Superficialidades


cigartea

Nada de concreto, uma espécie de nevoeiro, algodão doce nas 3 peças da SIC até agora. Os nomes que já se conhecem, com uma única excepção, um tal Ricardo Oliveira. Montagem espaventosa, música de thriller, mas o conteúdo fica aquém, muito aquém, até agora, do que se anunciava ser uma investigação como nunca fora feita…

Tudo isto está em jornais, em anteriores peças televisivas, e não é de agora.

Entretanto, na RTP, vai ser entrevistado o senhor secretário de Estado que tem aquelas falhas de memória…

Da dúvida: quem é o ceo do ps?

… está no(s) manipulado(s) não se aperceberem de que o são. Se fosse fácil perceber, a arte seria escassa. Claro que, por muito que se tente, atendendo aos objectivos, há sempre migalhas que nos levam à casa.

As contas não se fazem assim, com médias atiradas para o ar, como se fossem dados reais. A sobredotação não se limita a um QI acima dos 130 e não pode ser tratada de forma assim tão leve.

Há muito boa gente com QI acima de 130 que não é sobredotada, apenas é muito inteligente em termos académicos, seja devido a conhecimentos adquiridos seja a um bom poder de dedução ou lógica.

Tratar assim estes assuntos é vulgarizá-los. E vulgarizá-los da pior maneira e da mais ofensiva para pessoas que são muito singulares e não se podem reduzir a fórmulas e médias estatísticas.

Mais de 60 mil crianças e jovens sobredotados em Portugal

Três a cinco por cento das crianças e dos jovens portugueses são sobredotados. Ou seja, têm um QI superior a 130, quando o da média da população ronda os 100%. São cérebros cheios de potencial, à espera de serem descobertos. Podem ser capazes de ler aos dois anos, mas não desenvolvem todas as suas capacidades ao mesmo tempo. Desfazer os mitos de que são infalíveis e capacitados em todas as áreas estão entre os objectivos das associações que os apoiam.

BPN teve licença para construir Hotel Hilton em Lisboa

Foi agradável, porque a senhora/menina da sonda(gem) da Intercampus era simpática e acabou a rir-se com parte das respostas que lhe dei, pois estava a acabar de ler um guião para a implementação dos novos programas de Português (o da escrita só foi colocado online a semana passada) e apetecia-me esparvoar um pouco.

Estava em modo desvinculativo, mas suave.

O que achava eu do desempenho dos candidatos nestes últimos dois dias e que assunto me tinha chamado mais a atenção. Armei-me em original e disse BPN. Quanto ao desempenho dos candidatos, não faço ideia, pois não me meto em assuntos de lençóis (mais coibi-me de partilhar este pensamento com a sondadora).

A seguir perguntaram-me que expectativas tinha em relação a um segundo mandato de Cavaco Silva: altas, médias ou baixas. Mandei colocar a cruz no médias porque não tenho nenhumas.

Depois perguntaram-me em quem iria votar. Em ninguém. De que partido me sentia mais próximo. Felizmente de nenhum.

Perguntou-me a idade e se podia saber o primeiro e último nome.

Poderia vir a ser o início de uma bela amizade, mas não lhe fixei o nome e o número no visor era desconhecido.

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