fazer horários, não acham? Afinal eu até estava lá na faculdade todos os dias!!! Pois é, mas a trabalhar para aminha valorização profissional. Foram anos mesmo estranhos: diria que de luxo…tinha um gabinete, ainda que partilhado, computador, material de escritório, telefone… Faltar às aulas? Faltava quando precisava, como agora faço, mas com umas diferenças: não tinha falta, não se “metia” o artigo x, y, ou z…simplesmente se avisavam os alunos de que a aula não seria dada e que posteriormente seria compensada em data e horário a definir. Voltando atrás…dediquei tantas horas de trabalho à componente lectiva que atétive tempo de me dedicar a um Mestrado e, seguidamente, a iniciar um Doutoramento. E, repare-se bem, a faculdade até me pagava as despesas de investigação, incluindo propinas… Estive presente em conferências nacioanais e internacionais e, não obstante as despesas a meu cargo, havia sempre uns tostões vindos da FCT e da própria faculdade para que os gastos por minha conta fossem minimizados. Quem será que contribuiu para tudo isto? talvez os desgraçados dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário, digo eu!
Abril 12, 2008 at 4:35 pm
Apetece-me dizer e vou fazê-lo: Drª Cristina Barbot, não me “lixe” com disparates e, já agora, deve ter algum trauma com disciplinas tipo EV e EVT…estarei certa? Também não me interessam nada os seus traumas. Ah…quase que me esquecia: então será que a srª acha que são os professores que definem o currículo nacional? Que decidem quais as áreas curriculares disciplinares e ão disciplinares de cada ano lectivo? Informe-se e dirija os seus protestos noutra direcção…porque dirigi-los a nós professores é de todo inútil. Somos mesmo uns inúteis, já viu?
Abril 12, 2008 at 6:22 pm
Barbot, Albicastrense e comp.:
Em resumo: estão a precisar de levar com uma gata morta no “focinhito”, até ela miar!
Abril 12, 2008 at 6:28 pm
Só agora dei com esta polémica final em torno de uma cara colega (Cristina B.) com dificuldade em detectar o autor de cada texto, mesmo quando ele está bem explicitado.
Realmente há por aqui competências a necessitar de algum aprumo.
Abril 12, 2008 at 6:30 pm
Nunca mais daremos dinheiro a ganhar ao MST, nem que venham milhares de albicastrenses e afins.
Não leio e não dou a ler, e pronto.
Abril 13, 2008 at 10:58 pm
A “Filomena a despertar” deu um belíssimo exemplo de lucidez e de contraditório.
É tão feio desejar o mal dos outros, atropelando-os com a arrogância e a maledicência! No texto da Ana Gomes, não há atropelo nem arrogância: apenas o legítimo direito à indignação, por quem se sentiu insultado (e não está só).
E os restantes?!?!?… vêm aqui amesquinhar pessoas à conta de quê? da dignidade de quem?… haverá coisa mais mesquinha que aproveitar um espaço anónimo e pseudónimos para ferozmente vomitar o fel que os tolhe?!
Feio, muito feio. Indigno e soez.
Abril 14, 2008 at 11:40 pm
Simplesmente potente.
Se eu fosse esse… sr. enfiava-me num buraquinho bem pequenino e nunca mais sairia de la.
Resposta mais que merecida, mais que digna e de alto nivel!!!
Parabens, sinceros, Sra. Professora Ana Gomes
Abril 15, 2008 at 8:20 pm
Sra.Professora Ana
Ainda bem que se indignou com as afirmações desse sr.
A minha mãe é professora( licenciatura em ensino), o meu pai é professor universitário.
A minha mãe investiu na família(somos quatro filhos),e na sua profissão. Cada vez passa mais tempo na escola sentindo-me eu, sendo o mais velho-17 anos, e os meus irmãos relegados para um segundo plano, porque as prioridades nem sempre somos nós. Parece que a prioridade passou a ser a escola e os filhos dos outros.Para além do trabalho na escola, quando chega tem as tarefas de casa para fazer, porque não tem quem faça o trabalho por ela. Como estudámos os quatro ela tenta acompanhar-nos, sendo uma mãe atenta e que nos incute valores de respeito, honestidade, solidaridade…para não falhar-mos em sociedade.
O meu pai em contrapartida licenciou-se, fez mestrado, continuou com um doutoramento e…não me parece que fique por aqui.
Sendo ambos professores de ensino em niveis diferentes o investimento que fazem como profissionais e como pais é enorme para vir esse sr. inclui-los num grupo de
inúteis.
Eu não vejo é qualquer utilidade nos serviços de comentador desse sr.
A minha mãe comprou em tempos o livro “Equador”, penso que nem tempo teve para o ler, porque tem leituras bem mais importantes para fazer. Por meu lado vou ler as obras do programa do 12º ano. Prometo que vou arrumar o seu livro para um canto. Vai ver que com tantos livros que há aqui em casa qualquer dia o seu embarca num contentor para um desses países além mar.
Sr Miguel Sousa Tavares, seja útil à sociedade poupando-nos aos seus comentários gratuitos. Fica aqui o meu apreço aos professores, à professora Ana que escreveu esta carta e, como não poderia deixar de ser, aos meus pais . :0)
Abril 16, 2008 at 7:11 pm
E, embora eu esteja do lado dos professores e não me custe criticar o MST, por ter generalizado o que não se deve generalizar, existem casos que são casos, e outros que não passam de ácidas e mal amanhadas acusações, porque: atacar o MST, considerando plágio, um romance histórico onde apenas o ilustramento episódico de quatro marajás da Índia são em algo idênticos, porque têm de ser, e tendo o autor descrito na bibliografia as fontes de consulta onde buscou informação, é uma atoarda de bradar aos céus, própria de aleivosos pseudo-arautos de virtudes, que colocam sob a mais nauseabunda suspeita, quem tem demonstrado ao longo da sua vida pública uma verticalidade de fazer corar muita gentinha.
De facto, a atitude achincalhante da cambada torpe e medíocre reinante neste Portugal pequenino, para quem o sucesso e o talento sem amarras têm de estar agarrados à vigarice, é mais o retrato de quem insulta do que, de quem é insultado.
PS: E desculpem lá os erros ortográficos (se os houver), não sou professor.
(mas só peço desculpa aos que se comportam como tal e merecem esse nome)
Abril 17, 2008 at 12:09 am
Olá rapaziada e raparigada!!!
Cheguei agora e vejo que a sessão está animada…
Folgo em ver que não falamos mais dos pais e filhos do sr. Tavares… estamos de parabéns.
Deixem lá os erros ortógráficos; às vezes são “gralhas”…
Com muito respeito por todas as opiniões, acho que nos desviámos do assunto central desde a entrada em cena da prof. dra Cristina.
Vê-se imediatamente que a sra. não é professora universitária em sítio nenhum. Reparem na “pérola” do comentário: “(…) sem as revistas científicas e sem o que está lá escrito a senhora ainda atravessava as pontes de barco ou a nado (…)”
Atravessar pontes de barco???? A nado????
