Matéria interessante de debater.

Não é bem a mesma coisa, como sabemos.

Muito tempo, pouco tempo?

E o quality time? Ninguém o define?

Entre nós, parece que se confundem e baralham coisas diversas e se acha que fazer mais do mesmo é fazer melhor.

Eu prefiro (no geral, esse sempre presente) aulas mais curtas do que 90 minutos, que permitam abordar um tema, de modo claro e conciso, sem cair na erosão do tempo e no esgotamento que leva ao tédio.

Acredito que em algumas actividades, à medida que se chega ou avança pelo Secundário, o tempo longo dê resultados, mas eu sou um daqueles que acreditam na teoria (os ortodoxos chamam-lhe “lei”, um exagero) dos rendimentos decrescentes, pois há unidades de trabalho/esforço que não servem para grande coisa.