O Feudalismo


 

às duas reclamações que eu apresentei relativamente a me terem aparecido dívidas numa noite de cristal.

 

Está bem que tais supostas dívidas, com ameaças de penhora, foram cremadas – mas eu quero que a história apareça escrita!

Pim!

 

Jaime Ramos vende prédios à Fundação PSD de que é administrador

É a governação com “rosto humano” de que o Papa madeirense ontem falava na revista do Expresso.

E haverá imbecis que ain da aplaudem, não percebendo que há estradas em que é melhor não ter companheiros de ocasião.

 

Coitados dos alunos pins a que(m) regressa!

 

 

O que é feito daqueles paquistaneses que eram enviados aos comícios do ps catar umas sandocas? Vo(l)tarão agora nas directas?

 

Quando os lacões começam a abandonar o barco…

pelas gravações?

Não duvido das mentiras da cratoequipa, mas nutro suspeitas das verdades aos berros, especialmente se de gravador telemóvel em riste.

Incompatibilidade social.

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Será assim no resto do país? Ou voltámos ao feudalismo do período alçado?

Assunto: Distribuição de serviço letivo 2012-2013
Data: Thu, 26 Jul 2012 13:04:33 +0100
De: Direção (DREN) <direcao@dren.min-edu.pt>

Exmo(a) Senhor(a)

Diretor(a) Presidente de CAP

Tendo sido levantadas algumas dúvidas por escolas/agrupamentos de escolas sobre a distribuição de serviço  letivo, envia-se, em anexo, documento com esclarecimentos que têm sido transmitidos às escolas e aos docentes, pela Direção Geral de Administração Escolar.

Dá-se nota também que as “Orientações para a distribuição do serviço letivo”, de 17 de  julho, têm como especial referência o disposto no Decreto-Lei nº 139/2012, de 5 de  julho, e no Despacho normativo nº13-A/2012, de 5 de  junho, devendo-se prevenir uma correta distribuição de serviço letivo .

Com os melhores cumprimentos.

João Grancho

Diretor Regional

DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO NORTE
Rua António Carneiro, 98
4349-003 Porto, PORTUGAL
TEL + 351 225 191 900 FAX + 351 225 191 999
www.dren.min-edu.pt

Anexo: ESCLARECIMENTO ART 79 E QZP-1.

O secretário de Estado dos Transportes anunciou esta quarta-feira que a partir de 2012 os veículos pesados de mercadorias terão um desconto de 10% durante o dia e 25% à noite nas portagens das antigas SCUT.

Não há moralidade – porque os pequenos pagam por si e pelos grandes. Nunca mais colocarei lá uma roda.

Prémio monetário de mérito

Categoria: Divulgação

O desenvolvimento da cultura de mérito e o aprofundamento do reconhecimento daqueles que pelo seu esforço e competência se destacam deve fazer parte da vivência das nossas escolas. Só assim se torna concretizável um maior envolvimento de interacção entre alunos, que permita o aprofundamento de práticas de solidariedade e de ajuda entre si, de modo a que aqueles que mais se salientam pelo mérito, possam activamente contribuir para o crescimento dos seus pares.

Deve o sistema educativo, centrado no aluno, desenvolver na comunidade escolar o espaço de aprendizagem privilegiado, um espaço social e cultural que contribua para o crescimento saudável dos nossos jovens, instituir a cultura das boas práticas e premiar os melhores, de modo a que o seu exemplo constitua um forte incentivo aos menos motivados ou empenhados.

Por sua vez, o actual estado da nossa economia deve ser aproveitado para criar novas dinâmicas relacionais de partilha entre toda a comunidade educativa, envolvendo cada agente de modo a que sinta a escola como o seu espaço.

Nesse contexto, o Ministério da Educação e Ciência manterá a prática de reconhecimento especial dos alunos dos cursos científico-humanísticos, cursos profissionais e cursos tecnológicos das escolas da rede pública, da rede privada e cooperativa com contratos de associação e das escolas profissionais, que relativamente a cada um dos cursos tenha obtido a melhor classificação final de conclusão do ensino secundário, calculada nos termos do Despacho n.º 20513/2008, publicado na 2.ª série, n.º 150, de 5 de Agosto de 2008.