Sugiro aos meus queridos companheiros que deixemos a senhora e nos centremos no essencial: Afinal o sr. Tavares disse ou não disse?
Alguém conseguiu a gravação?
Abril 17, 2008 at 3:49 pm
PiresF
Não sei se o percebi bem, está mais incomodado com os comentários que referem, alguém que terá insinuado que MST plagia?
Aqui a base de todos estes textos é uma carta, que foi escrita e dirigida por uma professora, que tal como muita gente se sentiu indignada e revelou desta forma a sua indignação. Quanto a mim quem colhe semeia e esse sr. ao insultar todos os professores, ao dizer que eram os inúteis mais bem pagos deste país. tomou uma atitude achicalhante que partiu dele duma forma gratuita.
Sucesso e talento não lhe devem ter sido difíceis de alcançar tendo os pais que teve. E ,quanto a comentador não sei como é escolhido, se é por estar vocaccionado para a má língua…se pelo factor C(cunha) ou se pelo curriculum de filiação.
Quanto a facto de publicar livros , parece que agora está na moda e qualquer um edita um romance.Enquanto que os professores trabalham, e ainda que bons escritores, nem todos têm o tempo que gostariam de disponibilizar para se dedicarem à escrita e quando se sentem ofendidos e escrevam artigos contestando opiniões viscerais que sobre muitos assuntos são vomitados não lhes é dada a possibilidade de o fazerem pk não são conhecidos nem tem as portas abertas como tem esse sr MST. Esse sr já se pode pôr à sombra da bababeira,despejar as barbaridades que quiser, porque já deve ter auferido com as vendas das suas crónicas e os seus romances um bom pé de meia (agora já até vamos ter que o gramar sobre a forma de telenovela). O que a mim me incomoda é ter colegas que em termos profissionais estão muito acima do nível desse sr mas como este país se cinge aos políticos e comentadores da moda vamos ter que “gramar” estes iluminados por muito e muito tempo.
Quanto à sua imagem na tv esse seu mexer no cabelo dá-lhe pinta de beto, mas olhe que tem um aspecto boçal…às vezes dou comigo a olhar para si e a ver um animalzinho que não tem culpa de ser parecido consigo
Abril 17, 2008 at 8:41 pm
Caro “Colega”,
Eu não sou contra a carta da prof. Ana Gomes. A ser verdade que o MST disse o que lhe aponta, e não tenho razões para duvidar, até aplaudo. Agora, mesmo não concordando com a sua análise “perversa”, fazer chicana sobre o resto, é que já não me parece próprio, menos ainda vindo de professores.
Embora, neste caso, o coração, ou melhor dizendo, a raiva, tenha sido superior à razão (coisa de latinos, vamos aos arames por dá cá aquela palha), quem tem responsabilidades de educação não pode partir para o insulto gratuito, com frases que só revelam inveja – provavelmente a maior fonte de energia que o homem conhece, porque tornam as acusações tão deploráveis quanto o comportamento, anunciado, do MST.
Mas enfim… a mediocridade instalou-se perigosamente na nossa sociedade. Domina-a. E tende a dominar-nos também.
Com consideração.
Abril 17, 2008 at 10:41 pm
Temos de endurecer a posição:
Dá-se 500€ a quem colocar na Net o vídeo/comentário do sr. Miguel Tavares (25 de Fevereiro de 2008) onde terá dito que “os professores são os inúteis mais bem pagos deste país”. É importante sabermos todos que o senhor, há pouco tempo, negou que alguma vez tenha dito tal coisa.
Através da TVI não vale a pena porque os chefes já puseram o original em segurança.
Cumprimentos
Abril 18, 2008 at 3:35 pm
César:
Eu estava a trabalhar, ainda que com a televisão ligada, e ouvi os comentários desse senhor. Não me parece que haja uma esquizofrenia colectiva relativa a MST, antes pelo contrário, ele é que mantem as suas manias de perseguição. O que é certo é que para além de eu ter ouvido muitas barbaridades relativas aos professores, também o ouvi a proferir a dos “inúteis mais bem pagos do país”. Lembro-me que foi a uma terça feira, mas não no dia 25 de Fevereiro. Ou foi a 26 de Fevereiro ou a 4 de Março. Pedir o video à TVI , neste momento, é receber produto manipulado, seleccionado… e sabemos bem os motivos. A TVI vai produzir uma telenovela com base…( não faço publicidade).
Este sr dá-me nojo. Diz-se um democrata?
Deixem-me rir!
A democracia é deixá-lo dizer mal de tudos e de todos, manipular a opinião pública e não aceitar que as pessoas se indignem com os seus comentários. Sai sempre ileso? qual a sua arma? Não me diga…já sei…
Abril 18, 2008 at 3:36 pm
NOTA: 26 de Fevereiro ou 24 de Março.
Desmascarem esse MST.
Abril 18, 2008 at 3:40 pm
Alteração 26 de Fevereiro ou 4 de Março…..
A esse sr. que normalmente se excede, quando algo não lhe agrada, dizendo que resolve tudo ao sopapo era bom que( desta vez, metafóricamente falando) o pusessemos KO.
Vá-se lixar MST mais a sua arrogância
Abril 18, 2008 at 3:54 pm
Já agora alguém me pode esclarecer o que foi feito a Rangel sobre as afirmações que ele proferiu sobre os profs no dia da Marcha da Indignação? Alguém o processou? O Rangel tem mais dinheiro que todos os professores?
E o MST ficará também impune?
Abril 21, 2008 at 12:30 am
Sirvo-me do ditado modificado: «Lavar a cabeça a adultos é gastar tempo e sabão».
O Emídio é um tontinho, por isso as pessoas nem se deram ao trabalho de lhe responder. Fizeram bem. Mas pode ser processado. Quem impede? Por ofensa, pelo menos. Eu acho que, mesmo com os incontáveis meios que tem para se defender, iria sentar o cuzinho no banco dos réus… e, claro, arranjar uma aldrabice qualauer para se justificar.
Agora o Miguelinho: o que interessa mesmo neste caso é encontrar a gravação e colocá-la na Net, ao lado da outra onde ele diz que não disse.
Esta espécie de D. Quixote afinal criou uma imagem de corajoso, mas começa a parecer-me demasiado medricas para o meu gosto…
Abril 21, 2008 at 12:11 pm
Alguns genes saltam gerações. Ainda na semana passada comentava o MST dizendo que o achava uma criatura desprezível. Ele é, aliás, um critico tão baixo que nem suporta ser criticado. Não só não lhe dou dinheiro a ganhar como facilmente boicoto jornais e programas que empregam gente deste calibre. Nem com livros dele perco tempo, pois se há tanta obra boa de gente boa por aí. Recordo-o dizendo imbecilidades como a do elogio ao tabaco, que segundo ele devia ser permitido em todos os locais públicos, onde deveriam era ser proíbidas “as criancinhas”.
