Solidariedade


António Cunha, presidente do Conselho de Reitores confirmou à TSF que foi contactado pelo Ministério da Educação, na qualidade de reitor da Universidade do Minho, para ceder algumas salas para a realização da prova de avaliação de professores.

Nunca duvidei da colaboração dos superiores nesta coisa que passa por dizer que eles formaram mal os candidatos a básicos e secundários.

Mas depois, por amor de todos os santinhos do altar, não se ponham logo a correr para receber medalhas e comendas…

Confesso que há ali um ou outro nome que me me provocam urticária, desde logo aquele artista que zurziu os professores sem dó nem piedade em tempos de Sócrates no Jornal de Negócios…

A memória é tramada….

Personalidades da arte e da cultura solidárias com a greve dos professores

Manifesto: Obrigado professores

(…)

Subscritores:

António Pinho Vargas, Compositor
Bruno Cabral, Realizador
Camilo Azevedo, Realizador, RTP
Carlos Mendes, Músico
David Bonneville, Cineasta
Eurico Carrapatoso, Compositor
Hélia Correia, Escritora
Leonel Moura, Artista plástico
Luís Varatojo, Músico, A Naif)
Luísa Ortigoso, Actriz
Jacinto Lucas Pires, Escritor
Joana Manuel, Actriz
João Salaviza, Cineasta
José Luís Peixoto, Escritor
José Mário Branco, Músico
José Vítor Malheiros, Jornalista
Marta Lança, Editora e produtora
Messias, Músico, Mercado Negro
Nuno Artur Silva, Autor e produtor
Pedro Pinho, Cineasta
Rui Vieira Nery, Musicólogo
Raquel Freire, Cineasta
Sérgio Godinho, Músico
Valter Vinagre, Fotógrafo.
Zé Pedro, Músico, Xutos e Pontapés.

Alimentos e roupa para ajudar aluno

Oitenta alunos do 11º ano da Escola Secundária José Saramago, em Mafra, mobilizaram-se para ajudar o Rui Silva, o menino de nove anos que estava impossibilitado de almoçar na Escola Básica Feliciano Oleiro, em Almada, porque a mãe não tinha como pagar uma dívida de 4,65 euros.

… pratica-se a solidariedade.

Entretanto, miúdos com graves necessidade educativas ficam sem os indispensáveis apoios…

Ensino superior vai “buscar” mais de 22 milhões de euros ao básico e secundário

 

MOUSINHO MOSSE, marido da nossa colega Helena Carneiro, ex-jogador de futebol e atualmente treinador foi-lhe diagnosticado E.L.A. (esclerose lateral amiotrófica), uma doença neuro muscular, degenerativa, progressiva, incurável e, até agora, fatal.

Tem 48 anos e sempre foi desportista. Em menos de um ano viu reduzidas as suas capacidades de andar, ser autónomo, estando quase totalmente dependente.

Porque a família do Mousinho é Moçambicana e quis ajudar, marcou-se uma consulta na África do Sul com uma neurologista famosa, Jody Pearl, que trata um famoso jogador de rugby sul africano com a mesma doença e que lhe fez o primeiro transplante de células estaminais na África do Sul.

A neurologista na Africa do sul observou o Mousinho e fez-lhe outros exames. Disse que o transplante de células estaminais não tinha resultado no tal jogador de rugby, mas que há um programa totalmente inovador que tem vindo a ter otimos resultados, inclusivamente nesse jogador de rugby, que o fez por 6 semanas e que está francamente melhor. Também há outro caso de uma pessoa Sul Africana que já estava em cadeira de rodas e que voltou a andar. Ela disse que viu com os próprios olhos.

O programa chama-se AIMSPRO é em Londres. Trata-se de umas injeções feitas de um componente do sangue de umas cabras especiais da Austrália, que já tem vindo a ser usado na esclerose múltipla, mas que só há pouco tempo foi experimentado na E.L.A. com muito bons resultados.

O problema são os custos, porque como ainda é experimental, tem de se pagar tudo.

Cada injeção custa 200 libras e pode ter de levar uma por dia, dependendo do peso da pessoa e da gravidade da doença. (já foram enviados todos os exames para o médico em Londres e o Mousinho já está a fazer preparação com produtos naturais).