Contudo, tal atribuição constituirá uma nova prática especialmente vocacionada para o desenvolvimento dos necessários valores de partilha e de solidariedade.

Para a sua efectivação é necessário introduzir alterações ao Despacho n.º 20513/2008.

Assim, determino, no desenvolvimento do disposto na alínea c) do artigo 13.º da Lei n.º30/2002, de 20 de Dezembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro e ainda o disposto no Despacho n.º 17931/2008, de 26 de Junho, o seguinte:

1 – Aos alunos premiados deverá ser entregue um diploma alusivo à distinção concedida, conforme consta no n.º 6 do artigo 2.º do Regulamento de Concessão do Prémio de Mérito publicado no Anexo I.

2 – O valor pecuniário indicado no n.º 1 do artigo identificado no número anterior é, por indicação do ou dos alunos premiados, afecto à aquisição de materiais ou a projectos sociais existentes na escola.

3 – Cabe ao Conselho Pedagógico elencar as diversas necessidades sobre as quais recairão as escolhas dos alunos premiados.

4 – A entrega do montante será efectuada durante o primeiro período lectivo.

28 de Setembro de 2011
.

Na DRE Alentejo também se anuncia o mesmo.

Pelo Algarve faz-se o seguinte intróito:

Prémio de Mérito – Alteração ao despacho n.º 20513/2008, de 5 de Agosto

Divulga-se texto do despacho, a aguardar publicação, relativo às alterações ao normativo legal que regula a atribuição do Prémio de Mérito.

A partir de meio da passada semana foi aqui sendo dado conhecimento das irregularidades e desconformidades entre diversas indicações para o arranque do próximo ano lectivo, desde o caso dos EFA ao das instruções todas baralhadas da DGIDC, que até remetem para legislação revogada.

O Público chegou ao tema na 6º feira, o JN no domingo e o I apenas hoje. Eu sei que aquilo parecia brincadeira e que ao fim de semana é difícil obter confirmações, muito menos em on.

De qualquer modo, ficou documentada por aqui a evolução da situação, entre posts e comentários. Sendo que tudo dá a sensação de cada serviço do ME estar entregue a si mesmo ou, em alternativa, estar a fazer os possíveis por confundir as escolas ao máximo.

Em qualquer dos casos temos o que eu tenho chamado uma espécie de feudalismo nesta matéria, sendo que é um modelo de feudalismo em que cada senhor(a) faz o que bem entende e só mantém uma obediência vaga e simbólica ao topo da pirâmide.

Ao mesmo tempo, nas escolas começa a campear alguma confusão, por vezes resolvida na base da incompetência ou do atropelo dos direitos dos docentes. Os poderes intermédios (DRE) funcionam em regime estival, mas tentam dar alguma coerência regional ao que se vai fazendo. Mas tão só isso.

Começa a ser tempo de transmitir algum sentido a tudo isto. Ao que parece a SE para o Ensino Básico e Secundário inexiste na prática ou despacha tarde e a más horas, a reboque da situação, ajudando à confusão.

Mau começo, muito mau começo. A impreparação para lidar com as situações concretas do arranque de um ano lectivo e os labirintos dos serviços ministeriais e respectivas (in)competências começa a dar demasiado nas vistas.

Caro Paulo
Já não entendo nada.
Ainda na quinta feira recebemos este e-mail na escola oriundo da DREC. Temos a distribuição feita contemplando 8 turmas EFA de nível secundário e 3 de nível básico e preenchemos a aplicação informática de indicação da componente lectiva com esses dados.
A.

Pode divulgar à vontade

Exmo.(a) Sr.(a) Director(a)/ Presidente da Comissão Administrativa Provisória

Na sequência das orientações enviado à ANQ por parte do Gabinete de Sua Excelência a Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, informamos que as ofertas de dupla certificação de jovens e adultos integradas no Sistema Nacional de Qualificações (CEF, EFA, Cursos Profissionais e formações modulares certificadas) não sofrerão qualquer alteração para o próximo ano lectivo, pelo que as Escolas deverão preparar o ano lectivo como estava previsto.

