Vamos A Isso?


 

É porque me apareceram na “oficina” uns geadas vestidos de chinelos, disseram que tinham sido autorizados pelo gajo das tabelas d’aço…

 

E eu ralado – eu nem percebo disso!

Mas tiveram que se ir, que quem manda na minh’aula sou eu!

 

Apreciarás a Lei que produzires!

 

(é impressão minha ou também já anda de voz aflautada e nasalada como o engenheiro…)

Carlos Abreu Amorim insiste que Passos Coelho teve razão ao anunciar a criação de 120 mil empregos este ano. O vice-presidente da bancada do PSD desvalozia assim a manchete do jornal i, que diz que o primeiro-ministro fez mal as contas.

Laissez-faire, laissez-cracher.

A inversa é que costuma ser apetecível aos coisos.

Todos os anos se fazem análises aos relatórios, estatísticas, gráficos, tabelas e executivos sumários das publicações que a OCDE lança cá para fora em forma de relance.

Todos os anos se fazem análises atomizadas sobre a realidade educativa nacional, por comparação com as de países como a Estónia, a Coreia, o México ou a Suíça, conforme os interesses do momento, os destaques da organização ou os digest comunicacionais que outrora vinham da 5 de Outubro e agora surgem do Terreiro do Paço ou São Bento.

De um ano para outro só parecem manter-se dois dados adquiridos: estamos mal e os professores ganham muito no topo da carreira. E daí se estabelece uma metateoria que podiam meter algures, mas não digo onde, não vá o demo dar-lhes prazer com a iniciativa analítica.

O que fica por fazer? Ir combinando os elementos que se podem recolher de ano para ano, seja na OCDE, seja em outras instâncias, combinando-os de forma a extrair um sentido, que ultrapasse as análises simplistas do tipo feijão com arroz produz metano.

Desculpem-me, mas ando assim, sem grande pachorra para inibir os pensamentos, apenas os tento acobertar com palavras mais esquivas do que desejaria.

Este ano foi possível perceber que os professores e alunos portugueses passam mais tempo do que os seus congéneres europeus, ocedianos e associados. É sabido que, apesar disso, o desempenho dos alunos portugueses é fraquinho, fraquinho, quando a média é comparada com a de outros.

Perante isso há que ser frontal e optar por seguir uma linha de análise, aproveitando outros elementos que também conhecemos.

  • Por exemplo, que em outros estudos ficou provado que, apesar do tempo passado na sala, em Portugal há um dos menores aproveitamentos em actividades lectivas propriamente ditas, por ser necessário interromper as aulas para tentar manter alguma ordem e trabalho entre os alunos.
  • Assim como sabemos que, ao contrário de outros países, entre nós estão sempre a ser feitos retoques em matérias que deveriam estabilizar, como sejam as regras disciplinares e suas consequências, as alterações periféricas do currículo e um sem número de indicações sobre a organização dos horários e do ano escolar. Isto para não falar na torrente legislativa que quase todos os anos surge em momentos diversos do ano lectivo.

Esta situação tem vindo a ser acompanhada por um discurso que culpabiliza sistematicamente os professores pelo fraco desempenho dos alunos e o fracasso das sucessivas reformas educativas promovidas pelo poder político.

O que é estranho porque, sendo feita tal análise e sucedendo-se reforma sobre reforma, assim como os mais variados truques para produzir estatísticas de sucesso, quando chamados às comparações internacionais, o desempenho dos alunos se mantém fraco.

A culpa é dos intermediários: os do topo são uns génios, e os da base também o são em potência. Os do meio é que são uns ineptos, e impedem o sucesso.

Aliás, qualquer indivíduo ao passar de aluno a professor passa de bestial a besta, só por assinar o livro de ponto no primeiro dia de aulas.