Abril 23, 2008 at 4:51 pm
Gosto de ler e ouvir, Miguel Sousa Tavares.
É evidente que nem sempre concordo com ele. Se assim não fosse, deixaria de
ter opinião própria.
Eu não diria que “os professores são os inúteis mais bem pagos do país”, eu
diria, simplesmente, que a educação está de rastos porque todo o país se
demitiu do acto de educar.
Quando se promove o sucesso ou o insucesso através do dinheiro ou nos
vergamos perante o poder, não há educação que valha.
É nas “mãos” dos pais, professores, governantes e demais pretensos
educadores, que está o futuro deste país. E futuro escreve-se com a palavra
“JOVENS”.
Não sou contra nem a favor dos professores, como não sou contra nem a favor
de qualquer profissão. Todas as profissões têm o seu valor,
independentemente de serem ou não bem pagas e sujeitas a licenciatura.
Neste país que eu já não conheço, convencionou-se, ou, alguém convencionou,
que licenciatura era sinónimo de educação. Desde quando, meus amigos?
Por acaso não sabem que as Universidades também formam sacanas?!
+++++++++++++
“Esta gente…
Faz renascer meu gosto
de Luta e de combate
Contra o abutre e a cobra
O porco e o milhafre
E em frente desta gente…
Meu canto se renova
e recomeço a busca
dum pais liberto
Duma vida limpa
e dum tempo justo”
A propósito da educação
O que tem acontecido, nos últimos tempos, com os professores, faz-me pensar seriamente no futuro deste país.
Sem grande disposição para assistir a novelas, ainda aceitava, de bom grado, assistir a alguns episódios onde dessem à educação o papel principal.
Reunir 100 mil professores em torno da avaliação, não me surpreendeu.
O que me surpreenderia era encontrar 100 mil professores despojados de ambição, defendendo o emprego único e o fim das famigeradas explicações que, como sabemos, são pagas a preço de ouro e mais não são do que o complemento das aulas que deveriam ter sido dadas, mas não foram.
É evidente que há professores que honram a profissão e sobre esses nada a apontar. Mas muitos daqueles 100 mil que estiveram em Lisboa, querem apenas trato e bom descanso e o salário ao fim do mês.
“A Juventude Rasca” mais não faz, do que seguir os passos dos que os educam.
Abril 23, 2008 at 10:47 pm
Felizmente a Ana chegou.
Abro um prênteses e aproveito para referenciar a existência de um estranho blog que dá pelo nome de Anti-tretas, coisa surrealista que não via há muito. Acontece de tudo: excluem-se textos, modificam-se e publicam-se modificados, seleccionam-se as opiniões que interessam, ameaçam-se os participantes… Enfim, uma verdadeira crapulice…
Abril 23, 2008 at 10:55 pm
Já reparámos e esse blogue está às moscas, o César deve evitar essas leituras como nós fazemos há muito tempo.
Abril 24, 2008 at 1:31 am
Grato pelo conselho (149). Sobre conselhos: «Muitos ouvirás, algum tomarás».
O meu grande amigo Luís Monteiro diz que o Ministério não lhe paga para discutir escola. É um sábio este meu amigo. E foi um dos conselhos que tomei.
Estou nisto há um bom par de anos e SEMPRE me manifestei (também por solidariedade), com a consequente perda de salário, o que prefaz umas boas centenas de contos. E ouvi, incontáveis vezes dizerem-me: “não vale a pena fazer greve; somos sempre tão poucos. Eu fazia greve se fizessemos todos”
E eu pensava: “lá vai mais um dia de salário meu, e ainda por cima tenho de levar com este chico-esperto”. E a vida na escola continuava alegremente como se nada fosse. Como se nehum problema houvesse.
Conheces a “nêspera” do Mário-Henrique Leiria? Pois é, as nêsperas ficaram muito tempo deitadas na cama a ver o que acontecia e, depois, veio o Jorge de Sena dizer que ” os eunucos são venais/quando os outros são feitos em torresmos/não matam os tiranos/pedem mais”.
E depois veio a “velha” e separou a carreira em duas: uma para alguns titulares; outra para aspirantes a coisa nenhuma. E depois veio a avaliação; e os titulares começaram a ser alvo da ira dos aspirantes. E ontem foi publicado o DL sobre o novo modelo de gestão, com o director omnipotente, que pode nomear e destituir alguns assim como quem troca de camisa.
E os sindicatos foram silenciados.
O puzle está completo. A partir daqui, vamos começar a ouvir os ais das nêsperas que ficaram deitadas na cama à espera.
Maio 2, 2008 at 12:50 pm
Eu não li os 150 comentários que aqui foram escritos, mas li com atenção o post.
Nada a assinalar com excepção de uma simples coisa.
Não se pode reduzir o ensino privado ao ponto de se achar que os alunos subsistem à custa de subornos feitos aos professores. Penso que isso é no mínimo leviano. Mas isso sou eu a pensar que andei 17 anos numa escola privada em Lisboa. Um colégio que fica sempre nos lugares cimeiros no ranking das escolas (será que os pais também pagam para isso? Ou estarão os alunos mais bem preparados que os outros?).
Gostava de não ter ouvido uma afirmação destas por parte de uma professora, porque só mostra que realmente não conhece bem o sistema educativo, certo será que haverá pais que recorrem a esquemas menos lícitos em escolas privadas, mas pensar que é uma regra nas escolas privadas…é de facto leviano.
Maio 13, 2008 at 10:15 am
li o Segredo do Rio e achei-o muito bonito principalmemte para as crianças. Deve continuar assim
Maio 15, 2008 at 5:40 pm
Quanto ao tão ou tão pouco brilhante ensino que temos, vamos olhar para os pais como ponto de partida.
A escola é a “2ª casa”, não a 1ª. Sempre ouvi dizer que a educação começa ou DEVERIA começar em casa.
Os miúdos têm internet e telemóvel desde a primária. Têm porque “todos os amigos têm”.
- “João, vai estudar!”
E lá vai o joão “estudar” para o computador, com a janela do msn aberta a conversar com os coleguinhas que também deveriam estar a estudar.
No dia seguinte: O teste correu mal. Teve negativa!
De quem é a culpa?????????? Do Professor, claro! “O ensino não presta!”
Outro relato:
O telemóvel do aluno toca na aula. O professor retira o telemóvel ao aluno, como forma de penalização por ter desrespeitado as regras e até faltado à educação para com o professor (na minha opinião).
No dia seguinte lá está o “paizinho” a reclamar que tem que devolver o telemóvel ao filho!
(o joãozinho fez uma birra, já ninguém o consegue ouvir!)
Todos os alunos verificaram então que a atitude do professor ficou sem efeito. Então, toca a fazer o mesmo!!
Pergunta: como é que o professor mantém a ordem numa sala de 20 alunos desrespeitadores, mal educados e que, ainda por cima, têm a “protecção” dos pais!
