Parecer


Um pouco mais fundamentado do que o da APH, mas com um erro básico no ponto 4, pois os conteúdos de Geografia não são leccionados apenas a abrir e fechar o programa. Um pouco mais de atenção aos conteúdos relativos a outros temas do 5º e 6º anjo, em que a integração da História e Geografia se faz de uma forma não estanque seria muito aconselhável.

Anexo: parecer APG metas curriculares_2 ciclo.

Nota-se uma maior cuidado. Pois… nota-se que alguém lecciona o 3º ciclo.

Por ser mais longo, fica em anexo: Metas Curriculares-Parecer-APH-Marco13.

A mim parece-me curto. Apressado. Displicente. Afinal… é o 2º ciclo, não interessa muito, certo?

Metas Curriculares de História e Geografia de Portugal (5º e 6º anos) – Apreciação crítica da Associação de Professores de História à proposta em discussão pública

 

O documento apresentado é uma versão simplificada do Plano de Organização do ensino-Aprendizagem, datado de 1991.

A carga horária da disciplina de História e Geografia de Portugal alterou-se com a última revisão curricular em muitas escolas. Era, com efeito, de 90 minutos + 45 minutos. Mas, infelizmente, várias foram as escolas que de uma forma incompreensível optaram por atribuir 45 minutos a Inglês e, por isso, História e Geografia de Portugal passou a dispor apenas de 90 minutos semanais.

 A extensão programática (que permanece na proposta) parece ser um entrave à aplicação/concretização com sucesso destas metas;

É evidente a mudança de terminologia mas não houve uma alteração de conjunto que vise a boa e efetiva melhoria da lecionação da disciplina de História e Geografia de Portugal;

A definição dos descritores, por vezes complexa, nem sempre se adequa à faixa etária a que se destina. É preciso não esquecer que a adaptação da maioria das crianças ao 5º ano de escolaridade não é fácil, uma vez que o sistema de ensino no ciclo anterior é baseado na monodocência;

Há alguma ambição no tratamento de alguns temas, nomeadamente o 2.5 (p. 9): “Reconhecer as interações (religiosas, culturais, militares e políticas) entre o mundo muçulmano e o mundo cristão na Península Ibérica, salientando a resistência e “reconquista” e a cooperação entre as duas civilizações”; 1.3 (p. 10): “Relacionar os avanços e recuos da “reconquista” cristã (e o agudizar do conflito) com as Cruzadas à Terra Santa e com a unidade ou desunião dos muçulmanos”; 1.4 (p. 10): “Reconhecer a permanência de muçulmanos nos reinos cristãos e de cristãos na zona muçulmana, salientando o aumento das perseguições, conversões forçadas e escravatura em épocas de conflito”; 3.1. (p. 20): “Enumerar medidas tomadas ao nível do ensino, destacando os seus objetivos e limites, por comparação à realidade atual”

A Direção da Associação de Professores de História

21 de Março de 2013

Vinculação Extraordinária de Professores

Pró-Ordem reúne no MEC na próxima segunda-feira

A PRÓ-ORDEM reúne na próxima segunda-feira (05.12.2012) no Ministério da Educação e Ciência (MEC), mais uma vez, para continuar a «Análise da proposta de Diploma de Concurso de Vinculação Extraordinária» (termos usados na respetiva convocatória).

A Pró-Ordem sempre contestou a precariedade laboral dos docentes contratados por entender daí resultarem prejuízos para os próprios e para a Profissão Docente.

Em audiências que tivemos, ao longo dos anos, em sede de Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República sempre tentámos sensibilizar os seus membros para que se encontrasse uma solução para esta matéria, razão pela qual saudámos as suas sucessivas Resoluções nesse sentido, Resoluções nº 35 e 37 de 2010 e Resolução nº 4/2012, já do corrente ano, pois consideramos indispensável a vinculação dos Colegas Contratados.

Na reunião havida no MEC, no pretérito dia 26 de outubro, a Pró-Ordem propôs formalmente que o Projeto “sub judice” abrangesse todos os docentes contratados com mais de 3 anos de serviço, de modo a plasmar aquilo que resulta do Direito do Trabalho; chamámos à colação a Diretiva Comunitária 1999/70/CE, de 26 de junho, valorada pela Provedoria de Justiça, bem como o Art. 103º do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, mas foi-nos respondido não ser esta a perspetiva do Ministério.

