Profissionalidade


Being a Teacher

More focus on personal professionalism

(…)

The teacher is a central factor in the quality of education and ranks highly on all (policy) agendas. Various initiatives are being taken to strengthen the professionalism of teachers. These measures are chiefly aimed at upgrading the status and respect enjoyed by the occupational group, and less at the attitude and practice of the individual teacher. The Education Council undertakes here to explore this personal professionalism of teachers.

Isto por cá seria impensável… o que interessa é amesquinhar em geral e no particular.

Seja por actos da desgovernação, seja pelo discurso das suas âncoras opinadoras em jornais e blogues blasfémicos.

Inévitablement (après l’école)

Sugestão do h5n1.

Porque não é com provas de acesso teóricas que se vai lá… (sugestão da A. C.)

Secret Teacher: we need to practice what we teach

We teach pupils to be self-sufficient go-getters, but we’re forced to toe the party line like over-qualified sheep.

Enhancing educational effectiveness through teachers’ professional development

“Lo dejo: trabajar hoy como profesor ya no tiene sentido”

Sempre é mesmo melhor emigrar, mas para os EUA e não como professor mas regressando às origens académicas. Afinal os historiadores estão em 7º lugar.

Afinal os professores estão em 127º lugar. Só para comparar, os directores de escolas estão em 48º lugar e os ajudantes de professores em 106º.

Doing the Math to Find the Good Jobs

Mathematicians Land Top Spot in New Ranking of Best and Worst Occupations in the U.S.

Agradecendo a referência ao João Esteves.

REFLEXÃO SOBRE PROFISSÃO DOCENTE (SER PROFESSOR, HOJE)

FUNCIONÁRIO OU PEDAGOGO?

Sou da opinião de que devemos encontrar tempos e espaços para reflexão conjunta, para que se faça o caminhos juntos em cooperação e não cada um para seu lado. Sou adepto da Cooperação (e do sporting) e adversário da Competição Profissional. Afnal de contas trabalhamos juntos e era bom que confrontássemos pontos de vista. Desse confronto nascerá alguma LUZ e mesmo que a Luz se apague, fica o conhecimento mútuo (entre pares) e o prazer da reflexão, que, no meu entender, é o nossso espaço de liberdade enquanto Professores de Filofofia.
Somos Professores, mas mais do que isso, Professores de FILOSOFIA. Se não for possível exercermos a nossa autonomia reflexiva (já nem digo opinativa ou valorativa), pelo menos poderemos falar uns com os outros.
Pena que já não haja tempo para falarmos sobre Filosofia, Padagogia… sobre os nossos alunos, as Didáticas, enfim essas coisas que são a essência da nossa Profissão. Sem isso vamos morrendo aos poucosserá a morte profissional e identitária do Professor de Filosofia. Morte lenta!
Em vez disso discutimos … aliás, tomamos conhecimento das normas, do que há a fazer, repetimos procedimentos, funcionamos à pressão, sob pressão, à pressa, sem tempo para pensar as coisas essenciais e corresponder ao que faz falta: ser  pedagogo! Ficamos pelo acessáorio, que a função administrativa nos obriga.
Dar opinião (fundamentada) e manter o espírito Crítico eram privilégios do Professor DE FILOSOFIA. Privilégios herdados de uma Formação científica. Sem isso pouco temos que nos caracterize ou especifique. Sem isso seremos meros repetidores. Perdemos a alma! Sem anima somos como todos os outros e até poderemos ser meros funcionários públicos (que somos) e lecionar outra Ciência qualquer. Para além de funcionários somos Profissionais da inteligência (racionalidade) e da reflexão. Ajudamos os jovens a pensar por si. Se o deixarmos de fazer nós próprios, o que poderemos fazer? Aliás, o que andamos nós a fazer?
Ser crítico nós sabemos o que é. Sabemos que se trata de construir. Aliás, descontruir para depois construir. Construir a nossa subjetividade. A tal sujectividade… digo, intersubjectividade, que Kant nos ensinou. Assim se constroi o filosofar!
Sem isso, somos nada!
A minha Formação como Orientador de Estágio (durante 8 anos com a Católica e com a Fac de Letras), a Acreditação cmo Formador da Formação Contínua (desde 1997), a experiência como Professor/Facilitador de Aprendizagens e a Investigação de que faço parte na Faculdade de Ciências dea Educação de Lisboa (Grupo de Estudos sobre Ética e Deontologia Docente), entre outras experiências internacionais, ensinaram-me o que é essencial nesta Profissão e o que deve caracterizar o Professor: profissional autónomo, reflexivo, Crítico e gestor de pessoas.
Não queria abdicar disto!
Isto é que dizem as investigações!
Isto é o que nos caracteriza como Funcionários da Educação.
Se perdermos isto, perdemos a identidade profissonal!
Atenção! Estamos a morrer, salvo, profissionalmente.
E isto aplica-se a todos os Professores, em particular aos Professores de Filosofia.
Estou cansado
Desculpem o longo desabafo!
Luís Manuel Mourinha

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