Observatórios


 

quarenta e um milhões

 

 

 

 O bloco está mais tecnológico, mais miniaturizado…

 

Concorrência desleal, o Benfas provocou mais uma manifestação espontânea.

 

sociais passam o tempo a inflamar-se, ainda se habilitam a arder(rem-se)…

Os profetas fundadores de religiões partidos adoram veneram os estados ditos laicos.

 

E dá mais, até os descrentes pagam.

Villas-Boas se deu mal pela ausência de fruta garantida.

 

Por isso, as gravações?

 

 

 

… Pontal.

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Foi aborrecido termos tido cá os credores do d’armani e socas.

Tenho-me esquecido de perguntar como vão as vitórias…

Terão levado bigode?

Marcianos despenham-se em Marte.

… se, como nós, tivessem cento e cinquenta mil cabras… Vá lá, cento e quarenta mil e oitocentas e catorze, que é um gosto ver os técnicos a contar: – vai ali uma, aponta no canhenho!… Como? Faz duzentos tracinhos.

Seria mais credível se o ar condicionado estivesse avariado no bar de serviço.

Carvalho da Silva vai observar a crise

O ex-líder da CGTP vai coordenar o Observatório sobre Crises e Alternativas, uma iniciativa do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e a Organização Internacional do Trabalho. O objetivo é “acompanhar o desenvolvimento da crise nas suas várias dimensões e manifestações em Portugal”.

O Observatório é lançado no dia 16, em Lisboa, com Boaventura Sousa Santos, Carvalho da Silva e Raymond Torres, do grupo de estudos da OIT. Na altura será apresentado o “Dicionário da Crise”, com mais de 200 palavras-chave. (Expresso, 6 de Abril de 2012, p. 36, sem link)

  • Primeiros: não gosto de quem ganha, nem que seja em pequena parte, a sua vida a observar a crise dos outros.
  • Segundos: se o centro de estudos é em Coimbra porque fazem o lançamento em Lisboa? Antes Porto Alegre com uma feijoada e a Dilma Botox como convidada.
  • Terceiros: como sou muito esquisito nestas coisas, Carvalho da Silva começou a perder o meu eventual voto nas próximas presidenciais.

Por um pequeno estudo de base municipal que fiz há meses, a qualidade dos dados lançados pelas escolas é, na melhor das hipóteses, é muito lacunar. Se formos mauzinhos, aquilo de pouco serve, pois cada escola e/ou agrupamento lança o que lhe parece que…

Deveria ser tudo, mas por tudo já aprendi que se entende muita coisa… ou pouca, é conforme.

“Neste momento não estamos a tratar os dados relativamente aos episódios de violência em meio escolar, porque o Governo ainda não nos disse nada”, adiantou ao PÚBLICO João Sebastião, sociólogo e coordenador daquele organismo criado em 2005, no âmbito de uma linha de investigação que resultou na criação da plataforma electrónica a que as escolas recorrem sempre que é preciso dar conta de episódios de violência entre os alunos. “É um sistema online onde as escolas continuam a registar os dados. Agora se seremos nós ou se serão outros ou se não será ninguém a fazer o tratamento destes dados, é algo que não sabemos”, acrescenta o sociólogo.

 

zé das socas abaixo dos 30%. Não sei o que diz a bola, mas cada um vê o que quer.

… apareceu?

“É uma vergonha, o INEM ainda nem apareceu”,  refere Mahomed Maoh Meh. Outro vizinho, Al Socrh Gehadhas, considera que “ele até era um terrorista perfeitamente normal, nunca notámos nada”. Segundo Janasiuh Abu Msth, “ele queria era ser professor, tinha um colégio privado e essas coisas”. Todos são unânimes em afirmar que o terrorismo está em crise, “acabaram com o PEC 4, aí a gente recebia alguma coisa”.

[Correioh dha Maatinah]

Portugal vai ter Observatório Nacional de Saúde Sexual

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