Segurem-no Se Não Ainda Fica Mais Parado


… em nome da boa convivência e do não nos vamos chatear com isso que a vida é curta e nem ganhamos os subsídios? Como de costume, fazendo jus ao meu proverbial mau feitio e hábitos quezilentos, tolero menos estas coisas quando surgem de zés sindicais (parecem cogumelos, aparecem onde menos se espera), mesmo que sendo Ás.

O mais que consigo é virar as costas aos que só gostam de secretariar para meter no relatório.

E sim, este post é um desabafo em nome pessoal, que não carece de comentários.

Fenprof justifica baixa adesão à greve com ‘pressões e medos’

Ao contrário de tempos em que as pessoas faziam greve pela primeira vez, desta houve quem não fizesse pela primeira vez em décadas.

Mas continuem assim que desta vez ficarão sozinhos no vosso castelo…

Com jeitinho continuarão com o lugarzinho à mesa negocial e os cargos vitalícios longe das salas de aula.

E não vale a pena inventarem números como estes:

O sindicalista avançou, no entanto, que os números registados até ao final da manhã de hoje indicavam uma adesão à greve geral semelhante à da greve de 24 de Novembro, tanto no que diz respeito a professores, como a trabalhadores não docentes.

Na altura, a Fenprof apontava para uma adesão nas escolas entre os 60 e os 85 por cento.

No dia em que perceberem que a teoria do todos ao molho não funciona já será demasiado tarde. Aliás, já foi tarde.

Cavaco: «Portugal tem acordo de concertação de fazer inveja»

Cavaco: «Portugal é um destino de investimentos sofisticados»

De visita à Finlândia, PR aproveita pata construir «pontes» entre os dois países.

A sério… o que é que se passa com esta gente?

Mas há alguém que diga alguma coisa com sentido?

De cima abaixo, da esquerda à direita, o que aconteceu aos actores políticos? Ensandeceram todos?

Seguro diz que “não é o momento” para “desavenças” entre Presidência da República e Governo

Pessoalmente, prefiro as que usam o próprio corpo e pagam o anúncio ou recorrem aos classificados da imprensa diária.

Moeda de troca da meia hora foi a UGT estar disponível

«Economia não funciona mal por culpa da corrupção»

Pinto Monteiro defendeu que «nunca a corrupção foi tão detectada e investigada em Portugal».

Seguro concorda com ausência de tolerância de ponto no Natal e fim-de-ano

A abstenção violenta continua feroz.

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