Organizações


Comunidade educativa anuncia Marcha Nacional pela Qualidade da Educação e em Defesa da Escola Pública

Organizações signatárias:

FENPROF (Federação Nacional dos Professores), ASPL (Associação Sindical de Professores Licenciados), FENEI (Federação Nacional do Ensino e Investigação), PRÓ-ORDEM (Associação Sindical dos Professores Pró-Ordem), SEPLEU (Sindicato dos Professores e Educadores Licenciados pelas Escolas Superiores de Educação e Universidades), SINAPE (Sindicato Nacional dos Profissionais de Educação), SIPE (Sindicato Independente de Professores e Educadores), SIPPEB (Sindicato dos Professores do Pré-Escolar e do Ensino Básico), SPLIU (Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades), CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais), CNIPE (Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação), DNAEESB (Delegação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Secundário e Básico), FNSFP (Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública), SIEE (Sindicato dos Inspectores da Educação e do Ensino), SNP (Sindicato Nacional dos Psicólogos), STAL (Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local).

Guardarei comentários acerca deste elenco para posterior ocasião. Porque neste momento era capaz de imperar a aspereza, pois há os que valem pouco mais do que nada, para além da sigma e outros que apenas aparecem para se encavalitar e baterão em retirada ao primeiro tiro.

Não intento através do facto Madail, mas sucederá como o Couto.

Digo, todos os falsos líderes cercearão o bigode. Para não serem mais caquéticos do que são.

Nogueira colocará menos botox nos dentes.

É uma coreografia venal e as Venais a defenderão.

Embora já seja de 1998, sempre é da Harvard Business Review:

Six dangerous myths about pay

(…)
Many organizations devote enormous amounts of time and energy to their pay systems, but people, from senior managers to hourly workers, remain unhappy with them.
Organizations are trapped in unproductive ways of approaching pay, which they find difficult to escape. The reason, I would suggest, is that people are afraid to challenge the myths about compensation. It’s easier and less controversial to see what everyone else is doing and then to do the same. In fact, when I talk to executives at companies about installing pay systems that actually work, I usually hear, “But that’s different from what most other companies are saying and doing.”
It must certainly be the case that a company cannot earn “abnormal” returns by following the crowd. That’s true about marketplace strategies, and it’s true about compensation. Companies that are truly exceptional are not trapped by convention but instead see and pursue a better business model.
Companies that have successfully transcended the myths about pay know that pay cannot substitute for a working environment high on trust, fun, and meaningful work. They also know that it is more important to worry about what people do than what they cost, and that zero-sum pay plans can set off internal competition that makes learning from others, teamwork, and cross-functional cooperation a dream rather than the way the place works on an everyday basis.
There is an interesting paradox in achieving high organizational performance through innovative pay practices–if it were easy to do, it wouldn’t provide as much competitive leverage as it actually does. So while I can review the logic and evidence and offer some alternative ways of thinking about pay, it is the job of leaders to exercise both the judgment and the courage necessary to break with common practice. Those who do will develop organizations in which pay practices actually contribute rather than detract from building high-performance management systems. Those who are stuck in the past are probably doomed to endless tinkering with pay; at the end of the day, they won’t have accomplished much, but they will have expended a lot of time and money doing it.

Porque nem só o Trabalhador da Silva pode citar a esmo:

Situamo-nos pois numa linha de pensamento que considera o grupo social como um organismo vivo, dotado de projectos próprios, concebidos pelos seus membros que articulam as suas expectativas pessoais com as que o organismo a que pertencem lhes transmite. Parece-nos que é a partir de uma interacção entre as pulsões individuais (que comportam as forças regeneradoras da evolução social) e a sua integração, aceite pelo grupo, que se define o processo evolutivo de cada organismo. Se este é capaz de transmitir um ritmo adequado ao ritmo evolutivo individual, o homem sente-se como membro interveniente e respeitado na sua individualidade global, ao mesmo tempo que é capaz de realizar o seu próprio percurso evoluytivo no seio do organismo. Se, de uma ou outra maneira, o ritmo se materializa numa organização rígida, através de relações hierarquizadas, o homem, frustrado nas suas expectativas iniciais, e sem resposta para as suas necessidades evolutivasm acaba no pior dos casos por perder a consciência da sua individualidade, prisioneiro de um ritmo que lhe é estranho, vítima do efeito sufocante das forças organizadoras dominantes: “a actividade burocrática não transforma: controla a transformação”. (Leonor Arroio Malik, Será a Escola Facilitadora de Aprendizagens?. Lisboa: Fund. Caloustre Gulbenkian, 2003, p. 66)

Interessante tese de mestrado feita ainda no contexto do anterior decreto-lei 115/98, numa perspectiva de case-study da participação parental numa escola do 1º CEB. São interessantes as conclusões muito críticas que revelam até que ponto um regime jurídico formal de autonomia pode conduzir a fenómenos de recentralização administrativa.

Nada que não adivinhe ser a conclusão de teses de mestrado a realizar aí por 2015.

Texto completo: partorgpais.

Espreitar o Anovis Anophelis do Francisco Trindade.

No próximo Sábado, 17 de Maio, vai realizar-se uma Assembleia-Geral da APEDE, Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino, na Escola Secundária Raul Proença, Caldas da Rainha, pelas 10.30h. Nessa reunião vamos votar os estatutos e os órgãos sociais da Associação. Para além disso, iremos também discutir um programa de acção que permita organizar a resistência às políticas ministeriais no próximo ano lectivo.

·      Contra este modelo de avaliação de professores

·      Contra o Estatuto da Carreira Docente

·      Contra o novo modelo de administração escolar

A presença de todos é fundamental. Não nos podemos resignar perante o cenário criado pelo acordo entre os sindicatos e o Ministério. É o futuro do ensino e da escola pública deste país que está em causa. Contamos, pois, com a participação de todos os que continuam a rever-se no projecto da nossa Associação.

Pela Comissão Instaladora da APEDE

António Ferreira

Fátima Gomes

Francisco Trindade

Isabel Parente

José Manuel Filipe

Manuel Cardoso

Mário Machaqueiro

Nelson Lopes

Ricardo Silva

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