Por Amor da Santa!


Joana Amaral Dias sai do «Juntos Podemos» e cria o «Agir»

Um interessante mail do SPN sobre este tema: ADD – Mail do SPN.

Como uma ficção dá trabalho sem qualquer utilidade prática. Isto não é fazer mais com menos. É mesmo fazer mais para absolutamente nada.

Mas tomem lá as 2 ou 3 folhinhas, eu não me importo de ir actualizando o currículo.

É que eu estava mesmo convencido que só os psiquiatras podiam fazer tais diagnósticos e passar receitas. Afinal, são os educadores e professores…

(a menos que existam especialistas e profissionais de “saúde mental” que não façam o seu trabalho e receitem qualquer coisa que lhes peçam sem avaliarem devidamente a criança ou adolescente…)

Tenho de receitar-me qualquer coisa para não mandar estes tipos para um qualquer sítio esconso.

Álvaro Carvalho critica a existência de “crianças e adolescentes medicadas com metanfetaminas para supostas hiperatividades”, obtidas em “diagnósticos rápidos feitos por educadores, professores e pais” – quando “é natural que as crianças se mostrem instáveis em ambiente onde não se sentem bem” – contribuindo, muito provavelmente, para o significativo aumento de consumo do metilfenidato.

Sobre esta matéria, o relatório deixa no ar a questão: “será que esta fúria farmacoterapêutica está isenta de consequências no funcionamento mental futuro de quem é alvo passivo de decisões tão pouco prudentes?”.

Álvaro Carvalho considera que estas crianças e adolescentes têm um risco acrescido de desenvolver défices cognitivos ou doenças que possam aumentar a morbilidade e a mortalidade.

um tipo vai de fim-de-semana semear as nabiças e quando regressa – mudou tudo, só se aplaude em diferido: o fêquêpê perdeu, já não há secretário de estado e perdeu o fêquêpê!

 

 

O que fazia ali, em pleno primeiro plano, a madrinha?

Os valores da precipitação foram “superiores à média para esta altura do ano”?

A sério?

Câmara de Lisboa diz que não foi alertada para tanta chuva

E ficamos a perceber que os seus padrões de “qualidade” deixam muito a desejar.

Numa entrevista por escrito, Maria de Lurdes Rodrigues mantém que foi condenada sem provas, num processo que assume estar a sair-lhe caro financeiramente e do ponto de vista da imagem. Não se rende: vai contestar e manterá a agenda, que contempla um ciclo de conferências. E insiste que o trabalho pedido a João Pedroso, motivo do processo, tem “qualidade.

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