Só tenho pena que a sociedade tenha envergado por este caminho. Sinto-me penalizada por isso.
Se um dia quiser que os meus filhos tenham uma boa educação e se tornem pessoas bem formadas, terei que ser três vezes mais rígida e até fazer o papel de “má”.
Mas um dia irão agradecer-me…
Maio 15, 2008 at 5:59 pm
A televisão:
Toda a gente sabe que a televisão não presta e vai piorando! Telenovelas, Morangos com açúcar, Floribelas, chikititas…
Os miúdos (quando não jogam playstation ou pc) estão a consumir esta gama de programas que não acrescentam NADA às suas cabeças!
Quer que o seu filho seja igual ao “Manel” dos Morangos? Não? Mas olhe que ele quer ser…
De quem é a culpa? Da televisão? Os programas estão lá mas só vê quem quer ou quem pode! E, verdade seja dita, estão lá porque “VENDEM”!
Os pais não querem passar por mauzinhos. Têm medo de proibir os filhos de fazerem o que quer que seja!
Não tenham trabalho, o mal é deles mesmo! Eles é que ficam pouco evoluídos e inúteis! Para quê chatear-se?
Não será isto um tremendo egoísmo…?
Maio 18, 2008 at 7:30 am
É por existirem imbecis como este que o nosso país nunca será o que já foi! Emproados, convencidos, arrogantes e atrofiados! Parabéns Ana Gomes!
É triste chegar à conclusão que, realmente, o nosso país está pejado de gente como esse Sousa Tavares! Realmente duma árvore sã, também saem frutos podres! Sofia de Mello Breyner não merecia ter um filho como este, mas quando eles nascem, por mais que nós lhe transmitamos tudo de bom, que é que um Pai pode fazer?
Eu fui aluna do Carolina Michaelis em 1963/64, e atitudes de falta de educação, como a que conhecemos, não eram admitidas, nem a nós nos passava pela cabeça desrespeitar um professor!
Comecem por educar os Pais que, para mim, é onde reside o maior problema!
Eu sou mãe e só lhe digo que se a minha filha tivesse tido uma atitude como aquela que nos foi dado ver, ou outra qualquer de falta de respeito por um professor, ou por alguém mais velho, teria que responder perante mim, pois não admitia (e nunca admiti) esse tipo de atitude!
Um abraço,
Olivia
Maio 20, 2008 at 7:05 pm
Como se perde tanto tempo com um «escritor» light!
Maio 20, 2008 at 7:09 pm
Utilizar um lugar privilegiado nos media para denegrir será um acto de coragem?
Maio 29, 2008 at 9:31 pm
O gajo diz que é caçador…então que vá caçar gambozinos…
Maio 29, 2008 at 9:35 pm
O caçador anda desanimado.
Maio 30, 2008 at 6:22 pm
É absolutamente lamentável imputar declarações à uma pessoa sem sequer ter tido o cuidado de confirmar que as mesmas tinham realmente sido proferidas! É de uma ligeireza extrema que nao abona a favor da autora deste texto. Espero que esta triste figura feita tenha servido de lição de forma a que não se repita por estas bandas.
Junho 2, 2008 at 8:04 pm
“VAI-TE EMBORA Ó MELGA“
És uma besta-quadrada,
Tão quadrada que aborrece,
Falas por tudo e por nada
E é isso que acontece.
No ecrã, sempre ascoroso,
P’lo futebol, p’la nação,
Com beiças de cão raivoso
A botar opinião.
Nossa gratidão maior
É se um dia te calares.
-Emigra p’rò Equador
Miguel de Sousa Tavares.
Junho 10, 2008 at 9:08 pm
Muito bem, estive a ler este excelente texto e por isso deixo aqui a prova da minha passagem
Muitos parabens professora Ana tb ja fui aluna, tenho e sempre tive muito respeito pelos professores que passaram pela minha vida enquanto estudante
Junho 18, 2008 at 8:00 pm
Será que ele não quis dizer que os professores são inúteis não por opção, mas porque são obrigados a assim serem? Eles não podem mais fazer o que antes podiam, e não podem mais ter papel importante na educação das crianças, qualquer bronca que é dada nas crianças faz com que os pais se “revoltem” com a escola e, conseqüentemente, o professor seja punido.
Só por curiosidade, sou brasileiro, pouco conheço do sistema de Portugal, sei que aqui no Brasil a educação é pouca (e péssima) e que aqui os professores têm pouca liberdade pra fazerem o que querem. Será que aí não é assim também?
E outra, sabemos que contexto é tudo, e que as vezes uma frase fora de contexto transforma quem a falou em um monstro. Eu queria ver a reportagem onde ele disse isso, talvez no youtube tenha.
No mais, acho o MST um excelente escritor, pelo que eu li dele até hoje. Acho complicado e difícil que ele seja babaca a ponto de dar uma declaração dessas, a vocês não parece estranho?!
Finalizando: sou professor de matemática e não me senti ofendido com o que ele disse, talvez porque eu tenha interpretado de maneira diferente (e menos agressiva) do que a maioria por aqui.
Notem que eu não estou defendendo, mas sim questionando.
PS: Aqui no Brasil, MST é o “Movimento dos Sem Terra”.
Saudações brasileiras!
Julho 23, 2008 at 1:51 am
Lembro-me perfeitamente dessa frase do MST:-”os professores são os inúteis mais bem pagos deste país”.
Essa generalização feita de beiço caído e com laivos de saliva ao canto da boca, surprendeu-me pela negativa. Há bons e maus profissionais em todo o lado. Mas a asserção
não foi feita neste sentido; a ideia que me ficou foi a do “bota abaixo” o que é indesculpável no MST que tem, aparentemente, um valor intelectual acima da média.
Se ele tem feito plágio nos seus romances, não sei. No seu livro “O Equador”, faz referência a um jantar regado com uma marca de vinho do Porto que não existia na época.
Um erro cometido pelo autor como o foi o comentário infeliz que fez à classe dos professores à qual deveria ter pedido desculpas, oportunamente.
Mas esse mau feitio herdou-o, seguramente, do seu progenitor!…
Quanto à carta de desagravo:a Drª. Ana Maria Gomes, merece os melhores elogios, porque “quem não se sente não é de boa gente”!…
Agosto 17, 2008 at 2:01 am
Dr.ª Ana Gomes: parabéns!
Quanto ao Dr. Miguel, enfim… Não me parece que o que quer que ganhe, que deve ser muito, se deva a algo de muito útil a quem quer que seja…É raro emitir opinião agradável e positiva sobre alguma coisa que não seja relacionada com o F. C. P., pelo que já nem se estranha mais esta. Gostaria de o ver a enfrentar algumas turmas que conheço durante, digamos, uma semana…Talvez mudasse de opinião…
Agosto 17, 2008 at 2:18 am
Uma semana? Um dia de blocos de 90, em Benavente, sem fumar!
