Vai-te Tratar


Já quando aceitou ser testemunha contra mim no processo-Chitas foi por amor ao pós-conceito.

 

Maria de Lurdes Rodrigues diz-se vítima de “preconceito”

Antiga ministra da Educação escreveu carta a colegas do ISCTE e de outras universidades, defendendo-se da acusação do Ministério Público por peculato.

 

Aumenta o desemprego, empurram as pessoas para a reforma e depois descobrem que aumentam os encargos “sociais”.

E tirou este homem um curso de Economia!

( 👿 se calhar é assim por causa disso mesmo 👿 )

Passos diz haver “um nível de despesa social maior do que quando a crise começou”

 

Em vez de agradecer, ainda se queixa.

Aliás, atendendo à extrema cólidade dos documentos que apresentou sobre o tema, o vice-Portas deveria beijar o chão que pisam os juízes que chumbaram aquelas medidas do OE.

Portas diz que TC tomou uma decisão política que põe em causa o DEO e reforma do Estado

A “reforma do Estado” não pode ser apenas o redireccionamento do dinheiro sacado aos cidadãos para as clientelas amigas. É o que se passa já com algumas áreas da Segurança Social, com a Saúde e que se pretende alasrgar na área da Educação.

Sempre me disseram que um bom cristão não deveria faltar À verdade, mas pelos vistos não enviaram o memorando a alegados democratas-cristãos.

… do PSD durante a sucessão de líderes de Barroso a Passos Coelho, passando por Santana, Mendes, Menezes e Ferreira Leite, que fez as delícias e ajudou enormemente ao sucesso do engenheiro?

Tanto gel e tanta laca deram-lhe cabo do neurónio menmónico?

Esqueceu-se do seu próprio papel, que em certa medida se pode considerar à altura de Tyrion Lannister?

O porta-voz do PSD, Marco António Costa, acusou hoje o PS de ser um “foco de instabilidade” na política nacional, considerando que se assiste no maior partido da oposição à versão portuguesa da “Guerra dos Tronos”.

Vital Moreira agradece o “desvelo e a cortesia” do TC ao chumbar cortes salariais

Este também tem um doutoramento em sectarismo, facciosismos e dissidências. Mas sempre de forma a cair em almofada fofa.

 

Só é triste que use o argumento deplorável que usa para se justificar e nem estou a falar da sanha anti-aposentados, já de si lamentável.

Falo da demagogia do pior gosto ao usar o argumento da filha para se colocar a jeito de uma nomeação para… deputado? secretário de Estado adjunto?

(poderíamos sempre afirmar que a causa é puramente egoísta e feita com um explícito propósito anti-solidário, mas penso que isso é assumido pelo escriba)

Até que ponto se pode descer neste jogo de disponibilidades?

Isto é pior do que injecções de botox, colagénio e silicone para se tornar aprazível…

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(…)

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Expresso, 23 de Maio de 2014

 

A mim, em particular, seria capaz de dar algum gozo…

O “jovem” Avillez Figueiredo (não tirem os olhos do trajecto de sucesso que ele terá ainda nesta década, acreditai em mim…) num dos seus melhores momentos e olhem que ele vai quase alcançado aquele Camilo neste tipo de iluminadas opiniões.

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Expresso, 10 de Maio de 2014

Isto é especialmente patético, quando são os próprios protagonistas a admitir que o dinheiro está a ir directamente para outros lados, sendo Portugal apenas o apeadeiro útil.

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Público, 11 de Maio de 2014

Passos Coelho: Portugal enfrentou “ansiedade e angústia” por causa do Constitucional

Será que foi o PM que levou os aspegic todos no outro dia por causa de tantas dores de cabeça que terá? É que eu queria dos 1000 ou mesmo dos 500 e nada havia…

DE qualquer maneira fica explicada esta notícia com um par de meses, pois coincide no tempo:

Consumo de ansiolíticos triplicou em Portugal

Porque ou é humor ou é distúrbio equiparada ao dos 35 anos de socialismo (o maçães), ao do espírito original do 25 de Abril (o lomba) e ao do este país está melhor (o montenegro).

Maria Luís Albuquerque: “Tem sido preocupação deste Governo proteger os mais desfavorecidos”

 

Poupança com salários da função pública será de 1,2 mil milhões

A poupança com a factura salarial da Função Pública deverá atingir este ano 1,2 mil milhões de euros brutos, revela o relatório da Comissão Europeia sobre a 11ª avaliação ao programa de ajustamento português.

“Temos de fazer a função pública respirar”

O primeiro-ministro defende que é preciso corrigir a progressividade imposta pelos cortes dos últimos anos.

Será que é para respirar algum gás daqueles que… faz deixar de respirar?

Mota Soares: «O risco de pobreza nos mais idosos é menor»

Por respeito à idade e ao facto de ser uma senhora, omito o vernáculo que borbotou pela minha mente ao ler esta notícia.

A ideia é daquelas geniais, em especial porque quem recebe directamente o salário no banco está obrigado a levantar dinheiro para coisas supérfluas como…. comer!!!

A presidente do Conselho de Finanças Públicas (CFP), Teodora Cardoso, propôs hoje nas jornadas parlamentares do PSD a criação de uma taxa a incidir nos levantamentos de dinheiro de contas onde os cidadãos recebam salários e pensões.

Admitindo que tal imposto “não existe em lado nenhum” e é apenas uma ideia, que está a ser discutida por exemplo em Inglaterra, Teodora Cardoso apresentou a proposta aos parlamentares do PSD no primeiro dia das jornadas parlamentares do partido, a decorrer em Viseu.