Tem de ficar em Londres 10 dias e depois pode continuar o tratamento em casa, por um tempo indeterminado. A neurologista diz que talvez para o resto da vida.

Enquanto o tratamento não for oficializado não vai ser financiado.

Apelamos à vossa solidariedade, porque sem ela será impossível!

Conta solidária:

NIB: 001800032248615302092

Para confirmação da veracidade deste pedido podem contactar a direção do Agrupamento de Escolas de Santo António – Barreiro

Email: info@escolasdestantonio.edu.pt

… Tutankamon, Moisés, Matusalém e uma simpática habitante das Galápagos (não confundir com esta sua prima) também decidiram não comparecer nas cerimónias oficiais do 25 de Abril.

Esta semana, até por uma questão de autoestima devemos acarinhar os benfiquistas…

O Agrupamento de Escolas da Ericeira, Mafra, recusa haver qualquer infracção disciplinar por incluir a expressão “viva o Benfica” na cantilena infantil “atirei o pau ao gato”, que motivou a queixa de um pai ao Ministério da Educação.

 

Gotinha a gotinha, vamos ajudar o Afonso

Recebido por mail. Confirmei a existência do colega em questão no agrupamento referido e do médico e Instituto citados.

Agradecia que se fosse possível divulgasse no seu blogue

VAMOS AJUDAR O MÁRIO

O Mário Pires de 51 anos era um professor de Educação Física  no Agrupamento de escolas de Macedo de Cavaleiros, quando há dois anos lhe foi diagnosticada uma doença rara, Cordoma que no caso dele é um tumor benigno no tronco cerebral que no caso dele é invasivo. Durante este tempo procurou ajuda médica mas, muitas portas se fecharam. Há cerca de um ano, uma equipa médica da região do Porto aceitou tratá-lo, mas não conseguiu ajudá-lo. Há duas semanas informou a família  que nada mais havia a fazer pelo Mário e de que  o tumor era  inoperável. O Mário estava há cerca de três meses na Unidade de Cuidados Continuados de Murça. O seu estado é crítico, mede 1,80m e pesa 50 Kg. Além da perda de peso, fez uma traqueotomia para respirar, a sua voz é pouco audível,  alimenta-se com uma sonda gástrica e toma medicação pois sofre de muitas dores de cabeça devido ao crescimento do tumor. Há cerca de 59.000 casos a nível mundial, mas em Portugal não há qualquer estatística relativa a esta doença, por isso desconhecemos se existem ou não. . A sua família e amigos não se conformam com este prognóstico e procuraram ajuda pelo mundo inteiro. O Prof. Dr. Helmut Bertalanffy é a luz ao fundo do túnel e o Mário vai ser operado e tratado no Instituto de Neurociências de Hannover. O Mário vai ser operado em Hannover em príncipio na terça- feira. Os custos totais do tratamento são elevados (50.000€), mas se todos ajudarmos tornar-se-á muito mais fácil.

Professor de Educação Física na empresa Agrupamento Vertical de Escolas de Macedo de Cavaleiros

Se quiseres ajudar o Mário:

CONTA: MÁRIO JOSÉ GONÇALVES PIRES

Transferências Nacionais:

NIB: 003501740006147500071  Caixa Geral de Depósitos

Transferências Internacionais

IBAN: PT50003501740006147500071       BIC:CGDIPTPL

Não é nada meu hábito fazer este tipo de anúncios, até por achar que se presta a aproveitamentos abusivos, em especial quando não é enviada pelo(a) próprio(a) interessado(a).

Colegas:

Renovava o apelo a candidatos a dadores de medula, com o meu muito obrigado antecipado aos colegas, amigos e familiares que têm desencadearam cadeias de mails e, claro, à blogosfera docente sempre atenta e solidária:

IPO, 26/02/2012
Abraço na luta!

Paulo Ambrósio

Abaixo-assinado EM DEFESA DO PÚBLICO, EM NOME DO JORNALISMO

Para: Administração do “Público”

Os jornalistas e cidadãos abaixo-assinados vêm expressar publicamente a sua preocupação pela situação que atravessa o jornal “Público”, manifestando-se solidários com os trabalhadores deste diário. A intenção da administração do “Público” de colocar em situação de lay off 21 trabalhadores e de reduzir a remuneração a todos os que aufiram um salário bruto superior a 1.600 euros reforça uma tendência preocupante no sector dos media que tem vindo a afectar também profissionais de outros órgãos de comunicação social nos últimos anos e mais recentemente no “i”.