Setembro 12, 2008 at 11:46 am
Se esse “senhor”, para não lhe chamar outra coisa pela sua grande falta de sabedoria com as palavras, tem essa “ridicula” opinião, só demostra o tipo de caracter que tem. É graças a pessoas como ele que os professores são desrespeitados por pais e alunos.~
Se algum dia chegam a ganhar bem, depois de muitos anos de trabalho, é merecido. Se não fossem os professores, com certeza esse ignorante não estaria onde está a dizer esse tipo de “lixo”…ele que não se esqueça que os professores são a base de tudo, e é graças a eles que temos outros professores, doutores, advogados, jornalistas…ou será que algum deles se formou sem passar pelas mão de um professor???
Outubro 6, 2008 at 4:36 pm
Enfim…
Eu até gostava de ouvir alguns dos seus comentários, artigos de opinião etc… por acaso este não me recordo …talvez porque não consiga ver TVI, o que é certo ´´que se o fez, demonstra que também ele não sabe do que fala e/ou então também bebe um copito a mais!
Outubro 17, 2008 at 10:11 am
esse fulano mst tem cara de bronco, de bruto, mas agora confirma-se que é bronco e bruto, por dentro e por fora.
Outubro 20, 2008 at 11:12 am
O problema dele, todos o sabemos, é só um: a bebida. E quando escreve, todos o sabemos, está com os copos.
Por isso, desculpe-se a imbecilidade.
Outubro 23, 2008 at 8:11 pm
Estou indignada com o que acabo de ler nesse excelente texto da Ana.
Aqui no Brasil, jamais ouvi dizer que um escritor ofendesse a classe, ou sequer fizesse uma crítica à educação que não fosse construtiva.
Os escritores no Brasil não o fazem, porque sabem que o educador engajado é justamente aquele que vai consumir e fazer ser consumida sua obra!
No Brasil, e em toda parte do mundo, a educação é a porta para a leitura, para o consumo literário. É lamentável o que esse senhor, que está no Brasil para lançar seu livro “Rio de Flores” (que eu até pensei em comprar)tenha dito tal devaneio.
Abraço aos amigos portugueses!
Outubro 24, 2008 at 10:44 am
Ao c/Snrª. Prof. Ana Maria Gomes
Usando a faculdade que a Democracia permite a qualquer cidadão que recebe na sua caixa de correio, este crepúsculo de escarro e mal dizer, venho solicitar a V.Exªs. o favor de fazer chegar á “distinta” Snrª. professora a minha resposta.
Antes de mais, A Snrª. tem todo o direito de se dirigir ao citado, como bem quiser e entender, sugeitando-se como é norma ás devidas consequências legais.
Agora, o que não tem o direito é, vir importunar qualquer cidadão, com os seus arrotos ou desvaneios encefálicos, só porque alguem na comunicação social, disse aquilo que muitos pais e consequentemente cidadãos deste país, gostariam de dizer.
A forma como a Snrª. Prof insinua das intenções do Dr. Miguel Sousa Tavares, sem que tenha qualquer procuração do dito, mas atento e ouvinte da sua intervenção, sempre lhe digo que, só por mera e deficiente leitura pode inferir-se que o mesmo se referiu a TODOS OS PROFESSORES.
Quem teve o cuidado de o ouvir ou quem tem acompanhado as suas criticas não só ao comportamento dos Professores nos ultimos anos, sabe prefeitamente que a razão lhe assiste, eu mesmo teria certamente uma concepção ainda mais radical, embora não generalizada.
è por isso um facto ‘os professores os inúteis mais bem pagos deste país.’ generalizada? claro que não, mas entenda-se como “a classe que se comporta constantemente contra tudo” e não aquela que apenas e só se preocupa em ensinar e instruir os seus alunos com esforço e dedicação.
Miguel Sousa Tavares apoiante do sistema? deve andar mesmo a leste da informação, certamente obcecada como está pela raiva,contra tudo e contra todos, que nem ouve as constantes criticas que o mesmo debita semanalmente na TVI.
Essa é portanto a mais evidente constatação, que se pode e deve tirar, quer desta sua raiva contra Miguel de Sousa Tavares, mas tentando embrulhar cidadãos que não pactuam consigo ou com os seus comparsas e olhe que sou de esquerda, mas não carneiro ou borrego, fazendo parte de uma manada cujo seguidismo já vem de muito longe e cega, ai não que não cega.
Espero bem que não volte a usar-me ou a usar este meio para com cidadãos felizmente conscientes, porque terá sempre a resposta adequada e merecida quer da minha parte, quer da parte dos restantes, que se pode expressar mesmo até com o desprezo pelas suas missivas.
Cumprimentos
Luis Silva
Outubro 30, 2008 at 7:42 pm
calaram -se as vozes de quem nada faz. Se ao menos preparam-se as aulas dos alunos…poderia haver no futuro menos estupidez
Outubro 30, 2008 at 7:47 pm
Francelina inscreva-se, por favor, num EFA, para ter uma nova oportunidade de aprender a escrever.
Aprender compensa!
Novembro 1, 2008 at 9:37 pm
Sr. Luis Silva, consequências legais???? Quer dizer, todos falam o que querem e o que lhes apetece e ninguém tem consequências por isso, quando muitas vezes a falta de respeito é muita, chegando mesmo ao insulto.
Esta nossa colega sentiu-se indignada e com toda a razão com comentários inapropriados e falsos, a não ser que mil e poucos euros seja considerado um ordenado fantástico, pois é o que ganham a maioria dos professores. Os que ganham mais são os que tem muitos e bons anos da sua vida entregues ao ensino e como tal mais que justificados. Enfim, não insulte a nossa inteligência com comentários ameaçadores, pois não é a unica pessoa a ter ou julgar ter, conhecimentos de direito. Para isso existem os advogados e por acaso estou casado com uma…
Quanto aos comentários do Sr. MST, nem vale a pena gastar o meu português e apenas me resta esperar que tenha sido mais um momento infeliz desse senhor, que deveria ter mais cuidado com aquilo que diz…
PS: Já agora, quanto é que o senhor aufere de ordenado mensal?
Novembro 1, 2008 at 9:42 pm
uns 30 mil euros fora ofshores..
Novembro 1, 2008 at 10:10 pm
Parece que o computer já apareceu, estava debaixo da cama, li no “inimigo público”…
Novembro 5, 2008 at 1:49 am
Decidi colocar-me ao lado dos professores nesta luta contra Miguel Sousa Tavares, porque também me sinto visado, visto ser filho de uma professora, embora não seja professor.
Estou farto que me digam que a minha mãe ganha bem, que tenho muitas regalias por ser filho de uma professora!!!
Caso não saiba Dr. Miguel Sousa Tavares desde os sete anos que vejo a minha mãe (que é professora, a inútil!) com a casa às costas. Sempre longe!!! METADE DO ORDENADO DELA FICA PELO CAMINHO….
Habituei-me a estar longe dela. Cresci. É o trabalho dela. Mas e o senhor? Acha-se no direito de maltratar assim esta classe profissional?
