Quantos São?


… que ilustra bem isto.

Pouco mais de um ano depois de Francisco Louçã, João Semedo e José Manuel Pureza terem pedido a diluição das três correntes fundadoras (UDP, PSR e Política XXI) e a abertura a uma nova etapa com a tendência Socialismo, surgiu outra tendência no interior do partido e há já quem fala de duas UDP’s. A Esquerda Alternativa foi registada no BE há cerca de dois meses – pouco tempo antes das eleições europeias – e parte do impulso de Luís Fazenda, fundador do partido e principal rosto da UDP. Mas muitos simpatizantes da “velha” UDP não aderiram.

Para compreender esta agitação interna ajuda distinguir correntes fundadoras (UDP, PSR e Política XXI) das agora denominadas tendências. A UDP é considerada como a corrente que sempre teve maior peso interno e mais força na disputa pelos lugares de representação. E nunca aderiu à Socialismo. Mas foi no interior da própria UDP que começou a nascer uma divisão, que viria a culminar na criação da Esquerda Alternativa. Além de Luís Fazenda, integram-na também o líder parlamentar, Pedro Filipe Soares, as deputadas Helena Pinto e Mariana Aiveca – somando metade da bancada –, ou Joana Mortágua, da comissão política.

E nem sequer aqui se fala do MAS, dos que foram para os 3D e o Livre ao engano, do Oliveira que saiu cedinho para ficar na pole para o encostanço ao PS, etc, etc.

o gajo deve muitos vinte Euro!

 

Está gravado!

 

Gostava de saber como é que o nogas vai fazer greve aos exames, ele nem sequer é profe!

Quanto movimentos já existem para unir a esquerda?

Tantos quantos os necessários para assegurar quotas nessa mítica Esquerda Unida? Que em alguns fóruns faz lembrar uma “Nova República Velha”?

Em tempo, já assinei um Compromisso à Esquerda. Como o sarampo, só se apanha uma vez. Agora limito-me a observar, prescindindo com prazer de falar 3 minutos, no esforço para catapultar 3 ou 4 que querem aparecer como legitimados por qualquer coisa.

A desorientação que se apossou dos agentes provocadores alinhados com este governo na blogosfera atingiu um nível de ataque pessoal paralelo ao dos abrantes socratinos, não poupando nada, nem ninguém.

Tudo se agravou nas últimas semanas, quando o escrutínio sobre o discurso produzido pelo MEC começou a, aparentemente, causar estragos e produzir questões incómodas.

Já foi tentada a descredilização, agora passou-se para a intimidação… e olhem que eu ainda sei distinguir as coisas… não sou nenhum Santana Lopes…

É bom que se note que isto parte de quem há semanas antecipa conclusões de um estudo alegadamente em preparação pelo MEC. Até o desempenho escolar da minha filha é pasto para insinuações sobre favores:

Mas muito pior, é falar de co-pagamentos na Educação (á semelhança da Saúde). Sim. Será o fim do mundo, porque os rebentos de alguns (muitos) umbiguistas por “escassez de recursos económicos” (coitadinhos) fruem não só da dita Escola Pública de forma totalmente gratuita (paga por todos os contribuintes), como de tratamento VIP entre os camaradas de docência.
Isto é justo? Claro que SIM, para o Dr. Paulo e seus camaradas.

Tudo isto é abjecto e só pode sair de uma cabeça a caminho da senilidade ou de um crianço em busca de créditos para progressão no encostanço liberal ao Estado.

Ainda mais abjecto do que o comentário seguinte escrito por uma Rita Pereira, que também comentou como Luís Seruca e Pedro Castelo (podiam ter disfarçado nem melhor o rasto…):

Este Paulo Guinote parece a PIDE. Tudo o que sai da tutela ele sabe! Não tarda muito vou começar a falar de guinotadas que ele fazia na escola onde fomos colegas !!!! Se vocês imaginassem… eu vou contando !!!! Ai Paulinho Paulinho !!!! ai os telhados de vidro !!!!!

Deixo aqui apenas um aviso a quem (quiçá…) coordena isto: o que recebo ainda me chega para pagar a sopa de santola. 🙂

Ahhhhhhhhhhh… isto não é vitimização. É apenas a avisar…