Questões De Protocolo


MCSilva

não estou convencido, isto tem que ser analisado pelos over and over.

Para minudências consta que há: a um deputado responde outro, ao líder de um partido responde outro ou o secretário geral do partido no poder, a um líder parlamentar responde outro, a um qualquer membro de um Conselho partidário responde o seu equivalente.

Ao que passa por ser o povo ou mesmo um grupo desse povo que transmite a soberania através do voto deveria responder quem foi eleito, não um qualquer relvas pelas vendas que o Estado faz de parte de si.

Já nem falo de sugestões de debandada porque isso, se existisse para além da formalidade, deveria ser o Presidente da República a colocar na ordem do dia. Mas se nem ao líder jardinesco…

… atendendo ao contexto de crise que até poderá desencorajar ainda mais o dispêndio com os métodos anticoiso?

É a seiva que anda fraca ou é mesmo a predisposição que anda menos viçosa?

Portugal é o segundo país do Mundo com menos nascimentos

Ok… é apenas racionalidade económica familiar. Um neo-neomaltusianismo.

Sócrates foi recusado duas vezes em Paris

Correio Indiscreto conta-lhe as peripécias de José Sócrates para ser aceite em universidade de Paris.

A licenciatura domingueira do ex-primeiro-ministro José Sócrates continua a dar que falar. Mas desta vez dá que falar em francês. Rima e é verdade: a entrada de Sócrates no Instituto de Estudos Políticos de Paris, mais conhecido como Sciences Po da Sorbonne, foi por duas vezes recusada. Isto porque o currículo académico em Engenharia não terá sido considerado à altura da instituição francesa, que tem todos os anos 35 mil candidatos para 3500 lugares.

À terceira lá foi aceite nos estudos de Filosofia, mas para isso teve de entrar em acção o diplomata Francisco Seixas da Costa, embaixador de Portugal na capital francesa, que mexeu e remexeu os cordelinhos necessários para permitir a entrada do ex-chefe de governo na universidade.

A Gentleman Never Arrives Empty-Handed

Além do convidado polémico da Síria, vão também estar presentes o embaixador do Zimbabué, em representação do ditador Mugabe, o príncipe saudita, cujo país invadiu o Bahrein para acabar com a revolta árabe e o rei Miswati King III da Suazilândia.

Estudo britânico avança que dizer palavrões alivia a dor

Expressão aumenta tolerância a estímulos dolorosos.

103 anos sem sexo explicam segredo da longevidade

Gladys Gough levou uma vida literalmente sem excessos. Além da ausência de sexo, diz que nunca bebeu, fumou nem tomou medicamentos.

Uma inglesa de 103 anos revelou que um dos segredos para a sua longevidade foi nunca ter feito sexo. Em declarações ao jornal “The Sun”, Gladys Gough confessou que ainda é virgem: “Eu nunca me casei nem tive namorados. Provavelmente, a minha longevidade tem algo a ver com isso”, disse.

um estado de excepções

E se fosse um professor? Ou uma ministra, acalentada por alguma reunião sindicóide?

Castelo Branco: Aluno detido na escola com pistola carregada

Eu cá aconselhava o advogado do imberbe a ter deixado de ser gay, pode ser que…

O advogado não, a desculpa.

… na Lapónia ou num qualquer Centro Comercial a abafar naquelas fatiotas, por favor, traz-me um magalhão para que possa ser feliz, ter sucesso educativo, poder andar a cavalo e na piscina sem problemas e, assim esteja em idade casadoira, arranjar um ruipedro ou um engenheiro domingueiro com quem me conubiar ou, no mínimo, amancebar, para assim me tornar excepcional aos cortes, défices e outras coisas terríveis que a crise lá fora nos impôs neste mundo cão onde só a certificação (horizontal?) nos garante uma vidinha mais desempoeirada de dificuldades e mais convergente com os padrões europeus, assim haja dinheirinho para ir para os alpes no verão e para uma isla doiradita no inverno.

Muit’agradecida.

Era criminoso para o nosso sistema público de ensino não ter feito nada para encerrar as escolas com menos de 20 alunos [e] é por isso que vamos continuar com esse esforço

 Chegam à escola já vindos de um recreio forçado, aparecem eléctricos na primeira aula, algo que irá ser reforçado no primeiro intervalo.  Mas o Ministério tem, em cada autocarro, um assessor de autocarros que toma notas.

Tanto que ao almoço não haverá filas disfuncionais, os grandes nunca deixarão os pequenos para últimos, a não ser que valha a pena bater mais.

A volta a casa será única todos os dias, é sabido aonde estarão as vítimas. E nós sabemos o quanto as crianças conseguem ser cruéis, apenas enquanto crianças; levadas sim, serão o que o sr. Sócrates pretende, o caos comunista.

Mas voltemos aos autocarros que levarão o futuro deste país à escola:

– Serão veículos devidamente seguros ou aqueles das autarquias?

– Haverá acompanhamento, além do do motorista da “cambra”?

– A Escola Segura estará em qualquer “paragem”?

Em suma, quem pagará pelo fiasco e pela dor, um tal de Sócrates que nunca cumpriu? Com nada, coisa nenhuma.

DN26Jul09c

Diário de Notícias, 26 de Julho de 2009

E ficamos a saber que (esta parte não vem no excerto disponibilizado online):

Pela parte de Maria de Lurdes Rodrigues, segundo os apontamentos que referiu ter realizado no seu caderno, esperava mais questões sobre o 1º e 2º ciclo e outras questões técnicas. O guião da entrevista nunca foi avançado à governante, apesar de ter sido solicitado um resumo dos tópicos por parte dos seus assessores.

Este esclarcimento por parte do entrevistador e até a preocupação em incluí-lo na peça é muito significativo. Tanto pelo que fica explícito, quanto pelo que se adivinha nas sombras.

A parte sobre as fotos é pura e simplesmente anedótica se nos lembrarmos do espectáculo ero-soft de há um ano.

José Sócrates: aposta na educação é um “esforço que transcende o Governo”

O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que o investimento na educação é uma prioridade no país, mas é um objectivo que “transcende o Governo” e deve contar com o apoio de todos.
Foi por esse motivo que José Sócrates afirma ter convidado o Presidente da República, Cavaco Silva, para participar hoje na inauguração de outras duas escolas que fizeram parte da fase piloto do programa de modernização escolar, que teve início em Julho de 2007. “O Presidente da República associa-se a esta inauguração para que fique bem patente que este esforço que se está a fazer transcende o Governo, é um esforço do Estado”, afirmou o primeiro-ministro.

Cá para mim, este tipo de declaração só se justifica pelo carácter algo anómalo que tem um Presidente da República andar integrado numa comitiva ministerial a visitar escolas e a validar políticas governamentais.

Para quem se parece preocupar tanto com formalismos legais e protocolares, não deixa de ser estranha esta inversão de papéis pois, por regra, os ministros integram comitivas presidenciais, não o contrário.