Uniformes


gosta-se.

Governo Lula quer proibir pais de disciplinar os filhos

 

Lula é um dos maiores maus exemplos do Brasil, em sua amizade com os ditadores assassinos Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad. Sem correção, as crianças estarão condenadas a imitá-lo.

Pais e mães ficarão proibidos de beliscar, puxar a orelha ou mesmo dar “palmadas pedagógicas” em seus filhos se a sociedade calar-se e não reagir diante de mais uma agressão estatal contra as famílias. Em comemoração ao aniversário de 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está assinando hoje (14 de julho de 2010) um projeto de lei que proíbe pais e mães de aplicarem castigo físico para corrigir a rebelião e o mau comportamento dos filhos. Tal castigo será tratado como “agressão física”, invertendo os papéis e colocando os pais sob a ameaça de castigo estatal.

Acho bem não estarmos sós.

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(c) Fátima Freitas

Old school tie is shunned amid safety concerns

They are customised across the land by fashion-conscious teenagers. But the days of tying a fat knot or putting the thin end at the front could be coming to an end as more and more schools choose clip-on ties in what manufacturers claim is a health and safety epidemic.

In its annual review, the Schoolwear Association reports a surge in schools switching to clip-on ties because of the potential strangulation risks of the older version. More than half of schools choosing new ties are switching to clip-ons.

The association says “uniformity” is another advantage of the clip-on tie. “There is little opportunity for pupils to style their tie with short tails, fat knots – as seen in Hollyoaks and Grange Hill.”

A farda é parte do projecto pedagógico

Enquanto minissaias e decotes estão a ser proibidos em escolas públicas, directores, psicólogos e alunos falam dos prós e contras das fardas. Colégios defendem-nas enquanto projecto.

Saia plissada em xadrez verde, camiseiro branco ou pólo, meias verdes até ao joelho e sapatos de vela. As meninas do Colégio Mira Rio, em Lisboa, usam todos os dias a mesma roupa. Estão fardadas, mas diferenciam-se na cor do verniz, que vai do tom renda ao vermelho sangue; nas bijutarias, delicadas pérolas nas orelhas ou colares góticos com cruzes, e nas malas, de pele a imitar o design Channel ou mochilas no género montanha.

Nada tenho contra as fardas, apenas alguns reparos mais ou menos factuais:

  • Uma vestimenta uniformizada e padronizada, facilmente reconhecível, sempre foi um elemento usado como identificador de um determinado grupo. Fomenta a inclusão e companheirismo dos «nossos», por oposição aos «outros». Exemplo típico: o uniforme militar.
  • Nas escolas públicas, o uso das batas (brancas) foi, em dado momento, uma estratégia com tanto de pragmático como de ideológico, neste caso no sentido da normalização e da ocultação das diferenças socio-económicas dos alunos, patentes no vestuário trazido de casa.
  • Nas escolas privadas, o uso de uniformes com elementos distintivos funcionou, em simultâneo ou à vez, com os dois objectivos anteriores.