De sob o cômoro quadrangular
Da terra fresca que me há-de inumar,

E depois de já muito ter chovido,
Quando a erva alastrar com o olvido,

Ainda, amigo, o mesmo meu olhar
Há-de ir humilde, atravessando o mar,

Envolver-te de preito enternecido,
Como o de um pobre cão agradecido.

[Camilo Pessanha] Em um retrato

Um país engraçado – com um ministro matemático e sindicatos em cálculo.

Bom fim-de-semana.

Hoje esteve assim todo o dia. Pesado.

Isto está cheio de professores falhados e outros indecisos.