O Processo Chitas


mas a meio da ponte.

Quais medievos de riste em lança!

 

 

Onde é que eu tinha a mente quando encomendei um termómetro para 500 graus celsius no ebay?

Em alemão?

 

 

Chegou hoje, por correio, à minha escola, como as restantes comunicações do Tribunal, porque o senhor assistente achou por bem não usar a morada do meu domicílio, embora esteja disponível sem qualquer tipo de confidencialidade.

Já tinha conhecimento do sentido da decisão, mas a forma e o conteúdo são especialmente animadores para quem ainda acha que vale a pena acreditar em alguma coisa.

O meu lamento e compreensão para todos aqueles que, quase sempre na sombra, faziam força para que acontecesse outra coisa. Sorry, suckers!

… a leitura da decisão do juiz de instrução sobre se o processo Chitas vai mesmo a julgamento ou se fica arquivado para sempre no limbo da má memória.

Por diversos afazeres e compromissos não pude ir ao Tribunal de Oeiras e vou estar a maior parte do dia sem possibilidade de blogar, pelo que nem sei quando tomarei conhecimento da decisão.

Neste momento, já quase (quase!) tanto me faz, porque acho tudo isto demasiado anedótico perante o que se passa no país, estarmos a discutir judicialmente se eu posso ter ou não opinião sobre algo que julgo ter demonstrado de forma evidente, sendo que a evidência até ia para além da necessidade de demonstração.

De qualquer modo, comemorarei, pois ou fico livre daquilo ou terei hipótese de ver em Tribunal algumas pessoas que não gostam de mim e a quem correspondo, numa perspectiva do equilíbrio dos afectos, da mesma forma.

A decisão sobre o debate instrutório do processo chitas.

Até que acho bem. Há assuntos sério a tratar pela Justiça. processos por egos ofendidos devem ir para o fim da lista.

Porque catorze parece curto.

Estarei por fora. Se chegar alguma coisa por fax, avisem-me ó faxavor.

Página seguinte »