Serviços Públicos


 

amanhã reabrirão os curros

 

 

Governo prepara encerramento de serviços públicos até ao final do ano

A Equipa de Assuntos do Território sugeriu ao executivo a substituição de vários serviços presenciais por serviços online

Continuo é a achar admirável a estupidez de quem quer fechar serviços, obrigando as pessoas a recorrer à net, o que implica que tenham ligação à banda larga e que ela funcione… Ora, por experiência de parte das férias no país real e profundo, o anúncio da cobertura quase total está profundamente exagerado…

E, pela mão e verbo de mais um secretário de Estado sobredotado em ideias criativas e modernas, sempre podemos recordar as nostálgicas carrinhas da Gulbenkian que traziam a cultura ao povo… nos anos 60 e 70…

De 15 em 15 dias… a Luz!!!

Uma das recomendações da equipa prende-se com a passagem de serviços que são hoje prestados presencialmente para a internet ou “em regime de ambulatório”. “O que importa é o serviço público de qualidade”, refere ao i o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio, que diz não se tratar apenas de encerramentos de serviços, mas de criar a possibilidade de em algumas zonas, de baixa densidade populacional, criar alguns que até agora não existiam. Por exemplo, com o fecho de escolas e de extensões de saúde em algumas aldeias do interior – o que levou à diminuição dos transportes colectivos – criou-se um problema de mobilidade para os idosos. Por isso, uma das recomendações da EAT é a criação de um projecto-piloto para a área da mobilidade que pode criar serviços de ambulatório: “Um serviço que vá ao encontro das pessoas, com um bom suporte tecnológico. Pode por exemplo equipar-se carrinhas que se desloquem às aldeias para certos serviços e as pessoas deixem de necessitar deslocar-se”, explica o secretário de Estado.

Ode à Mentira

Crueldades, prisões, perseguições, injustiças,
como sereis cruéis, como sereis injustas?
Quem torturais, quem perseguis,
quem esmagais vilmente em ferros que inventais,
apenas sendo vosso gemeria as dores
que ansiosamente ao vosso medo lembram
e ao vosso coração cardíaco constrangem.
Quem de vós morre, quem de por vós a vida
lhe vai sendo sugada a cada canto
dos gestos e palavras, nas esquinas
das ruas e dos montes e dos mares
da terra que marcais, matriculais, comprais,
vendeis, hipotecais, regais a sangue,
esses e os outros, que, de olhar à escuta
e de sorriso amargurado à beira de saber-vos,
vos contemplam como coisas óbvias,
fatais a vós que não a quem matais,
esses e os outros todos… – como sereis cruéis,
como sereis injustas, como sereis tão falsas?
Ferocidade, falsidade, injúria
são tudo quanto tendes, porque ainda é nosso
o coração que apavorado em vós soluça
a raiva ansiosa de esmagar as pedras
dessa encosta abrupta que desceis.
Ao fundo, a vida vos espera. Descereis ao fundo.
Hoje, amanhã, há séculos, daqui a séculos?
Descereis, descereis sempre, descereis.

[Jorge de Sena]

Portugal vai ter Observatório Nacional de Saúde Sexual

Um dicionário é um dicionáro.

Prenuncia-se um acordo, talvez com exemplos da AR?

Leituras que explicam o que eles andaram a ler… Há mais, mas com acesso reservado e não tenho para descarregar tudo o que gostaria…

New Public Management and Education

(…)

If only one element is to be pointed out as characterising the reforms, it would be marketisation. The administration of public services was now benchmarked against private business – power should be exercised by those who give the service; the consumer should have choice; the reason to exist should be determined by how well the organisation performs; there should be measures of performance and public accountability. These characteristics were based on certain theories: mainly public choice, transaction cost economics and principal–agent theory.

Promoting a Management Revolution in Public Education

(…)
Why hasn’t the quality of management and leadership risen to meet the challenges in public education? It has become clear that even as pressure for performance-based accountability increases, the development of managerial capacity in public school systems does not occur as a “natural” response. To be sure, some school districts have begun to develop the systems and capacities necessary to respond, but for the most part they are without the intellectual resources that business managers take for granted.
Private entrepreneurs have tried to fill this gap, but the supply of training and consulting doesn’t begin to meet the level of need. A contributing factor is that there is no body of management knowledge specific to this sector. When practitioners, many of whom are hungry to learn how to lead their districts to high performance, try to apply management practices from business, the environment is so different that it is almost impossible for them to translate the ideas into practice and they rapidly become discouraged.

The Impact of New Public Management on Quality and Equity: Preliminary results from educational reforms in Denmark

(…)

The study presented here is an attempt to shed some light on the outcome of NPM reforms in terms of quality and equity. Available data does not allow any firm conclusions, but in terms of quality, most results indicate that NPM lower student performance. Fortunately, though, it could be that this is because schools with low 15 performance are more inclined to use NPM instruments, and there are some indications that these schools are catching up over time. In terms of equity, the analysis is more unequivocal. All models show a significant positive correlation between NPM, SES and performance, meaning that at schools using NPM instruments, students’ social and economic background has more impact on their educational performance. Since NPM reforms do not promise to affect equity in any way, this result can hardly be explained away as a consequence of reverse causality, as in the case of quality.

New Public Management in the Field of Education: Linkages between Theory and Praxis in Italian Educational Leadership

(…)
The expression, New Public Management (NPM) is used to describe the managerial reforms of the public sector for the past two decades. NPM established itself as an international trend spreading itself as an international trend even in contnental European countries where adinistrative, institutional, and political systems differ from those of the Anglo-Saxon countries, where NPM found its origins.
The paper has discussed the contents of NPM, comparatively analyzing the evolutionary phases both generally and with specific regard to the education sector.
The supported thesis is that in the education sector, NPM cannot be considered a uniform, monolithic block, but is rather characterized by evolutionary stages that come from the conventional emphasis of the transfer of managerial, business-like practices (managerialism), to the introduction of quasi-market assets (marketization), up until the most recent paradigm of “public governance.”

Education Management Organisations and the Privatisation of Public Education: A Cross-National Comparison of the USA and Britain

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