Portugal Ainda Existe?


Autarquias dão apoios ilegais a fundações e não são penalizadas por isso

Mas que câmaras foram?

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Que é reconduzir Portugal ao que era há 30 anos atrás, os heróicos tempos “pré-europeus”, pré-indy, pré-FSE e fundos prás ongues e tecnis manhosas, precisando apenas de perguntar ao actual PR como é que se regressa à ruralidade e ao mar depois dele, enquanto PM, ter ajudado a dizimar por completo essas actividades económicas.

Ahhhh…. voltar a 30 anos atrás (quiçá 50), só que sem escolas, correios ou polícia onde antes ainda existia alguma coisa, só que quem se lembra disso ainda leva com o anátema de “salazarista”, o que não deixa de ter a sua graça.

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Público, 31 de Janeiro de 2015

Wall Street Journal acusa Arnault de negociar empréstimo ao BES que gerou perdas para a Goldman Sachs

Director do JN ouvido numa audiência na PGR sobre contactos com Sócrates

SidonioPiolheira

O Século (1918)

É vê-los todos, em fileira encarneirada, com o argumento de que depois de exercerem o poder local ficaram a achar que o regional é o maior, do laranja Rio ao rosa Costa, passando pelo independente Moreira.

Portanto, depois da “municipalização” da Educação, Saúde e Segurança Social, deve seguir-se a regionalização do que sobrar.

Como nestas matérias sou assumidamente conservador, arcaico e obsoleto, apenas vejo a unidade nacional a ser esmifrada entre a perda de soberania nas suas funções mais centrais para a União Europeia e a fragmentação dos serviços públicos para municípios e regiões definidas à moda de um mapa do Estado Novo.

 

lembras-te da tua prenda do ano passado?

 

(e ao que parece ainda está por saber quanto recebeu o Jacinto Leite Capelo Rego)

Manuel Fernando Espírito Santo, antigo chairman da Rioforte, admitiu ter sido um dos cinco ramos da família Espírito Santo, em representação do clã Moniz Galvão, a receber uma comissão de um milhão de euros no negócio dos submarinos comprados pelo Estado português a um consórcio alemão. “Tivemos uma retribuição especial”, apelida o ex-administrador não executivo do BES.

O nosso PM é um pândego.

Disse ele que já não os há.

Que os há, há, só que nem sequer é possível ir chateá-los ao condomínio ou à ida para a missa.

E enquanto existirem mexias, percebe-se que o feriado de 1 de Dezembro não seja uma prioridade.

O eterno parente pobre da “rica” zona de Lisboa e Vale do Tejo.

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Expresso, 6 de Dezembro de 2014

… fica uma sensação de estranheza e tristeza por vermos gradeado, nem que seja preventivamente, quem conseguiu arrastar tanta gente no apoio a seis anos de desgoverno.

Da próxima vez, talvez já não estranhe, por ter entranhado que é a isto que estamos resumidos.

(e agora seguir-se-ão os imensos incidentes processuais esperados num casos destes, como bem sabemos e conhecemos, infelizmente, de já tantos outros… na TVI24 está a Marinha Pinta a perorar… phosga-se…)

… para cada estação, o que tem como consequência uma medíocre mediania.

 

Mas haverá quem diga que, pelo menos, as pessoas já não vão descalças.

A Justiça agora mora a quatro horas de viagem e é preciso partir de véspera

Os processos dos tribunais encerrados em Vila Real passaram para a capital do distrito, mas arguidos, vítimas e testemunhas não conseguem lá chegar. Para os julgamentos marcados de manhã, ou alugam um quarto num hotel para passar a noite anterior ou só chegam quando a sessão acabou.

… pela paternidade da ideia, pelo seu arranque, pelo maior número de encerramentos ou pela sua continuação, tudo em nome da “eficácia financeira da gestão” e de uma “modernidade” que reduz o país cada vez mais a estreitas faixas litorais e urbanas não despovoadas.

Na Visão de hoje surgem diversos mapas e tabelas com encerramentos diversos de serviços públicos ou que já o foram (caso dos CTT).

Acho que já sabem bem o quanto isto me revolta, pois eu acho que a “liberdade” de que tanto se fala começa pelo acesso universal dos cidadãos a serviços públicos de qualidade e de proximidade.

O resto é conversa da treta para pagar os bancos velhos e novos.

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Visão, 28 de Agosto de 2014

Até na mais discreta toalha, cai a nódoa da ganância.

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Público, 16 de Agosto de 2014

É isto o exemplo dado pelas empresas de “sucesso” do universo privado?

Ler estas coisas – e bem que elas estão liofilizadas pelo filtro de “atas” que raramente registam as coisas bem mais quentes – é a melhor forma de se perceber quantas mentiras nos foram ditas sobre a genialidade desta gente que salta de cargo em cargo, graças a golpes e negociatas dignas de gangues de um Padrinho IV.

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Expresso e Expresso-Economia, 15 de Agosto de 2014

… em matéria de língua portuguesa.

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E, pelo caminho, ficou também muita da credibilidade de Xanana Gusmão, que o levou pela mão para a sala, que dos nossos já pouco se esperava… muito menos que fizessem algo corajoso ao serem granadeirados ao vivo e a cores.

Isto vai para lá do obsceno.

O homem não ensandeceu, apenas absorve as ideias estúpidas de alguns cortesãos e depois faz de papagaio e sente que isso é ser inteligente.

“É caro e ineficiente” manter todos os serviços abertos no interior

Primeiro-ministro também deu conta da criação de campeonatos entre autarquias para receber fundos comunitários.

(…)

“Uma espécie de campeonato de municípios e de comunidades intermunicipais para poder absorver esses fundos. Não podemos pôr municípios de menor dimensão a competir com municípios de grande dimensão. Castelo de Paiva não pode competir com o município do Porto, evidentemente, mas por essa razão estamos a apontar para dois ou três campeonatos que sejam relativamente homogéneos para que os municípios possam competir por esses fundos”, explicou o primeiro-ministro.

Um relatório alemão sobre a política e a desgovernança em Portugal

O estado da maioria e o sucesso do chico-espertismo.

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Expresso, 12 de Abril de 2014

Três escolas podem fechar em Ferreira do Alentejo

Autarcas transmontanos contra encerramento de mais escolas

As nove autarquias da Comunidade Intermunicipal (CIM) de Trás-os-Montes divulgaram hoje uma posição conjunta em que se opõem ao encerramento de mais escolas numa região onde nos últimos anos fecharam mais de 300 estabelecimentos de ensino.

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