Vox Populi


E não é só Costa… é toda a multidão – a ganga – atrás dele, prontinha para recuperar o controlo da cozinha.

E o que se teria a dizer dos silêncios e omissões de Seguro durante o consulado socrático?

Pub15Jun14

Público, 15 de Junho de 2014

Barbeito.

Buzaranha.

Garrancho.

Ainda não ouvi uma música para este Verão.

Número de portugueses a formar professores em Angola devia aumentar dez vezes, defende Cavaco Silva

O Presidente da República defendeu hoje que o número de professores portugueses em Angola no âmbito do programa Saber Mais devia aumentar dez vezes, considerando que o seu trabalho “é da maior importância” para os dois países.
Actualmente, o projecto Saber Mais, de formação de professores angolanos, envolve 20 docentes portugueses – oito em Benguela, 12 no Namibe – mas tem-se deparado com problemas de alojamento que dificultam a sua expansão.

20 x 10 = a…… alguém me chama um guterrinho?

Não deixa de ser giro como o título e o destaque evitam referir os professores, que continuam em 2º lugar na tabela e em portugal com valores acima dos europeus, mesmo se estes dados são consistentes – há muito – e estão para além das vozes asininas que tentam fazer-se sentir no céu…

Bombeiros mais valorizados que juízes e advogados

Estudo mostra também que os portugueses preferem os carteiros aos médicos.

Os bombeiros, professores e carteiros são as profissões em que os portugueses mais confiam, ficando no extremo oposto dos políticos, advogados e banqueiros. Também mal posicionados no Índice de Confiança Nacional surgem os juízes, recolhendo a confiança de 50% dos inquiridos e registando a maior descida do ano.

Os dados resultam do inquérito a 18 800 pessoas feito em 15 países europeus, EUA, Brasil, Colômbia e Índia pela GfK Custom Research – empresa de estudos de mercado – e onde foram avaliadas 20 funções. Tal como em Portugal, os bombeiros – pelo terceiro ano consecutivo – e professores são as profissões com maior confiança, 94 e 84% respectivamente.

O que está pior ou melhor do que há 20 ou 30 anos atrás:

Pior:

Disciplina dos Alunos: 63,7%
Intensidade do Estudo: 40%
Métodos de Ensino: 23,5%
Formação de Professores: 20,4%
Matérias e Programas: 19,4%
Equipamentos Escolares: 14,8%

Melhor:

Equipamentos Escolares: 60%
Métodos de Ensino: 40,7%
Formação de Professores: 39,9%
Matérias/Programas: 39,4%

Intensidade do Estudo: 27%
Disciplina dos Alunos: 13,9%

Seria interessante que os politícos tão dependentes das sondagens e crentes na benção da opinião pública de quando em vez atentassem no que interessa…

Destaquei os valores negativos e positivos na ordem dos 40%. Dados da sondagem realizada para a edição da Visão de ontem.

Desgaste e exames levam a fraca adesão à greve

Em muitas escolas a paralisação dos docentes não se sentiu. Sindicatos dizem que objectivo era recolocar avaliação na agenda política.

A falta de informação sobre o protesto, o seu timing – final do ano lectivo e a três semanas dos exames – e o desgaste dos professores são as justificações dos sindicatos para a fraca adesão à greve de ontem em algumas zonas do País. Mesmo assim, a Plataforma sindical fala em 50 mil professores parados nas duas primeiras horas da manhã. O Ministério da Educação aponta 11% de adesão.

“Nalgumas zonas a adesão foi quase de 100%. Noutros, zero. Mas o objectivo não era uma paralisação total, senão tínhamos convocado um dia de greve”, explicou ao DN Mário Nogueira. “O objectivo de recolocar os problemas dos professores ( estatuto da carreira docente e avaliação) na agenda política foi alcançado”, defende.

Para Paulo Guinote, autor do blogue Educação do Meu Umbigo, os protestos de ontem e a manifestação de sábado pecam por tardios e suaves. “Houve pessoas que não fizeram greve por acharem que o impacto seria tão pequeno que não valia a pena”, disse ao DN. O facto de a próxima manifestação repetir duas acções anteriores com enorme adesão também é um risco. “As pessoas podem achar que já não vale a pena. E o Governo, mesmo que haja 110 mil professores na rua, dirá sempre que a adesão diminui”, acrescentou

“Greve? Hoje? Nem sabia! Se soubesse também não fazia. Nesta altura do ano? E os alunos? Nem pensar, não ia prejudicar os alunos”. Foi até com alguma indignação que um professor da Escola Secundária Rainha D. Leonor reagiu à pergunta se estava de greve. Nesta escola de Lisboa, ontem parecia uma manhã normal, com alunos a entrar e a sair. Segundo a funcionária da portaria, todos os miúdos estavam com aulas.

Os Contemporâneos

Atenção à senhora que fala no final…