Pois É!


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Mais uma vez a Segurança Social não pia, permitindo a piação.

 

O mal está feito… agora, é divertida a forma encontrada para encontrar a solução, ou não. Acho mais que anda tudo no “ou não”. Com razão ou sem ela.

Compensar alunos sim, mas sem mais aulas por semana e fora das pausas lectivas

Por uns motivos ou por outros, docentes e especialistas nas áreas da Psicologia e da Educação consideram que não há maneira de resolver de forma completamente adequada os problemas provocados pelo atraso na colocação dos professores. Falam em soluções “menos más” e em “contenção de danos” e rejeitam uma overdose de aulas extra.

Claro que há soluções… o que neste momento não existe é boa vontade, embora exista muita prepotência a aparecer por aí.

… então seria de esperar que a experiência visasse concelhos com problemas evidentes ao nível do insucesso e abandono escolares, certo?

Errado!

Eu demonstro, com base nos dados de um estudo do Cesnova (Atlas da Educação), coordenado por David Justino e divulgado recentemente, exactamente sobre “Contextos sociais e locais de sucesso e insucesso” (atlas-da-educacao)

Vejamos os dados para o Ensino Básico, os primeiros 9 anos de escolaridade, de acordo com o Atlas.

Identificam-se 5 clusters com características específicas distintivas, sendo que o cluster 1 se distingue por um abandono escolar acima do esperado, o cluster 2 é marcado por um forte insucesso escolar, o cluster 3 por baixos níveis de retenção, o cluster 4 por um sucesso nos exames conseguido através de níveis elevados de retenção e o cluster 5 pelo sucesso escolar.

Perante este cenário… a que clusters deveriam pertencer os concelhos escolhidos para experiências destinadas a melhorar a situação escolar?

Clusters 1, 2 e 4, correcto?

Errado!

Os 9 concelhos identificados na peça do Público, nomeadamente os 3 que se afirma estarem mais entusiasmados com a ideia, estão TODOS nos outros clusters, o 3 e 5 que são os que apresentam cenários menos problemáticos e mais favoráveis.

Cluster3Cluster5

Melhorar a situação da Educação, elevando níveis de insucesso e combatendo o abandono escolar?

Não, obrigado… isso dá trabalho.

 

Paulownia Tomentosa. Diz que sim.

colocando em prática a gestão da ideia

Aceito que uma “entidade suprema e esclarecida” regule a Habilitação, acho estranho que idiotas a possam definir e  limitar. Disse – de praxis!

Insegurança?…

 

resolvia-se com uma pequena bosta.

 

Mas negam-nos o divertimento!

 

a plantar uma árvore só pode ser piada! Ele sabe que não será preso por isso… por proteger a Natureza no meio da praça.

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não vivessem os sindicóides de pizzas-fora-de-horas.

O pisco é meu amigo.

Amnésia socialista.

Alguém ri.

socrinhasalpha

porque a lei não me permite ter ZZZ.

XXX!

A jantar o que assassinei ontem.

Por onde andará o 25? Não procurei, nem nos hospitais que restam.

Quem poluiu, quem rasgou os meus lençóis de linho,
Onde esperei morrer, – meus tão castos lençóis?
Do meu jardim exíguo os altos girassóis
Quem foi que os arrancou e lançou ao caminho?

Quem quebrou (que furor cruel e simiesco!)
A mesa de eu cear, – tábua tosca, de pinho?
E me espalhou a lenha? E me entornou o vinho?
– Da minha vinha o vinho acidulado e fresco…

Ó minha pobre mãe!… Não te ergas mais da cova.
Olha a noite, olha o vento. Em ruína a casa nova…
Dos meus ossos o lume a extinguir-se breve.

Não venhas mais ao lar. Não vagabundes mais,
Alma da minha mãe… Não andes mais à neve,
De noite a mendigar às portas dos casais.

[Camilo Pessanha]

… mas desta vez, até que fez.

«Não podemos é jogar uma nuvem sobre todos porque tal como em todas as profissões há pessoas que levam o seu código de honra, conduta, dignidade de uma forma muito mais séria e profunda do que outras», referiu Mendes Bota.

Tomara que se lembrassem disso quando apresentam estudos e estatísticas sobre as outras profissões.

Se Ficar Órfão Profundo (m/f/g)?

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