Há pistas, variadas, que quando combinadas de uma forma menos conveniente para quem se escusa sempre a assumir os seus erros, poderiam levar-nos a pensar que, porventura, se calhar e quiçá, serão as macro-políticas que estão erradas, ao estarem desajustadas das necessidades efectivas que se sentem no trabalho quotidiano nas escolas e nas salas de aula. Que, sei lá, talvez, seja o recorrente discurso oficial que descarrega nos professores os defeitos e falhas no sistema, que está desadequado e deveria ser substituído. Que, já agora que falamos nisso, os especialistas, ex-ministros, ex-secretários de estado, assessores, mais alguns satélites e parasitas que andam agarrados à 5 de Outubro de há 30 anos a esta parte, talvez tenham um quinhão de culpa no asneirame sucessivo que produziram, devendo repensar a verborreia que debitam sempre que têm saem dos cargos e descobrem as fórmulas mágicas que não aplicaram.

Atirar as culpas sempre para as costas dos professores, esquecendo que o nosso paradigma (falo nos professores que não ficaram traumatizados pelas aulas dos liceus de elite dos anos 50 e 60) já não é o deles, é uma estratégia facilitista, em particular por quem não faz a mínima ideia do que é dar aulas numa escola de subúrbio ou do interior rural, a adolescentes de hoje, com os problemas de hoje, turma após turma, hora após hora, aos 100, 150, 200 alunos por semana.

Seria bom que, de uma vez por todas, a estrutura político-administrativa da Educação (a que já está de novo incrustrada nas comissões e grupos de trabalho das metas de aprendizagem, dos reajustamentos curriculares e tudo isso), assumisse os seus falhanços. Até porque, e seria bom relembrar isto, foram já estas pessoas que formaram a generalidade dos professores em exercício, fosse em ramos de formação educacional nas faculdades, em cursos de formação inicial nas escolas superiores de educação ou em bibliografia pletórica produzida desde meados dos anos 80.

Se os professores de hoje são verdadeiramente culpados de algo, de perpetuar o velho paradigma, não será porque estes pseudo-defensores de um novo paradigma fracassaram como professore(a)s e formadore(a)s, eles próprios, sendo muitos dele(a)s lamentáveis exemplos para aquele(a)s que quiseram doutrinar, sem direito a contraditório, protesto ou dedo no ar?

Será que estas pessoas, cujos nomes encontramos ano após ano, ministério após ministério, comissão após comissão, sempre nas listas de quem está a preparar a salvação para o que não funcionou, sendo que o que não funcionou foram ele(a)s a delinear, não percebem que é tempo de darem lugar a outras pessoas, outras ideias, outros paradigmas?

Porque o velho paradigma são ele(a)s mesmo(a)s, agarrado(a)s há 15-20-25 anos às mesmas crenças, ao mesmo discurso, às mesmas fórmulas, mesmo se com cobertura retórica ligeiramente adaptada.

É que, como na política, esta geração de 60 (e seus delfins) que lutou (e disso faz gala como se de diploma vitalício se tratasse) contra os excessos ditatoriais, parece que lutou para substituir a velha elite e depois tornar-se ela mesma tão anquilosante como a que a antecedeu.

E lança as culpas sobre os outros, não vá dar-se o acaso de os quererem fazer cair dos cadeirões…

É tempo de fazerem o mea culpa e desviarem-se do caminho. Agradecemos os vossos serviços, mas falharam. Tenham a humildade de gozar a reforma e deixarem-nos, por uma vez, em paz nas escolas.

Parafraseando o outro que nos preside, deixem-nos trabalhar…

Deslarguem…

Será mesmo do estado em que estou ou só encontro coisas destas?

School Using Lap Dances to Treat ADD Closed, Your Tax $ Involved, But Will It Re-Open?

Are lap dances an effective therapy for attention-deficit hyperactivity disorder or drug addiction? It doesn’t seem like a question that should require a serious answer—but a state investigation of Oregon’s Mount Bachelor Academy (MBA) has substantiated allegations made by students and staff that such “therapy” was part of the school’s “emotional growth” curriculum and forced an emergency shutdown of the campus.

Just this June, the Supreme Court had decided in favor of a couple who sued for payment of MBA’s tuition to treat their son’s ADHD and marijuana problem. The Court determined [pdf] that parents of disabled children do have the right to seek such taxpayer support from a school district, even if they haven’t tried public special education first.

Sou um conservador, não me incomodando as mesas, ainda prefiro as bed-dances, metafóricas ou literais.

