Olhó Meu!


Mas, depois, são estas criaturas que dizem que vivem no sector privado e que eles é que deveriam ser um exemplo, como empreendedores e coiso e tal.

A verdade é a mama do Estado é muito mais generosa para eles do que para quem recebe pouco mais de 4 euros de subsídio de almoço mas quem apesar disso, é apresentado à opinião pública como tendo imensos privilégios.

O almoço desta malta pagaria os subsídios de almoço de todo um agrupamento de escolas de dimensão média, professores e funcionários incluídos.

Pub31Ago14

Público, 31 de Agosto de 2014

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Se eu não posso, ou devo, escolher os meus alunos e devo motivar todos os que me aparecem para as aprendizagens, sendo essa uma das medidas possíveis para reconhecer um bom professor, porque será que as lideranças escolares precisam de seleccionar todos os seus professores para apresentarem um bom trabalho, meu caro David Justino?

Não será que a boa liderança é aquela que sabe como utilizar os recursos humanos do que dispõe?

Até porque, como é óbvio, depois de uns quantos escolherem, há quem fique sem hipótese de escolher…

Quando os administradores da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) terminarem funções podem receber, mensalmente, durante dois anos, dois terços do salário que auferiam quando estavam na administração desta entidade, estabelecem os novos estatutos do regulador.

E isto é só o que se sabe, não há cá caducidades nem sindicatos a mamar nas sobras.

Art. 17.º Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis.

Reparem quem era ministro das Finanças…

Quem irá agora invocar a herança de Sá Carneiro?

O problema são os sonsos, o(a)s songamongas, as starlettes, os xalentes e os bobbys. Que podem acumular entre si. E ainda os ecos.

Pedro Santos Guerreiro no Jornal de Negócios quando quer e sabe do que escreve… é cirúrgico:

O albergue espanhol

António Nogueira Leite não vai sentir falta de escrever para o blogue “Albergue Espanhol”. Porque acaba de entrar num. A administração da Caixa é uma combinação, explosiva e imprudente, de cabeças de cartaz.

A nomeação da administração da CGD é muitas vezes o teste do ácido de um governo estreante. Para medir a sua partidarização. Para contar os “boys”. Neste caso, isso é até o menos. O mais é a falta de experiência e os conflitos de interesses.

Estado gasta menos 2,6% com salários em Janeiro

Onde param os outros 2,4%, sendo que a maioria das pessoas que conheço (professores e não só) levaram com cortes de 3,5% para cima?

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