Por um lado, acho que os portugueses já estão um pouco fartos da postura deste senhor, que a única coisa que faz é dizer mal de tudo e de todos!
Por outro lado, gostava de saber o que é que o Dr. Miguel Sousa Tavares fez para aparecer na TVI, quando existem jovens recém-licenciados em Jornalismo e Comunicação Social que não conseguem uma simples vaga num jornal, quanto mais numa estação de televisão! Mas as cunhas falam sempre mais alto, não é verdade?
Depois também não consigo compreender porque que razão é que os órgãos de comunicação social têm sempre fortunas para pagar a estes comentadores. Por exemplo eu sou licenciado em Comunicação Social e o máximo que consegui foi trabalhar num jornal a 500€ e a recibos verdes!!!!!! Se quisermos trabalhar temos que nos sujeitar ao que nos querem dar….250€…em Lisboa….sem contrato…estágios….a full time!!!!!!!!!!
Sempre soube que esta não era uma área muito boa para encontrar emprego e quem não tem famílias de berço da direita ou o raio que os parta não se safa. Mas também acho que daria um bom professor. Só que não me deixam!!! Por essa razão, acho ridículo quando critica os professores e as restantes classes profissionais porque nunca fez nada para vencer na vida!
Estou a ponderar inscrever-me num curso de Português-Espanhol para aperfeiçoar o meu currículo!!!! Quiçá? Afinal os professores são um bem da nossa sociedade!
Cumprimentos!
Dezembro 11, 2008 at 11:35 pm
FASCISTA…
ERA BOM QUE O TEU PC NUNCA APARECESSE….
NÃO MERECES MIGUEL. ÉS O MAIOR INCULTO DESTE PAIS FASCISTA
Dezembro 20, 2008 at 10:39 pm
Li alguns dos comentários neste blog, feitos por professores, e o Sr. Miguel S. Tavares ao lê-los dá saltos de regozijo pelo que escrevem, ainda bem que não é uma avaliação. Nem representa a maioria dos Professores, mas é uma mostra para formarmos opinião. O Sr. Miguel S. Tavares dá voz a muitos pais, que vêem os filhos ir cada vez pior preparados para o mercado de trabalho. E que diariamente lidam com as angustias e frustrações destes. E as poucas expectativas que tem no futuro.
E fiquei pasmado quando alguém disse: «Que muitos, professores fizeram licenciaturas algumas a sério, de 4 e 5 anos e mestrados» (Com.110). Pensava eu que todos os professores eram formados, santa ingenuidade a minha. E vamos a ver que partes destes são os que estão sem colocação.
Escrevi o que o 6º ano de escolaridade me permite, quanto a erros se aparecerem é favor de enviarem a reclamação para Microsoft Word.
O camionista, José dos Santos
Março 10, 2009 at 4:53 pm
Não sei o que será pior: os pseudo-intelectualóides deste país, como o Exmº Srº Dr. Miguel Sousa Tavares, ou os energúmenos que ainda o levam a sério. Se há alguém inútil e bem pago neste país são pessoas como ele ou como o José Castelo Branco, que apenas aparecem na televisão a mandar postas de pescada e fazer palhaçadas para que os outros aplaudam.
Este senhor julga que o estatuto de “filho da sofia” lhe dá autoridade para se pronunciar, do alto da sua sabedoria, sobre os temas dos comuns mortais. NEWS FLASH! És só mais um quadrúpede no meio dos que fabricam a opinião pública portuguesa. Parabéns por seres mais um vendido.
A parte mais gira: O ministério da educação vendeu ao país esta imagem que os professores são os maus da fita, os inúteis, os preguiçosos. Para que conste, não sou professor. Mas sou o primeiro a dizer que a educação devia ser rigida como era há tão pouco como 10 anos atrás. Qualquer pessoa com cérebro, que pense, vê que o governo está a vender esta imagem ao país, e não acredita nela. Infelizmente, a maioria dos portugueses, especialmente os paizinhos, são mentecaptos, e acreditam que “os professores não querem fazer nada” porque discordam de um modelo de avaliação e carreira injustos e descriminatórios. Mas é tão fácil comentar, dizer mal, sem saber. 99% das pessoas que dizem mal dos professores, não leram, nem vão ler, a legislação em causa: “houve alguém que me disse que era assim, são preguiçosos”. Conclusão: o Sr. Miguel Sousa Tavares é outro como tantos energúmenos, mentecaptos, acéfalos, que vão atrás das opiniões dos outros e formam a sua. Não só os professores, mas o país todo, o país que pensa, pedem: por favor, presenteie-nos com o seu silêncio e livre-nos da sua estupidez.
Maio 5, 2009 at 11:14 pm
https://torrents.thepiratebay.org/4884252/Miguel_Sousa_Tavares_-_ou_a_obra_de_um_pretensioso.4884252.TPB.torrent
Maio 12, 2009 at 12:16 pm
Realmente, o MST exagera bastante nas suas opiniões…Nem 8 nem 80. Há que ter respeito pelos outros, ou ele pensará que é um Iluminado?
Maio 14, 2009 at 7:43 pm
Professora Ana:
Lí atentamente seus comentários acerca das supostas declarações do Escritor Miguel S. Tavares. Como brasileiro que sou, achei que o assunto fosse em relação aos problemas educacionais que aqui vivemos. Posso assegurar que, o ensino público no Brasil, a despeito das inúmeras tentativas do Governo em melhorá-lo, continua em marcha ré. O Estado faz de conta que paga, os professores fazem de conta que ensinam e os alunos fazem de conta que aprendem. Creio que, tanto aqui como aí, o corporativismo está presente e enraizado em todos os setores. O sindicalismo tomou conta de tudo e a competência é confundida com militância. Avaliar professores é como avaliar médicos, engenheiros, enfermeiros etc… Não há nada de imoral nem ilegal. Ao contrário,constitui-se excelente forma de se melhorar o padrão de qualidade do ensino. Finalmente, no que concerne à obra do escritor MST, peço vênia para discordar de todos aqueles “especialistas” que buscaram denegrir um trabalho de ótima qualidade, pelo menos para nós, brasileiros.
rui chaves, Salvador/Bahia, 14/05/2009
Julho 14, 2009 at 2:17 pm
Caros senhores,
O Miguel Sousa Tavares já desmentiu veementemente essas afirmações nos mais diversos meios de comunicação. Seja na TVI, na GQ, no Expresso…
Todos sabemos que a banalização da informação na rede, para os mais incautos, pode assumir-se como uma pervertida pedra filosofal, que transforma instantaneamente rumor em factualidade.