Fafe, é a tua vez de concordar.

MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES – 15 DE NOVEMBRO – LISBOA

Faz-se aqui o resumo da reunião de hoje, assim como de alguns aspectos relacionados com a preparação do futuro dia 15 de Novembro.

Eu só gostaria de salientar um pequeno ponto: seria bom que, no mínimo, alguns detalhes como a hora e o trajecto estivessem abertos a conciliação com outras organizações, movimentos e sindicatos.

Porque a primeira andorinha não faz a Primavera, mesmo se a pode anunciar.

5. Decreto-Lei que define o regime do acesso para lugares da categoria de professor titular da carreira de educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário

Este Decreto-Lei visa regulamentar a realização da prova pública e do concurso de acesso à categoria de professor titular previsto no Estatuto dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Deste modo, os docentes dos quadros da rede de estabelecimentos do Ministério da Educação – que preencham os requisitos para acesso à categoria de professor titular ou tenham completado 15 anos de serviço docente com avaliação de desempenho igual ou superior a Bom – podem requerer a realização da prova pública, que se destina a demonstrar a sua aptidão para o exercício específico das funções de professor titular. Esta prova concretiza-se na apresentação de um trabalho pelo candidato e respectiva discussão, sobre a experiência do quotidiano escolar vivida no exercício efectivo de funções docentes.

Definem-se os domínios que podem ser objecto do trabalho a apresentar pelo candidato, competindo ao júri o estabelecimento dos critérios de apreciação da prova. Na composição do júri da prova, prevê-se a presença de elementos externos à escola, de reconhecido mérito no domínio da educação. Para efeitos da organização das provas públicas, podem os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas celebrar protocolos de cooperação nas áreas dos centros de formação de associações de escolas.

O recrutamento de professores titulares faz-se para lugares definidos ao nível do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada, a que é atribuído um papel decisivo nessa selecção. O concurso reveste carácter documental, com incidência sobre toda a actividade desenvolvida pelo docente, e reflecte o rigor e a exigência que se pretende imprimir ao funcionamento do sistema educativo, tendo em consideração o resultado da prova pública, a habilitação académica e formação especializada, a experiência profissional e a avaliação de desempenho dos candidatos.

Estabelece-se um mecanismo de salvaguarda do interesse público através de um conjunto de normas reguladoras do recrutamento e provimento para os casos em que o concurso fique deserto.

Finalmente, define-se um concurso extraordinário de acesso à categoria de professor titular, aberto aos professores colocados no índice 340, em termos semelhantes aos fixados pelo regime do primeiro concurso de acesso para lugares da categoria de professor titular da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário.

Ora muito bem, comecemos pelo fim: o concurso extraordinário para acesso à categoria de professor titular mais não é do que a admissão da ilegalidade de que esteve ferido o concurso transitório do ano passado. Sendo esta praticamente a única solução possível, de qualquer modo não conseguirá repor a situação de modo equivalente ao que existia à data, pois neste momento já existem titulares a ocupar lugares e funções a que poderiam não ter acesso. Para todos os efeitos, declaro desde já que não tenho qualquer interesse directo ou indirecto neste assunto.

Agora a parte mais interessante e estimulante: confesso – batam-me já! – um certo gosto pessoal pelo «novo» modelo, não transitório, da prova de acesso a professor titular.

De algum modo corresponde exactamente ao que eu defendo para a progressão na carreira no final de cada escalão.

Não vou negar que, depois de provido e desprovido no espaço de uma semana (são contas cujo ajuste ainda decorre…), deverei candidatar-me à dita prova e a aproveitarei, pelos moldes em que é feita para publicamente declarar o que penso dos efeitos da actual política educativa no exercício quotidiano da docência.

E daqui apelo a que todos que se candidatem à dita prova, e pertençam ao núcleo dos que discordam destas políticas, aproveitem essa ocasião para fazerem o mesmo e darem forma concreta à sua indignação individual.

Se têm uma janela de oportunidade para clamarem por aquilo em que acredita, publicamente, aproveitem-na e demonstrem a vossa coragem e resistência, de forma coerente, fundamentada e articulada.

