O Portugal De Sucesso


Um dos faróis do empreendedorismo nacional lá se foi apagando.

Deu prémios, não sei se deu comendas, mas tem todo o ar disso.

E quantas vezes nos esfregaram na cara com um “sucesso” que, em boa verdade, não durou nem um punhado de anos, em grande parte graças ao hype mediático?

Ydreams. Dívidas de €18 milhões e com administrador judicial

A Ydreams solicitou um plano de revitalização especial junto do Tribunal do Barreiro para evitar a insolvência. Foram identificados 180 credores. O Novo Banco é o maior credor, com 7,75 milhões de euros.

mas a meio da ponte.

Quais medievos de riste em lança!

 

Porque é muito difícil que não saiba…

Investigação i: Ricardo Salgado. “Há uma parte que teve de ser entregue a alguém”

Jaime Ramos vende prédios à Fundação PSD de que é administrador

É a governação com “rosto humano” de que o Papa madeirense ontem falava na revista do Expresso.

E haverá imbecis que ain da aplaudem, não percebendo que há estradas em que é melhor não ter companheiros de ocasião.

Mas aposta-se singelo contra decuplicado em como haverá apenas os bodes sacrificiais necessários e indispensáveis para encobrir tudo o mais.

Duarte Lima foi o primeiro a denunciar o esquema que inclui Michel Canals e Nicolas Figueiredo, gestores e mentores da sociedade suíça Akoya. O branqueamento de dinheiro (leia-se milhões de euros) acontecia pelas mãos destes dois gestores e as dúvidas começaram a levantar-se. Mais de um mês antes do escândalo que envolve algumas empresas do Grupo Espírito Santo (GES), os suíços abriram as contas de Ricardo Salgado ao Ministério Público (MP) português, conta o Diário de Notícias (DN).

Parece que as décadas de enorme sucesso como job creator foram feitas sem prova de acesso em ética nos negócios e nota máxima em tráfico de influências.

Tudo alegadamente, claro, que eu não acredito em coisas esquisitas e muito menos em responsabilização por eventuais danos causados.

Isso são coisas para consumo escolar.

… no acesso às negociatas do regime.

BPI com prejuízos de 106,6 milhões de euros no primeiro semestre

Resultados do banco foram penalizados por menos-valias na venda de dívida portuguesa e italiana.

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