Tou Xim?


Tenho hesitado – assim no vai-não-vai – em escrever mais sobre este tema, pois não queria entrar por territórios mais complicados para as versões oficiais – centrais e/ou locais – acerca deste assunto.

Mas, como já li algumas observações despropositadas sobre a falta de controle que os professores teriam sobre os alunos nas aulas ao ponto de andar tudo a feicebucar, decidi que há coisas que devem ser minimamente esclarecidas.

Vamos lá esclarecer uma coisinha… numa escola normal (desconheço os recursos das XPTO nesta área) há uma ou duas salas equipadas com computadores por forma a ser possível dar aulas com uns 2 alunos por equipamento (isto para além dos que existem nas bibliotecas escolares e para uso dos serviços administrativos ou dos professores nas salas). O acréscimo de ocupação de rede de 12-15 computadores não me parece passível de entupir a banda larga das escolas como querem fazer crer.

Qual é o maior problema?

É que há muitas escolas em que existem redes sem fios (não estou a falar das redes por cabo), a que os alunos podem aceder com os seus gadgets da moda. E usando os seus códigos pessoais de acesso à rede da escola para trabalharem nas aulas, em muitos casos conseguem aceder a essas redes e não são apenas 12 ou 15 de cada vez.

E, isso sim, é coisa para entupir a banda larga até porque os alunos info-incluídos já sabem como contornar rapidamente os bloqueios locais ou centrais às redes sociais e sites que lhes interessam.

O primeiro-ministro Passos Coelho esclareceu que a nova fórmula para o cálculo das pensões que, segundo avançou uma fonte do Ministério das Finanças visa substituir a atual Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), não passa de “mera especulação”. Passos garante, a partir de Moçambique, que o Governo ainda “não tomou qualquer decisão”.

Isto não tem espinhas.

Dirigente da Fenprof diz que se estivesse no lugar dos contratados se inscrevia para fazer a prova de avaliação

À espera das decisões definitivas dos tribunais, o dirigente sindical Mário Nogueira diz que “a vida ensina que é importante manter possibilidades em aberto”. O prazo para as inscrições para realizar a prova termina às 18h de quinta-feira.

Nem vale a pena comentar a força deste tipo de lutas.

Daqui ou uma ou duas semanas diz que, se desse aulas, ate seria melhor vigiar as provas e, já agora, classificá-las.

Para manter as possibilidades em aberto.

É uma posição responsável.

A que se esperava.

A que todos esperavam.

A que o Governo esperava.

A que Crato esperava.

A que todos esperávamos.

A que eu esperava, até porque sei que eles sabem que a coreografia jurídica é, desta vez, mesmo só isso.

Ou alguém esperava alguma coisa radical? Do tipo… ir dar aulas com os colegas?

Loures! Loures!!| Loures!!!

A PT mandou-me um sms a dizer que há uma anomalia qualquer na minha área e que vou ficar 28 horas sem serviço. Que lamentam. Eu preferia que descontassem o serviço por prestar na factura do próximo mês.

Entretanto, a coisa vai e vem.

Nem nas anomalias acertam bem.

… que não são permitidos às escolas públicas.

A Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO) recebeu hoje do Ministério da Educação e Ciência compromisso de revisão do número de cálculo para constituir turma, que se fixa actualmente em 24 alunos.

O vice-presidente da ANESPO, Amadeu Dinis, disse que, na reunião de hoje no Ministério da Educação, foi apresentada uma sugestão ao secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, de “um mínimo entre 15 e 18 alunos”.

“Considerávamos que os 24 é um valor alto, porque, se baixava de 22 elementos, por desistência de alunos, o montante fixo por turma descia e havia uma penalização de 3,3 por cento no financiamento dessa turma”. “O secretário de Estado aceitou rever, mas não avançou com qualquer número”, afirmou Amadeu Dinis à agência Lusa.

Além do corte de cinco por cento nos escalões dos custos unitários em vigor para as novas turmas, o que resulta, segundo a ANESPO, num corte de cerca de cinco mil euros em turma/curso, outra questão abordada foi a relacionada com os alunos sem residência permanente em Portugal.

O raio dos portugueses são uma cambada… vivem acima das possibilidades, não querem pagar impostos e apenas receber benefícios, resistem a emigrar e ainda por cima não entendem esse transparente orador que é o nosso PM, virtuoso enunciador de límpidas verdades que toda a gente (não) percebe.

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