Bem… vou ceder apenas a uma pequena tentação: com todo o devido respeito… e se fosse para o raio que a parta?

captain-haddock

JGFerreira

Quem?

Estes?

Américo Amorim e Belmiro de Azevedo sobem na lista da Forbes

O problema é quando a malta que atira bocas, subitamente parece transformar-se em algo mais. Há um evidente problema em malta que, assim como quem não quer a coisa, se parece imbuída de um qualquer espírito de infalibilidade. E a humildade para desaparecer por completo.

Mais um camilolourenço para a colecção de cromos.

Porque não diz ele que os “buracos” que foram sendo divulgados às pinguinhas já eram quase todos conhecidos antes das eleições de 2011? E que, na sua larga maioria, beneficiaram quase sempre os mesmos? E não “as pessoas”?

Uma coisa é ser frontal e desassombrado. Outra fazer chuveirinho de lama.

UGT “percebe dificuldades” do Governo face a ameaças externas ao Estado Social

O bigode não deve passar de 2015.

… ou então tem razão, pois não explica que tipo de redistribuição foi feira… e é verdade que se tem andado a redistribui o dinheiro da maioria para encobrir os falhanços de gestão de alguns. mesmo daqueles que dizem mal do estado que dá emprego aos parentes.

“Provavelmente não há nenhum período da História recente portuguesa – talvez em 1975 – em que as medidas tomadas tenham sido tão redistributivas como foram agora”, sublinhou Fernando Ulrich. “Nunca provavelmente a esquerda fez em Portugal uma política tão redistributiva como a que tem feito o Governo do dr. Passos Coelho”, acrescentou.

Ulrich avançou ainda que o BPI encomendou um trabalho para ver como evoluiu a situação em várias categorias e que já dispõe de alguns resultados, mas que não está ainda em condições de divulgar.

Mas uma coisa pode afirmar: “As pessoas que mais ganham, tiveram cortes – seja pela via dos cortes, seja pela via da carga fiscal – muito maiores do que as pessoas que ganham menos. Com esta dimensão, talvez só em 75.”

“O que o dr Passos Coelho fez nessa matéria é tão redistributivo ou mais do que o Partido Comunista fez em 75, quando na altura não havia IRS; era o imposto complementar que chegou quase a 90%”, salientou.

Vítor Gaspar: é “insultuoso” pensar que fui o quarto elemento da troika

Em entrevista exclusiva ao PÚBLICO, o antigo ministro das Finanças diz ter sido um negociador bem-sucedido e considera que “as dimensões humanas e sociais do programa de ajustamento foram sempre tidas em conta.” Para Vítor Gaspar, a ideia de punição “nunca se aplicou a Portugal”.

Confesso que achei graça ás suas primeiras (e humoradas) intervenções públicas.

Agora penso algo muito diverso, que nem me apetece explicitar e que aquele sorriso parece demonstrar à saciedade.

Portas elogia em Madrid “simplex” de Sócrates

Mas depois temos a pérola do arauto dos interesses privados na Educação, aquele que tem promessas a pagar e que já colocou o Pires de Lima onde pode sorver abnegadamente muitas das verbas do QREN para “as empresas:

Portas referiu-se ainda à reforma do sector educativo, considerando que a aposta deve ser em fortalecer as opções existentes na escola pública, que definiu como “a escola estatal ou não, que presta um serviço público mediante um contrato com o Estado”.

Neste quadro defendeu “dar responsabilidades e não apenas autoridade aos professores do sistema público” para criar “escolas públicas com projectos pedagógicos diferenciados” o que daria mais opções às famílias.

Dar mais opções às famílias, caro senhor vice-birrento primeiro ministro, é não defender um modelo de sociedade em que a miudagem já chega à escola em défice de todos os tipos.

Dar mais opções às famílias, cara senhor vice-aieuquerooantóniocomoministro primeiro ministro, é não as empurrar para o desemprego, a  emigração ou, no caso dos pensionistas, para o oposto do que sempre defendeu quando andava de manga arregaçada nas feiras.

Quanto às questões da responsabilidade, caro senhor vice-trocatintas primeiro ministro – comece por aplicá-las a si e aos seus discípulos, que são grandes na arte da diferenciação, mas da diferenciação entre a teoria e a prática. No dia em que a generalidade dos professores precisar de lições suas sobre responsabilidade é porque a terra passou a girar ao contrário.

Que sabemos que há dívidas pré-eleitorais a pagar a certos lobbys que se movem na área da Educação já se sabe, já não é propriamente um grande segredo, bastante ver como se agitam os queirozes&muñozes.

Bnezósdeus e a si também, caro senhor vice-muidevoto primeiro ministro.

iznogoud

… mas como parece agarradinho que nem uma lapa ao Parlamento Europeu… faz menos danos do que poderia e quereria.

Até porque ele é dos que criticam e gritam muito contra umas coisas, mas depois, quando recebem a nomeação adequada, acalma-se logo.

Nuno Melo. “O Tribunal Constitucional é um problema para Portugal”

(é impressão minha ou também já anda de voz aflautada e nasalada como o engenheiro…)

Carlos Abreu Amorim insiste que Passos Coelho teve razão ao anunciar a criação de 120 mil empregos este ano. O vice-presidente da bancada do PSD desvalozia assim a manchete do jornal i, que diz que o primeiro-ministro fez mal as contas.

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