Desde a sua fundação, o “Público” afirmou-se como um dos mais reputados títulos da imprensa nacional, uma importante referência para os profissionais da comunicação e para milhares de leitores. As dificuldades que esta e cada vez mais redacções atravessam não são apenas um problema dos jornalistas, mas de todos os cidadãos que desejam uma sociedade livre e informada. A crescente instabilidade e a contínua degradação das condições de trabalho nas redacções constituem uma séria ameaça ao jornalismo de qualidade, um dos mais importantes pilares da democracia.

A crise financeira global, com as suas particularidades europeia e portuguesa, veio conferir uma dimensão ainda mais preocupante ao desafio que a Internet trouxe ao jornalismo tradicional. Às empresas, na busca de um novo modelo de negócio. Aos jornalistas profissionais, na criação de novas narrativas e novos formatos de recolha, produção e tratamento da informação em diferentes plataformas. A ambos, empresas e jornalistas, na capacidade de tirarem partido dos novos media e de uma até agora inédita centralidade dos cidadãos no processo noticioso.

Convictos de que a viabilização económica sustentável das empresas que apostam num jornalismo profissional de qualidade, credível e independente não pode ser alcançada sem sustentabilidade editorial, os abaixo-assinados apelam à administração do jornal “Público” que, no escrupuloso cumprimento da lei, procure superar as dificuldades em colaboração com os seus jornalistas e demais trabalhadores e não contra eles.

Os signatários

Maratona de cartas 2011

A Maratona de Cartas é o maior evento de Direitos Humanos e, este ano, realizar-se-á de 3 a 17 de Dezembro. Durante estes dias milhares de pessoas espalhadas pelo mundo terão a oportunidade de escrever cartas em prol de indivíduos e comunidades em risco. O objectivo é chamar a atenção para estes casos, o que poderá resultar numa melhoria das condições dos indivíduos e comunidades visadas.

No ano passado conseguimos aproximadamente 636.000 cartas em mais de 50 países. Este ano contamos com a sua ajuda para ultrapassar este número. Quantas mais cartas forem enviadas, maiores serão as possibilidades da melhoria das condições dos 5 casos que este ano iremos defender.

Você também pode organizar uma Maratona de Cartas
Poderá organizar uma Maratona de Cartas na sua escola, no seu local de emprego ou noutro local onde possa juntar pessoas que queiram participar neste tipo de actividades. Saiba como aqui.

O que é necessário
Necessitará das respectivas autorizações dos locais e de material, como uma mesa, computador (opcional), papel, envelopes, canetas e uma caixa para depositar o valor do selo (0,68€ para a Rússia e 0,80€ para os restantes países). Caso não seja possível recolher dinheiro suficiente para colocar as cartas no correio, poderá enviá-las para a Amnistia Internacional Portugal e nós encarregamo-nos delas.

Informação e divulgação
Pedimos que informe a Amnistia Internacional sobre o evento que pretende realizar, pois ajudaremos na divulgação através da nossa página e enviaremos os materiais para a Maratona. Os pedidos de material e de informação devem ser enviados para: a.monteiro@amnistia-internacional.pt

Pedimos também que nos envie (para o mesmo email) o documento do feedback da actividade (para contabilizarmos o total de cartas escritas em Portugal) e o documento com os contactos das pessoas que pretendem receber informações sobre a Amnistia Internacional Portugal. Poderá também partilhar connosco as fotografias do evento.

Saiba mais sobre como pode organizar a maratona de cartas.

Se não tiver a possibilidade de organizar uma Maratona de carta, poderá ser sempre assinar as cartas individualmente.

Sindicalistas gregos manifestam solidariedade frente à embaixada portuguesa em Atenas

E não se arranjou mais nada? Só os gregos? Cadê os italianos, os espanhóis…o proletariado global?

E com os indignados, alguém se solidarizou?

… e quebrando a regra de não destacar posts que me se dão dedicados, ouso agradecer o apoio do António, da Helena e do Paulo.

Do Algures no Nordeste:

Bombeiros…

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