Eu garanto que farei isso, com indisfarçável prazer.

No jornal Público esquematiza-se hoje tudo o que mudou desde o que apareceu regulamentado no 2/2008 e o que agora o ME já «oferece» para os sindicatos aceitarem.

E ouvem-se os politólogos de serviço sobre a matéria. Quase todos sensatos, até aqueles que fazem da sensatez modo de vida, como António Costa Pinto, naturalmente incapaz de discordar seja do que for que aflija alguém.

É chato advogar em causa própria por isso não é bonito linkar para a altura (há um mês, talvez) em que escrevi que este modelo de avaliação, para todos os efeitos, estava defunto e só avançaria nas escolas que assim o entendessem mesmo, com a devida colaboração da maioria dos docentes.

A partir do momento em que o primeiro prazo foi «flexibilizado» e o ME se declarou incapaz de fazer a sua parte no processo – colocar a IGE a avaliar os Cordenadores-avaliadores – o 2/2008 passou a entrar noum limbo da ficção legislativa que em Portugal é algo muito povoado, mesmo quando os responsáveis não oa dmitem.

A bem de todos, seria útil que tudo isto fosse reformulado de uma vez por todas, porque já percebemos, todos perceberam, que nada está a ser cumprido como determinado na larguíssima maioria das escolas, com o apoio explícito do ME, via método simplificado e «confortável», o tal «sem stresses».

Agora, mesmo bonito seria deixarmos de fingir e passarmos a trabalhar num modelo de avaliação dos docentes a  sério, mesmo que seja a «doer». Mas transparente, leve e exequível.

Eu já espalhei por aí algumas ideias – pouco populistas, sei – mas há quem, com muito maior responsabilidade, tenha obrigações acrescidas nessa matéria.

O grupo de professores reunidos na Baixa da Banheira, tendo em atenção as políticas públicas actuais na área da educação, consubstanciadas na legislação recentemente aprovada e na que se encontra em preparação, decidiu:

1. Criar uma comissão que fica mandatada para:

a) Promover a constituição de uma Associação Cívica para Defesa da Escola Pública.

b) Promover a divulgação desta iniciativa junto dos órgãos de soberania e da comunicação social.

2. Divulgar junto de cada escola as conclusões desta reunião e incentivar o debate sobre a necessidade de defender um modelo coerente de Escola Pública.

3. Estabelecer contactos com todas as outras organizações da sociedade civil (de professores, de pais, de alunos ou outras) interessadas neste tema com vista ao intercâmbio de ideias e ao aprofundamento deste debate.

Baixa da Banheira, 26 de Janeiro de 2008

Estas conclusões não invalidam que os elementos presentes, individualmente ou em grupo desenvolvam livremente todas as outras iniciativas que considerem úteis para a prossecução de um objectivo comum que passa pela defesa de uma Educação Pública de qualidade, pela dignificação do trabalho desenvolvido nas escolas por alunos e professores, assim como pela activa contestação de muitas das políticas actualmente em implementação na área da Educação, nomeadamente aquelas que são incompatíveis com a Lei de Bases do Sistema Educativo ou que assentam em evidentes atropelos à ordem jurídica de um Estado de Direito.

Acima de três dezenas de participantes, abrangendo áreas das Caldas da Rainha a Castro Verde, com alguma predominância natural na Grande Lisboa.

Algumas decisões tomadas que a seu tempo serão divulgadas (assim eu tenha tempo para as transformar em formato digital), assim como o contacto entre diferentes sensibilidades quanto ao que fazer neste momento, embora com interesse em encontrar uma plataforma comum de acção.

Seguiu-se o almoço entre cerca de metade dos presentes, para aprofundar alguns temas em clima ainda mais descontraído.

No final o desejo de repetir a dose, congregando mais gente, no sentido de nos apercebermos da nossa própria mobilização, força e capacidade de agregar vontades não só de professores como de todos os intervenientes de boa vontade com interesse em defender a Escola Pública.

Fotos, penso que serão possíveis desde que a Teresa as envie.

Dependendo do número de presentes e das intervenções se verá como será gerida a ordem de trabalhos proposta.

