Os Rácios


CNEDoc2PubPrivOra, ora…os rácios são mais baixos em todos os níveis de escolaridade no ensino privado, sendo essa diferença mais notória a parte do 3º ciclo.

Informação relevante para totós blasfemos (tipo cunha&miranda) e economistas insurgentes, em geral e particular.

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Estes Noruegueses São Loucos – 4

hic et nunc

… anteontem à noite na SIC.

Afinal não existe um psicólogo para 2000 alunos, mas sim para 4000 como se explica hoje no Público.

Pub14Set13

O maior lamento é que os problemas que identifiquei são a duplicar e só alguém sem qualquer conhecimento do quotidiano das escolas pode achar que isto é justificável ou que o trabalho dos psicólogos escolares e equipas de Educação Especial não precisam de uma continuidade ainda maior do que a dos professores regulares.

Isto é uma absoluta vergonha, até porque continuam vagas e vagas por preencher, resultado directo das necessidades DOS ALUNOS e não inventadas pelas escolas como parece ser crença dos homens de cinzento.

Repare-se como o rácio alunos/professor é muito parecido entre o ensino público e o privado independente. Repare-se que a maior diferença acontece no 2º ciclo e está longe de ser abissal.

Já no caso do privado subsidiodependente, o rácio transfigura-se e torna-se muito mais flexível, com mais alunos por professor.

Deixo à vossa “imaginação” a explicação para tal facto.

Assim como as conclusões que se podem tirar das semelhanças neste aspecto entre ensino público e privado a sério e as diferenças de ambos em relação ao privado encostado ao Estado.

PerfilDocente2012Racio

Útil consultar o capítulo todo, até por causa dos quadros… assim como se deve ter em atenção a explicação dada para os dados comparados de França e Espanha, pois para Portugal a explicação também é parcialmente válida.

Só que explicar isto a especialistas, habituados a médias apenas com duas parcelas é complicado.

RacioDimTurma

Não sei.

Depende.

Depende da engenharia curricular e dos mercados educacionais criados.

Alguém se preocupou em ir em busca do rácio de alunos por professor de Matemática, Inglês ou História? Alguém aprofunda a análise para além dos quadros da OCDE, mastigados a partir do que é servido a partir de um MEC que depois diz não ter os dados para consumo informativo interno? Que os cede por favor ou em busca de favores?

Será que quem escreve e fala sobre isto não entende que dentro de “professores” se escondem muitas assimetrias e que decisões aparentemente mínimas, por vezes em resultado de incompetência em outras de interesses ocultos e compadrios, como mais ou menos uma hora semanal de uma disciplina podem ter influências profundamente gravosas em centenas ou milhares de vidas profissionais, pessoais e familiares?

É isso que falta aos senhores das médias de gabinete ou redacção.

Não perceberem que uma simples unidade se pode multiplicar por milhares.

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