Há muito que deixei de ficar atónito com a quantidade de pessoas que acariciam com o dito calhau os mais famigerados disparates – alimentados por blogues e emails em corrente – sem se darem ao trabalho de pesquisar ou tentar confirmar a veracidade do que assumem, apaticamente, indolentemente, como verdade absoluta. Confesso que não. Não me espanta que hoje prolifere essa letargia mental nos corredores, caves, estrumarias cibernéticas. Espantam-me sim, que também os professores padeçam – ou se deixem padecer – desse vício com tanta facilidade…
Julho 14, 2009 at 6:13 pm
Para Victor Melo aqui vai o “estrume” do dito cujo, pretenso comentador educativo:
Governar contra os tribunais
(Miguel Sousa Tavares no “Expresso” de 06-01-06)
Pouco antes do Natal, foi anunciado que o Sindicato dos Professores tinha vencido duas acções contra o Ministério da Educação em tribunal administrativo, estabelecendo-se jurisprudência no sentido de que as célebres aulas de substituição, tão contestadas pelos professores, davam direito ao pagamento das mesmas
como trabalho extraordinário. Se esta jurisprudência se vier a fixar como doutrina definitiva, isso significará que os professores terão conseguido, nos tribunais e por via financeira, derrotar o Ministério. Porque não se imagina que o Ministério disponha das verbas necessárias para pagar as aulas de substituição como trabalho extraordinário – além de que isso subverteria por completo todo o espírito e alcance da medida.
As aulas de substituição, como toda a gente percebeu (e, primeiro que todos, os próprios professores), destinam-se a tentar pôr termo ao flagelo do absentismo dos professores, sem paralelo em nenhum outro sector de actividade, público ou privado. Estabeleceu-se há décadas o princípio de que um simples atestado médico, que toda a gente sabe ser, regra geral, falso, mas que é incontestável e incontestado, basta para que um professor deixe sem aula uma turma de trinta alunos.
O que eles fazem aparentemente sem remorsos nem qualquer espécie de crítica dos seus pares.
Ora, se a consciencialização profissional não funciona neste caso, se o absentismo dos professores não tem, legalmente, qualquer reflexo no salário ou na carreira, só restam duas atitudes: ou nada fazer ou fazer alguma coisa. O primeiro caminho, e o mais cómodo, foi o adoptado por todos os governos até aqui – com os brilhantes resultados que se conhecem a nível da aprendizagem e da preparação dos alunos. O segundo caminho é aquele que tem sido adoptado corajosamente pela actual ministra, Maria de Lurdes Rodrigues, com a contestação corporativa que se tem visto.
Não podendo actuar por via da penalização salarial (abençoada Constituição!), a ministra lembrou-se de um verdadeiro ovo de Colombo: as aulas de substituição. A função mais aparente deste mecanismo, em que um professor que está na escola e dentro do seu horário mas sem aulas para dar é chamado a substituir outro que faltou – é, obviamente, a de manter os alunos ocupados e minimizar os danos causados pela falta do professor em causa. Os sindicatos têm contestado a utilidade disto, com o argumento de que um professor não está preparado para leccionar fora da sua especialidade, nem lhe cabe “tomar conta dos meninos”, mas apenas ensiná-los. Não vale a pena perder muito tempo com este argumento, também esgrimido em termos perfeitamente idiotas por alguns alunos: um
professor que não é capaz de substituir um colega durante uma aula, a quem não ocorre nada de útil para ocupar os alunos nesse tempo, é definitivamente incompetente e não está na escola a fazer nada.
Mas a finalidade mais importante das aulas de substituição, e o seu verdadeiro ovo de Colombo, é que o sistema permite finalmente consciencializar os absentistas habituais de que as suas faltas causam danos e incómodos concretos – e, agora, já não apenas aos alunos, mas também aos colegas. Parece evidente que não passará a ser muito estimado pelos colegas um professor que os obrigue sistematicamente a substitído. Quanto mais um faltar, mais os outros se terão de sacrificar. Alguém consegue contestar a justiça pedagógica e exemplar desta medida?
Falhados os argumentos para tal, perdida a batalha junto da opinião pública constituída pelos pais e pelos alunos
que se sentem no direito de ter aulas quando vão à escola, os sindicatos lembraram-se de deitar mão do argumento financeiro e, ao que parece, encontraram um inestimável aliado nos tribunais administrativos.
Estas sentenças são aberrantes, sob diversos pontos de vista: do ponto de vista da razão invocada, do ponto de
vista ético (afinal, os professores não são capazes de dar aulas de substituição, mas, se lhes pagarem a dobrar, já
são?), e, sobretudo, do ponto de vista cívico decidindo contra o bem geral, que é o da comunidade de alunos e
pais, e a favor de uma minoria sócio-profissional. Aliás, é esta a tendência habitual dos tribunais, quando chamados a resolver questões laborais – revelando um total desconhecimento . do que seja a vida das empresas e dos locais de trabalho, onde os trabalhadores não gozam, nem podem gozar, como eles, de um estatuto de total independência e irresponsabilidade.
Imaginarão os senhores juízes autores destas sentenças .que existe alguma empresa que possa sobreviver, se quem nela manda não puder encarregar um trabalhador sem nada que fazer de se ocupar de uma tarefa a cargo de um outro que faltou? Ou se só o puder fazer se lhe pagar isso como trabalho extraordinário, apesar dele estar dentro do seu horário de trabalho? Imaginarão os senhores juízes que há algum país do mundo onde este regime vigore?
É habitual, sobretudo entre os empresários, ouvir queixas sistemáticas à inflexibilidade da lei dos despedimentos: segundo eles, não é possível despedir
ninguém em Portugal porque a lei o não permite. Ora, eu discordo desta ideia feita: o que a lei não permite é o
despedimento sem justa causa. Trata-se, obviamente, de uma posição ideológica, que eu partilho: não confio o suficiente nos empresários portugueses para abdicar deste princípio. Mas, a meu ver, não é por aí que se torna inviável despedir um mau trabalhador, porque a lei fornece motivos suficientes para tal e, desde logo, o princípio geral de “qualquer facto que, pela sua gravidade, torne impossível a subsistência da relação de trabalho”.
O problema não está aí, está algures. Está na forma como os juízes do trabalho interpretam a lei – ou, melhor dizendo, a forma como a maior parte das vezes não chegam sequer a interpretá-la nem a analisar os factos invocados, decidindo logo a favor do trabalhador, ‘Com base em questões meramente formais que têm a vantagem acrescida de dispensar os juízes de ter de fazer o julgamento. E, nos casos em que o fazem, os juízes revelam, como já disse, uma notável ignorância e incompreensão do que sejam as relações de trabalho nas empresas e no mundo normal, onde os trabalhadores se têm de bater continuamente para mostrar o seu valor e os patrões têm o direito de exigir o
melhor a quem pagam. É fácil abstrair-se disso quando, faça-se o que se fizer, bem ou mal, se tem sempre o ordenado garantido ao fim do mês e a progressão automática na carreira.
