Vou Jogar No Euromilhões


… há incidentes que são meros pretextos para justificar pretensões destinadas a tornear todo e qualquer controle sobre os movimentos financeiros do MEC para os queirozes&muñozes.

Ainda não percebi bem se isto é apenas aproveitamento daqueles e azelhice do MEC ou se é algo mais… sei lá… esquisito.

Ensino particular quer ser liberto da obrigação de ter vistos do TdC

Vai link para quem não tiver esgotado os artigos gratuitos.

… a existência de duplas colocações de docentes na mesma vaga.

Acho sempre interessante quando gente a quem até a incompetência escasseia tenta chamar mentirosos a quem se limita a analisar as listas de colocação da Reserva de Recrutamento e a encontrar os casos e, quando possível, a confirmá-los.

O Nuno Rolo está a fazer um pequeno apanhado dos casos mais notórios e depois divulga-se e o pessoal do MEC ainda se pode enterrar mais e dizer que Bagdad é deles.

ostrich

O tio Aníbal já se esqueceu de todas aquelas coisas bacocas sobre boa e má moeda… agora já só usa notas do Monopólio.

13 de Julho:

Passos avisa que contribuintes não podem pagar pelos erros dos bancos

2 de Agosto:

EXP2Ago14

Expresso, de de Agosto de 2014,

Pois é, meu caro André, bem dizia eu que a insurgência já teve melhores dias… é cada tiro, cada melro…

Não existe qualquer capacidade (não vou ser mau ao ponto de dizer que é vontade) de se ser objectivo quando – apesar de uma boa carreira – se almeja algo mais (e pimba, esta foi para devolver a outra picadela) e isso é, no fundo, quase a razão de ser de certos bloggers (que não o andré, mas por vezes quase parece…).

E digo isto porque, se deixei de ter qualquer respeito pelas vocalizações do PM, ainda há no seu “círculo” quem eu preze pela inteligência que sempre aparentou ter…

 

O sorteio das facturas não convence nem sindicatos nem técnicos de contas

Espero, ansioso, pelos números musicais e pela entrega do troféu Ruth Marlene em silicone ao inventor das medida.

Ministério está a recrutar “classificadores” para prova de avaliação dos professores

Professores vão receber três euros pela correcção de “resposta extensa”.

É um número como qualquer outro daqueles que, ao longo das décadas, foi abandonado quando se achou conveniente. Pelo que a notícia não carece de especial atenção ou indignação.

Só falta o Tribunal, dito Constitucional por obrigação mas escassamente por convicção, decidir, alegando que não sabe.

… a dificuldade que existe em conseguir-se dizer honestamente mal das ideias e práticas de alguém, na sua presença, para um activo e estimulante contraditório.

O pessoal anda tão sensível que não aguenta, tão irascível que disparata tudo e mais alguma coisa ou tão medicado que nem percebe.

Acreditem que já tentei e comprovei as três situações há muito. Agora, é apenas mais prazer que o zeitgeist surripiou a uma selecta elite viperina que tem dificuldades em manter conversas fofinhas e enjoativas de tão cómodas.

No passado dia 8 respondi a um conjunto de questões destinadas a fazer parte de uma peça do Magazine Educação da Porto Editora.

Transcrevo duas:

2) Qual o perfil ideal para liderar o próximo Ministério da Educação?

Deve ser alguém que alie um perfil político, com ideias próprias mas também capacidade de negociar, a uma reconhecida competência técnica, para que não fique refém de ideias alheias e dos grupos de trabalho formados sempre pelas mesmas pessoas que povoam certos nichos do ME há décadas.

Para além disso deve ser alguém desligado dos grupos de interesses em confronto na área da Educação.

3) Na sua opinião, quem julga reunir essas características? Porquê?

Não é uma resposta fácil, até porque depende da estrutura do futuro ministério que tutele o sector (incluirá o Ensino Superior e a Investigação Científica?). Neste momento, apesar de ter posições que incomodam alguns sectores mais avessos a uma cultura de rigor na avaliação, diria que Nuno Crato é o nome mais natural.