de deslocação às empresas para verificar o bom “conseguimento” da FCT.

Mas parece-me que este ano lectivo a minha viatura não estará disponível para subsidiar o ministério, sendo que nas deslocações inferiores a 5 Km irei a pé! Já existe um órgão de comunicação disponível para acompanhar.

 

Poderemos cheirar mal.

 

 

flfl

de despedida da minha Directora.

Mulher d’armas, recta, inteligente, impiedosamente justa.

Venho transmitir-vos o facto para que tenham inveja, muita inveja.

O que se seguirá? A minha contribuição para que a Escola continue.

Disse.

foi com muitos sobreiros, pseudotsugas e cedros; ainda meteu quatro liquidambares, duas bétulas, três azevinhos e um carvalho – mais dois maracujás para experimentar, dois physalis e uma pequena moita de hortelã-pimenta.

Manifestite.

Amanhã, acima dos 80A. Deve chegar.

um da construção (SCP) exige que vão para o desemprego os operários que se descobriu subsistirem em condições desumanas numa obra da PT na Covilhã.

Vivi por lá 5 anos, aprendi na altura uma expressão covilhanense que se lhes aplica completamente.

Consegui!

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[aqui]

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Enquanto não for considerado que só já não tendo a perder se ganha – nada feito.



Areeiras, 2006

cada sonho que se ergue migrado de sol era se permanecesse aqui desperto eu quero aquela chama que me ilude na tarde indiferente à saudade indestinada a sonhar estes abismos como céus altivos os reflexos traídos ao espelho do meu regresso bocas tardias enlaçadas no último dia largas palavras para serem descobertas já nem tenho pena do pequeno menino ausente um lastro um retábulo um crepúsculo um apito uma bruma que no verão impuro se enlouquece uma permanência de pedra cheia que se adianta a única bebida prateada claramente vislumbrada

Agora já acredito no marketing. Mas temos que iniciar a destruição por cima, seja lá o que isso seja.

Ave, Umbilicus!

 

Não há.

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Era criminoso para o nosso sistema público de ensino não ter feito nada para encerrar as escolas com menos de 20 alunos [e] é por isso que vamos continuar com esse esforço

 Chegam à escola já vindos de um recreio forçado, aparecem eléctricos na primeira aula, algo que irá ser reforçado no primeiro intervalo.  Mas o Ministério tem, em cada autocarro, um assessor de autocarros que toma notas.

Tanto que ao almoço não haverá filas disfuncionais, os grandes nunca deixarão os pequenos para últimos, a não ser que valha a pena bater mais.

A volta a casa será única todos os dias, é sabido aonde estarão as vítimas. E nós sabemos o quanto as crianças conseguem ser cruéis, apenas enquanto crianças; levadas sim, serão o que o sr. Sócrates pretende, o caos comunista.

Mas voltemos aos autocarros que levarão o futuro deste país à escola:

– Serão veículos devidamente seguros ou aqueles das autarquias?

– Haverá acompanhamento, além do do motorista da “cambra”?

– A Escola Segura estará em qualquer “paragem”?

Em suma, quem pagará pelo fiasco e pela dor, um tal de Sócrates que nunca cumpriu? Com nada, coisa nenhuma.