Nesta mesma reunião também requeremos que (nos termos do nº 3, do Art. 3º, da Lei nº 23/98) nos fossem facultados os estudos técnicos, realizados pelos departamentos de planeamento e prospetiva do MEC, sobre o número de docentes que, por Grupo de Recrutamento, reúne os requisitos para efetivação, nos termos do presente projeto em negociação sindical. Porém, até à data, nada recebemos da comissão negociadora.

Ainda nesta sede, alertámos para a eventualidade de, caso não sejam acautelados todos os interesses em presença, no mecanismo do concurso e na respetiva plataforma informática, poderem vir a existir “ultrapassagens”que poderia dar lugar a uma “guerra” judicial da parte dos contra-interessados.

Assim,

verifica-se que aquilo que o MEC propõe – mesmo nas condições restritivas e cumulativas impostas – é apenas um contingente/dotação global de vagas, obrigando os candidatos a concorrer “às cegas” e que poderá ter como consequência permanecerem durante muitos anos em mobilidade permanente em todo o território continental.

Deste modo, a não serem introduzidas alterações significativas neste “desenho” de concurso extraordinário, faz com que no essencial tudo fique mais ou menos na mesma.

Em conclusão, como o vínculo será garantido apenas a quem obtenha vaga (e se estas forem apenas “meia dúzia”, expressão que já utilizámos anteriormente, sobre este assunto) e não a todos os que reúnam os requisitos do Direito do Trabalho, o resultado, “de facto”, é o que aconteceria se não existisse este concurso extraordinário, mas sim o concurso geral previsto para 2013.

Pelo que, a Pró-Ordem reivindica que se proceda a um completo levantamento das necessidades permanentes do sistema educativo, sem esquecer as AECs, as escolas TEIP e os milhares de docentes que se aposentaram nos últimos anos, e que todas essas vagas sejam colocadas a concurso já em 2013.

A Direção

Fica aqui documento final: Parecer FINAL – Metas Curriculares EV e ET – APEVT.

Mas é verdade que é curtinho e demonstra pouco… e assim até o presidente do Conselho de Escolas foi agregado… neste caso constituindo-se uma agrupamento curioso nas caracteristicas das partes…

Parecer sobre a eventual agregação da ESJGF

Escola Secundária José Gomes Ferreira

No passado dia 27 de abril, o Conselho Geral da ESJGF emitiu o seguinte parecer.

Parecer do Conselho Geral da Escola Secundária José Gomes Ferreira

Considerando:
● as características do território educativo de Benfica;
● o total de alunos que frequentam o ensino oficial não superior (por somatório do número de
alunos dos agrupamentos existentes e da Escola Secundária de José Gomes Ferreira, cerca de
quatro mil e duzentos);
● que esse número ultrapassa em muito o razoável para garantir a coerência do projeto educativo e a qualidade pedagógica das escolas;

é parecer do Conselho Geral, reunido a vinte e sete de abril de dois mil e doze, que a Escola Secundária José Gomes Ferreira deverá manter a sua identidade própria, conservando o seu projeto educativo, comprometendo-se embora a colaborar em parcerias, sempre que se julguem necessárias, com a agregação que vier a ser constituída no território educativo de Benfica, de forma a assegurar os princípios gerais, critérios e requisitos do Despacho n.º 5634-F/2012.

Pelo Conselho Geral,
O Presidente

Mail enviado em primeiro lugar para a APH e GAVE, com autorização para reprodução aqui

Bom dia
Chamo-me Tiago Tadeu, sou professor de História e não sou sócio da APH. Junto vos envio o meu parecer sobre o exame e critérios de correcção de História A da 2ª fase, pois não me revejo nas vossas análises que considero pouco objectivas e por vezes deslocadas da realidade que é leccionar o 12ª ano de escolaridade. Aproveito para vos chamar a atenção para o “case study” que são a SPM, APM e a APP. Estas debruçaram-se afincadamente sobre as questões, que no seu entender, afectavam as suas disciplinas e a verdade é que obtiveram algumas conquistas. Nomeadamente o apoio da opinião pública e o aumento da sua já elevada carga horária.
Agora eu pergunto-me onde está a acção da APH? Já se interrogaram sobre a diminuição do número dos vossos associados?
Sei que a acção da associação não se deve remeter à análise dos exames nacionais, contudo é aqui que a visibilidade pode e deve ser alcançada.

Faço votos para que haja uma mudança no rumo da associação de modo a chamar a atenção da sociedade portuguesa para a importância da História enquanto disciplina nuclear da formação dos cidadãos.

Tiago Tadeu

Anexo: O meu parecer sobre o exame de História A

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