Questões De Chá


MCSilva

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Isto para o regresso é melhor ser chá…

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E é uma das poucas compensações no meio da insanidade.

Vê-los regressar, mesmo não existindo obrigação ou ligação formal.

O ocasional (mas tradicional) berro ou ríspido raspanete nunca foi perdido ou dado por prazer sem sentido.

Apenas lhes dou alguma liberdade, algo que nem toda a gente atinge, muito menos consegue replicar.

Em troca sempre pedi – apenas (?) – responsabilidade.

Parece que alguns desocupados encontraram ocupação.

Obrigado, pá!

Zita Seabra mais próxima do Opus Dei

(…)

Zita Seabra é admiradora de Josemaria Escrivá, o fundador do Opus Dei. Contactada pelo CM, não confirma nem desmente que faça parte da Prelatura da Igreja Católica: “Não falo sobre essas questões”, diz. Porém, fonte do Opus Dei responde que a antiga dirigente do PCP frequentou acções de formação da obra e “já esteve presente em comemorações do dia litúrgico do santo Josemaria Escrivá”, que se celebra a 26 de Junho.

… a engenharia financeira subjacente à construção de uma simples ponte, conseguiu explicar os mecanismos da dívida pública e da finança internacional mail’os mercados a um engenheiro diplomado?

Discussão gravíssima com Soares levou Sócrates a pedir ajuda externa

O antigo Presidente da República Mário Soares disse na noite de quinta-feira que José Sócrates acabou por ceder “à evidência” de ter de pedir ajuda externa, depois de com ele ter tido uma “gravíssima” discussão.

A ser isto verdade, ficaríamos perante algumas situações interessantes:

  • Uma discussão com Soares terá sido muito mais poderosa que todos os avisos e discursos de Cavaco Silva.
  • Sócrates terá governado (mal) até ao ponto a que Soares e os seus permitiram.
  • Os apoios presidenciais de Sócrates ganham uma esperada opacidade.

 

 

 

Para minudências consta que há: a um deputado responde outro, ao líder de um partido responde outro ou o secretário geral do partido no poder, a um líder parlamentar responde outro, a um qualquer membro de um Conselho partidário responde o seu equivalente.

Ao que passa por ser o povo ou mesmo um grupo desse povo que transmite a soberania através do voto deveria responder quem foi eleito, não um qualquer relvas pelas vendas que o Estado faz de parte de si.

Já nem falo de sugestões de debandada porque isso, se existisse para além da formalidade, deveria ser o Presidente da República a colocar na ordem do dia. Mas se nem ao líder jardinesco…

Excerto ouvido com estas órelhinhas que a terra há-de fazer o obséquio de poupar durante uns tempos, à porta de uma escola da qual saíam encarregadas de educação de uma reunião.

  • Diz a mamã um, com voz umas oitavas acima da média: Mas isso no Parque Eduardo VII é para comer no cu!
  • Responde a mamã dois, em tom mais normal, mas…: Sim, mas é só à noite.

O educando da segunda, observador, acenava a cabeça.

Confesso que não estou a contestar o rigor factual das afirmações, que nunca confirmei in vivo e muito menos in rigor mortis.

Apenas acho que, sei lá, este país já não se está a transformar num pântano. Apenas é o monturo de lixo que os indígenas do pântano colocaram do lado de fora por poluir o ambiente.

E a modos que é assim.

Sócrates foi recusado duas vezes em Paris

Correio Indiscreto conta-lhe as peripécias de José Sócrates para ser aceite em universidade de Paris.

A licenciatura domingueira do ex-primeiro-ministro José Sócrates continua a dar que falar. Mas desta vez dá que falar em francês. Rima e é verdade: a entrada de Sócrates no Instituto de Estudos Políticos de Paris, mais conhecido como Sciences Po da Sorbonne, foi por duas vezes recusada. Isto porque o currículo académico em Engenharia não terá sido considerado à altura da instituição francesa, que tem todos os anos 35 mil candidatos para 3500 lugares.

À terceira lá foi aceite nos estudos de Filosofia, mas para isso teve de entrar em acção o diplomata Francisco Seixas da Costa, embaixador de Portugal na capital francesa, que mexeu e remexeu os cordelinhos necessários para permitir a entrada do ex-chefe de governo na universidade.

A Gentleman Never Arrives Empty-Handed

Deputados do PSD denunciam desperdício de dinheiros públicos em escola com apenas uma turma

Os deputados do PSD por Viana do Castelo acusaram hoje a Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) de “desperdiçar dinheiros públicos” permitindo a uma escola de Monção funcionar com uma turma do sétimo ano.

Não acho estranha tanta preocupação. Só a acho escassa em outras matérias, outros locais, etc, etc…

Repartição pública, perto do final do horário de expediente. Um utente a ser atendido, outro à espera. Uma funcionária ocupada com aquele, outra aparentemente ocupada com algo, duas em amena cavaqueira.

Boa audição permite perceber que há um qualquer dilema com compras, feitas ou por fazer no fim de semana que acabou.

Olham de soslaio para o expectante utente, continuam na conversa, em tom mais baixo, mas solta-se um isto é assim, estamos com falta de pessoal.

Confesso, não sou criatura de impropério e vernáculo fácil.

Mas apeteceu-me.

A mim ainda acusou de fazer ciber-façanhas. Aos professores considera uma corporação que usa métodos terroristas e que qualquer mono chegava ao topo da carreira.

Mal por mal…

Ao menos percebe-se que há um padrão em Nogueira Leite.

A política dos insultos: Nogueira Leite chama “ciber-nabo” a José Lello

Estudo britânico avança que dizer palavrões alivia a dor

Expressão aumenta tolerância a estímulos dolorosos.

Bem… o PS tomou a decisão acertada de não fazer avançar o pomposo Ricardo (Mãos Leves) Rodrigues para porta-voz neste debate. À partida, uma boa notícia.

Mas só à partida…

Porque o substituto é um daqueles cromos para lamentar que cresceram na nossa vida política e parlamentar desde jovenzinho jota irritante, fracturante e carreirista, passando por estágio bem remunerado nas Europas como muleta do velho Soares, até chegar a esta figura chocarreira, mal educada, pretensamente giraço e engraçado, com um discurso e uma atitude profundamente lamentáveis. Nota-se que Sérgio Sousa Pinto está de bem com a sua vida e o seu ego.

O problema é quem tem de o ouvir  e ver.

Que o partido maioritário na Assembleia o designe para uma intervenção teoricamente de grande importância formal (mesmo sendo a moção o que se sabia) é um desrespeito para a inteligência dos portugueses, por muito escassa que seja.

Numa tarde sem grande rasgos, claramente a maior nódoa. Mas nada que não se esperasse, atendendo aos sinais anteriores de acelerada degenerescência.

… não dá para disfarçar a alegria.

Pronto, Buli, a tua é a mais… Enquanto o Jacques pensa que…

 

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