É esse sistema que a justiça se prepara para consagrar a favor dos professores, deitando por terra uma das verdadeiras reformas deste Governo. Como, além de mais, se tornou moda contestar a acção governativa através de providências cautelares nos tribunais – o que se traduz numa curiosa usurpação de funções, em que o poder judicial absorve o governativo, como no caso do
encerramento das maternidades -, é provável que a justiça venha a conseguir anular, uma por uma, todas as tentativas de reformar o sistema de castas corporativas em que vivemos. Depois, no final, presumo que apaguem a luz e fechem a porta.
(Miguel Sousa Tavares no “Expresso” de 06-01-06)
Julho 14, 2009 at 6:45 pm
Outros artigos de opinião de MST sobre os professores:
http://aeiou.expresso.pt/so-restarao-vencidos=f453083
http://aeiou.expresso.pt/a-rua-e-o-beco=f260895
http://aeiou.expresso.pt/disseram-liberdade=f267545
Por último o comentário em que MST diz que não disse a “frase” … pois não disse… depois de ler todos os artigos de MST sobre educação e os professores chego à conclusão de que MST é o comentador de educação mais inútil de Portugal… e muito bem pago
Julho 14, 2009 at 6:48 pm
http://aeiou.expresso.pt/sao-coisas-da-vida=f322538
Outubro 7, 2009 at 6:03 pm
Na minha opinião, o MST é simplesmente BRILHANTE e absolutamente necessário neste nosso taquenho país povoado de hipócritas que destilam veneno e INVEJA….
GET A LIFE!!!
Outubro 7, 2009 at 6:52 pm
tacanho
adj. s. m.
taquenho deve ser noutro país e de certeza noutra língua
Outubro 16, 2009 at 2:36 pm
Como dizem os populares… “boca santa”! inutil é ele porque ele nunca me serviu de nada. Ele esquece-se que está onde está graças aos “inúteis”. espero que a mãe (deus a tenha) não se tenha revirado toda no túmulo! Eu tinha vergonha de ter um filho assim.
Dezembro 3, 2009 at 11:45 pm
o homem já disse q não disse nada daquilo…realmente são muito susceptiveis voces senhores professores… coitadinhos.. sofrem com tudo.
Maio 6, 2010 at 10:48 am
O escitor Miguel Sousa Tavares faz-me viajar no tempo, no espaço, na minha própria alma…que é feminina…são muito poucos os escritores que o conseguem…viajar em identidades e corporalidades sem sexo determinado….
Outubro 2, 2010 at 3:44 pm
Caros Colegas
Dado os valores improprios para a classe de professores que o sr. Sousa Tavares aplica sobre os professores.
Proponho a todos os sindicatos ( se existem no verdadeiro conceito), que proponham ou coloquem os seus advogados aberto a todos os professores para abrir processos em tribunal individualmente sobre as calunias que esse senhor debita.
A bem dos professores;
A BEM DO COMUNIDADE ESCOLAR;
A BEM DA NAÇAO.
Sei que existiria um entupimento da justiça, mas os professores estavam livre desse senhor durante decadas.
Outubro 2, 2010 at 3:59 pm
#193
E faz isso utilizando a figura de estilo denominada plágio ou usa outros mecanismos? E já agora não encontra nada melhor para ler? Temos pena.
Dezembro 14, 2010 at 9:54 pm
Os inuteis mais bem pagos deste país são os políticos e os advogados
Dezembro 14, 2010 at 9:57 pm
Os advogados são uns mercenários que apenas procuram ganhar mais dinheiro com os casos que ganham,pouco se importado com a justiça.Os politicos são a escumalha mais bem paga do país.
Janeiro 13, 2011 at 2:17 pm
Vergonha hoje em dia é a classe dos professores, que se queixa por tudo e por nada e têm a mania que têm estatuto especial na sociedade.. Concordo em pleno com a ideia de esse GRANDE senhor Miguel Sousa Tavares, só que como é óbvio “as verdades doem”! Ou mudam de mentalidade ou vão andar sempre a criar conflitos por razões desnecessárias… São os funcionários públicos com menor número de carga semanal e que recebem tanto ou mais que outros. Metam mas é juizinho nessas cabeças e não tenham a mania que são a elite do país, e que se andam sempre a fazer de coitadinhos!
Janeiro 15, 2011 at 7:55 pm
Domingo, 09 de Janeiro de 2011.
Uma Ovelha Negra Não Estraga o Rebanho
No meio da crise sócio / económica e do cinzentismo emocional instalado no país há vários meses, eis que o Relatório PISA trouxe algumas boas evidências para Portugal.
E a melhor de todas, a que considero verdadeiramente paradigmática, foi omitida pela maioria dos órgãos de comunicação social:
Mais de 90% dos alunos portugueses afirmaram ter uma imagem positiva dos seus professores !
O relatório conclui que os professores portugueses são os que têm a imagem mais positiva de entre os docentes dos 33 países da OCDE, tendo em 2006 aumentado 10 pontos percentuais.
O mesmo relatório conclui que os professores portugueses estão sempre disponíveis para as ajudas extras aos alunos e que mantêm com eles um excelente relacionamento.
Estas evidências são altamente abonatórias para os professores portugueses e deveriam ter sido amplamente divulgadas pelos órgãos de comunicação social ( e pelos habituais “fazedores de opinião” luxuosamente remunerados que escrevem para os jornais ou são comentadores na rádio e na televisão) que ostensivamente consideram que os professores do ensino básico e secundário uma classe pouco profissional, com imensos privilégios e luxuosas remunerações …
Uma classe profissional que deveria ser acarinhada e apoiada por todos, que deveria ter direito às melhores condições de trabalho (salas de aula, equipamento, formação, etc.) e que tem sido maltratada pelo poder político e por todos aqueles que tinham o dever de estar suficientemente informados para poder produzir uma opinião isenta para os demais membros da comunidade.
Ao conjunto destas evidências acresce outra, onde o papel do professor é determinante: a inclusão.
O relatório revela-nos que;
Portugal é o sexto pais da OCDE cujo sistema educativo melhor compensa as assimetrias sócio/económicas !
E ainda refere que o nosso país tem a maior percentagem de alunos carenciados com excelentes níveis de desempenho em leitura.
Nada acontece por acaso !
Os professores portugueses são excelentes profissionais, pessoas que se dedicam de corpo e alma aos seus alunos, mesmo quando são vilipendiados e ofendidos por membros de classes profissionais tão corporativistas (ou mais!) que a dos professores !
Como diz a quase totalidade dos alunos, os professores são excelentes pessoas que estão sempre disponíveis para ajudar os seus alunos.
Esta é que é a realidade dos professores das escolas do ensino básico e secundário !
Obviamente que, como em todas as demais classes profissionais, haverá excepções à regra, aqueles que não cumprem, não assumem as suas responsabilidades, não justificam o ordenado que recebem.
Mas, assim como uma andorinha não faz a primavera, também uma ovelha negra não estraga um rebanho.
Pergunto: porque se escondem os arautos da desgraça, detentores da verdade absoluta, que estão sempre na linha da frente para achincalhar os professores do ensino básico e secundário.
Estranha-se o silêncio.
Margarida Rufino in Jornal de Cascais