Vícios


The eight best young adult books – and why grownups should read them, too

Parece-me interessante…

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Ando eclético, mas em fase policial.

 

… embora o Diário da República seja sempre uma boa alternativa em termos de qualidade imagética do discurso, em geral, e verbosidade incontinente, em particular.

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Desconhecia este volume de tipo autobiográfico sobre a infância do autor nos anos 20. Estou a lamber antecipadamente as sinapses.

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Tenho um imenso fraquinho pela foto da capa deste livro. Mais que não seja porque também serviu de capa para um dos melhores álbuns dos anos 80 e um dos meus favoritos de sempre.

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Agora que a Knausgaardmania chegou cá, vou para o 3º paperback da edição inglesa, o mais levezinho até ao momento.

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(continua…)

Caio, com alguma regularidade, na esparrela das promoções online de algumas editoras, mas já devia ter aprendido que na maior parte dos casos a eficácia do “sector privado”, da “economia real” que enche a boca dos Pires e dos Portas está muito longe da propaganda.

Começam com limitações a determinados cartões de crédito, é preciso ir ao MB, mas mesmo assim, as 24 transformam-se em 48 e as 48 em 72 ou nas que calha.

Tirando algumas editoras de livros escolares e a Wook, mais vale comprar as coisas na Amazon inglesa porque, apesar de terem de vir de avião até cá, chegam mais depressa à porta do que as encomendas àqueles a quem basta fazer o envio na esquina mais próxima.

Neste caso, o burro sou mesmo eu,

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Os que têm o vício inveterado de comprar livros muito acima da média ou que têm a possibilidade de pagar 15 euros por qualquer mini-ensaio, cerca de 20 por reedições de obras com décadas, a que se acrescentou um prefácio que nem deve ter sido pago ou essa quantia ou mesmo muito mais por qualquer obra (de ficção ou não-ficção) que se apresenta em “grande formato”, de produção nacional ou a necessitar de tradução, como justificação para o aparatoso preçário (embora daqui a pouco mais de um ano seja possível achar entre os 5 e 10 euros nas promoções meio disfarçadas de super e hipermercados).

Assim, nunca conseguiremos inverter a desigualdade de termos cada vez menos gente a comprar e ler muito e cada vez mais a comprar e ler menos ou mesmo nada.

Continua a apostar-se na rotação rapidíssima das propostas, tentando recuperar o investimento com poucas vendas de elevado valor unitário e desistindo de uma estratégia de (nem que seja incipiente) massificação do consumo. Apresar da manutenção de algumas colecções “de bolso”.

E o disparate já atinge a literatura infanto-juvenil, cortesia de certas listas ministeriais de leituras recomendadas, que começa a ter reedições de obras (mesmo com autores bem defuntos e com direitos de autor inertes) a 10-12 ou mais euros.

No meu caso, cada vez mais acabo por desertar do “negócio”, pois se posso comprar a metade do preço, a única decisão racional em termos de economia doméstica é essa e não me digam que são a tradução ou a qualidade da edição que justificam o “desvio colossal”.

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… há sempre que guardar tempo para (re)encontrar oportunidades para darmos alimento aos nossos vícios.

Neste caso, é uma livraria-alfarrabista, sem nome cá fora, ali pela rua do Diário dos Açores, em Ponta Delgada, um pouco acima do (encerrado) Gil e quase defronte da (decadente, mas com promessa de recuperação) Casa das Palmeiras.

Há esplanadas perto, para degustar as aquisições que, este ano, foram muito regradas, cortesia do ambiente de esbulho fiscal, laboral, social… etc e tal.

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Da Heavy Metal estão por lá vários anos, de meados da década de 90 do século passado a cerca de 2000 (trouxe apenas os números especiais, pois nem me lembro dos que tenho dos normais),  a 1 euro e ao lado uma estante inteira de coisas da Marvel e DC Comics a metade do preço, mas eu para isso já tenho pouco espaço e paciência.

Muitos livros de Arte e o espólio da falida Quarteto, neste caso com tudo a menos de 3 euros.

Paperbacks a 3,5€ para meu desespero e esforço para arranjar espaço para trazer um pequeno lote.

A publicidade é merecida, mesmo se nem guardei o nome do proprietário, apesar das afáveis conversas sobre o acervo dos 250.000 livros por vender…

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O de baixo foi mesmo para festejar o previsivelmente efémero salário de Junho… o prazer imenso do traço de Alex Raymond, mesmo se tenho parte das pranchas nas publicações em português…

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… a níveis salariais perdidos, a pilha inicial deste ano revela a prudência nos gastos e a opção clara por alfarrabistas e promoções dos grandes grupos.

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História e BD…

Quase 250 páginas.

Oba!

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… que os muito digitais andam a regredir para neandertais. Papel é que é!

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Visão, 20 de Fevereiro de 2014

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Até porque me parece ser claramente o melhor álbum do período pós-Jacob.

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… embora o da direita esteja um pouco danificado no interior… são dos mais antigos da colecção.

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… que os tempos estão para alfarrábios a bom preço e não para grandes aventuras…
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Mas mais vale tarde do que nunca.

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Mais uma trilogia nórdica, mas nãopolicial e esta com um número de páginas mais maneirinho.

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