A ideia é sermos muito concretos com a apresentação da substância e objectivos das iniciativas já em decurso, seja o manifesto-petição que aqui tem sido promovido (manifesto1.doc), que aquele que tem servido de base ao movimento que se reuniu já nas Caldas da Rainha (manifestoc.doc).

Em seguida, e mais importante, será o debate-discussão em torno do que é possível fazer a partir de agora em termos de contestação às medidas em implementação, seja o caótico processo de avaliação, sejam as propostas de novo modelo de gestão escolar, não esquecendo ainda as feridas não saradas pela imposição do ECD ministerial.

Então até amanhã e, se forem confirmadas todas as presenças anunciadas, o auditório da Mouzinho estará bem composto.

Quem puder levar a documentação sobre estes assuntos tanto melhor, de qualquer modo eu levo o portátéle com a base de dados sobre o assunto.

eels, Saturday Morning

Sobre como chegar à reunião de dia 26, para aqueles que o solicitaram. Se alguém pediu e não foi contemplado, agradeço mesmo que repitam o pedido por mail, que é para não falhar. Não sei porquê, mas por causa das dúvidas, gostava mesmo que quem pretende aparecer e não sabe o caminho enviasse o pedido por mail, porque há por aí quem desconfie que os números do Umbigo e da petição são uma mistificação e que andamos a inventar coisa.

Foi deixado mais abaixo o seguinte comentário do Manuel Baptista:

Olá,

Penso que a discussão em blogosfera não avançará nada, se não houver um documento (a ser apresentado como rascunho, para acolher melhorias ao longo de um X tempo) que faça uma crítica do projecto. Menos que isso, torna a discussão num sem fim de posts e de comentários aos mesmos, sem nenhuma síntese.

A minha proposta é:

– Fazer-se um documento (1º apresentá-lo como rascunho, depois trabalhá-lo)
– Reunirmos numa Escola Pública para discussão final e aprovação do documento
– Sair também dessa reunião uma «coordenadora» inter-escolas, que possa dinamizar um debate localizado.

Será possível colocares esta proposta em destaque?

Obrigado antecipadamente.
Manuel Baptista

Concordo no essencial com esta proposta.

Aliás, já pedi à autora da ideia original – a colega Isabel Guerreiro – que fizesse o rascunho em causa, mas o Manuel B. também poderia fazer o mesmo. Entretanto, eu amanhã tento alinhavar os pontos que também acho essenciais que devem ser aflorados no tal documento ou manifesto de intenções, assim como analisar outros aspectos do projecto de decreto-lei.

  • Quanto a prazos e encontros: texto revisto por quem estiver interessado no início da próxima semana e, a existir a necessidade de reunião presencial, fazê-la até dia 12 (próximo sábado), sendo que eu tenho horário de funcionário público, só com a aberta da manhã de 2ª feira (e parte da 5ª) e muito poucas outras hipóteses (o pós-laboral, não dá mesmo, a menos que seja desde lado do rio). A partir daí divulgar a iniciativa pela comunicação social.
  • Paralelamente, quem tiver essa possibilidade, dinamizar debates sobre o tema nas suas escolas, centros de formação, etc, nos moldes que bem entenderem, aproveitando as iniciativas sindicais mas indo mais além, se possível com um documento final a estar pronto pela terceira semana de Janeiro.

Tudo isto pode ser discutido por aqui ou offline, por mail, por onde podem circular contactos telefónicos para melhor acerto.

A minha base de operações é fácil de verem qual é, pois está na barra lateral.

Esta iniciativa não deve ser entendida como concorrente ou alternativa de nenhuma outra – aliás começou a ser por aqui discutida há já uma semana – mas sim como uma manifestação complementar independente de um grupo de docentes (e não só) interessados em quebrar as rotinas em que a coreografia da negociação em matéria educativa caiu.

Para que conste: eu, pessoalmente, sou o veículo de uma ideia de que não sou autor, mas a que aderi. De qualquer modo, gostaria de salientar que não tenho (ou tive) qualquer filiação partidária, sindical ou organizacional, nem pretendo ter. Mas são aceites os contributos de todos os que a(s) tenha(m). Só para que não se pense que…