Roleta Russa


Porque estavam 15 mil milhões da PT investidos no GES? Porque sim, disse Zeinal Bava

Reparem que o investimento era o dobro do que valeu a empresa ao ser vendida…

Grande garanhão da gestão este Zeinal… e a maioria dos deputados come, engole em seco e cala-se, porque lhe inveja a indemnização aos 40.

Espectacular a parte do “porquê?” e do “não disse nada” na Marina Mortágua.

Professores detectaram erro nos critérios de correcção do exame de Português

(…)

De acordo com a nova terminologia linguística, os actos ilocutórios dizem respeito às acções que se realizam através do simples facto de se dizer algo, numa determinada situação de comunicação, sob certas condições e com determinadas intenções, explicam as gramáticas. O acto ilocutório compromissivo tem como característica o facto de fazer recair sobre o locutor uma obrigação, o cumprimento de um determinado comportamento com o qual se compromete. No acto ilocutório assertivo o locutor afirma a existência de um determinado estado de coisas comprometendo-se com o valor de verdade incluído na sua asserção.

Isto é demasiada camioneta para a areia disponível.

O Iavé desconfirma e o seu dirigente máximo deve estar prestes a denunciar o lado lunar dos professores de Português que ousam detectar erros nas suas imaculadas provas.

Simulação concursal.

Se, e só se, PPC avançasse com a tolerância – caía o Carmo; assim, como não, caiu a Trindade.

Resumindo, cai sempre qualquer coisa. Desmorona-se.

Essa é que é a tradição.

Na página 11 do Expresso, alinham-se 12 nomes de gente ligada ao PS, PSD e CDS para possíveis lugares governamentais. Oito desses nomes são potenciais ministros das Finanças ou da Economia (um fartote de Daniel Bessa a Bagão Félix, passando por Catroga, Vitor Bento e o resto). Há um que não se percebe bem (Pires de Lima), um para ministro da Presidência (Miguel Macedo), um para a Cultura (Francisco José Viegas) e outro para a Educação e Cultura (Rui Ramos).

Nada para a Saúde, Justiça, Defesa, Negócios Estrangeiros…

Quanto à Educação, se a ideia é testar nomes, pela parte que me toca é melhor começarem com outras tentativas. Rui Ramos, sendo um nome potencial para a Cultura (mas eu acho que ele almeja algo mais vistoso, quiçá mais internacional…), seria um absoluto desastre para a Educação. Por uma razão simples: já escreveu a sua dose de disparates, em regra ideologicamente demasiado marcados por teorias aéreas, para ser sequer levado a sério. Tanto pelos negociadores profissionais como pelo pessoal ligado à terra. Portanto, façam o favor de passar aos nomes seguintes…