Com os melhores cumprimentos,

A Directora Regional
Helena Libório

Cursos só vão funcionar quando houver financiamento comunitário

Ministério suspende novas turmas para adultos

O Ministério da Educação suspendeu a abertura de novas turmas para ensino de adultos, que fica agora dependente de garantia de financiamento comunitário. No ano lectivo passado havia mais de 78 mil pessoas inscritas neste sistema.

A DGIDC enviar regras para a elaboração de horários no dia 29 de Julho com indicações que, a serem cumpridas, levariam a refazer horários previstos até dia 28 de Julho, de acordo com as determinações da DGRHE para comunicação das situações de ausência de componente lectiva?

Boa noite, Paulo Guinote
Este email chegou hoje ao email institucional da minha escola, às 18h22, proveniente da DGIDC.
Leia e divulgue pois parece-me que tem pano para mangas pois vai fazer muito estrago.
O DL 18/2011 (e não o DL 8/2011, conforme está escrito) foi revogado pela Assembleia da República mas as orientações do ME para a nova carga horária que foram colocadas no sítio do ME não têm força de lei. Pelos vistos nem um Decreto-Lei que já foi revogado pela Assembleia da República. E com o DL 18/2011, EVT é leccionada por …. 1 professor.
Cumprimentos.

——– Mensagem Original ——–

Assunto: Preparação do ano lectivo 2011/2012 –
Data: Fri, 29 Jul 2011 18:22:36 +0100
De: DGIDC <dgidc@escolas.min-edu.pt>
Para: todos@escolas.min-edu.pt

Exmo.(a) Senhor(a) Director(a)/ Presidente da CAP,

Na sequência do Despacho/Informação n.º 10/DF/SEEBS/2011, de 29 de Julho de 2011, de S. Exa. a Senhora Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, e no sentido de assegurar as condições necessárias à preparação do ano lectivo de 2011 e 2012, informa-se o seguinte:

1.    Para o ano lectivo 2011/2012 vigoram as cargas horárias divulgadas no Decreto-Lei 8/2011 e Decreto-lei n.° 50/2011 de 8 de abril.

2.    A distribuição do serviço letivo deve obedecer ao estipulado nos artigos 2° e 3º do Despacho 5328/2011 de 28 de março, a partir da avaliação realizada nos termos do artigo 16° do mesmo diploma.
Mantém-se em vigor o Despacho 14026/2007 de 3 de julho com a redação que lhe foi conferida pelo Despacho 13170/2009.
Embora esta seja uma competência do Conselho Pedagógico, reiteram-se alguns princípios a ter em conta, na elaboração dos horários dos alunos:

·         As disciplinas de línguas estrangeiras e de Educação Física não devem ser lecionadas em dias seguidos;

·         Sempre que as atividades escolares decorram no período da manhã e da tarde, o intervalo do almoço não poderá ser inferior a uma hora para estabelecimentos de ensino dotados de refeitório e de uma hora e trinta minutos pare os restantes;

·         O horário deve ter uma distribuição letiva equilibrada, de modo que não existam dias muito sobrecarregados;

·         Nos dias com um maior número de aulas os horários deverão ter uma distribuição onde se integrem disciplinas de carácter teórico e disciplines de carácter prático;

·         No mesmo dia, o número de aulas curriculares não deve ultrapassar 4 blocos de noventa minutos = 8 tempos lectivos de quarenta e cinco minutos.

·         Na distribuição da carga lectiva semanal deve evitar-se a existência de aulas isoladas e de tempos lectivos desocupados.

3.    A decisão das questões relativas às alíneas a), b) e f), do Anexo III do Decreto-Lei 8/2011 compete aos órgãos próprios da escola, respeitando o disposto nas mesmas. No caso da alínea f) do anexo acima citado a carga horária é distribuída pela Língua Portuguesa ou Matemática ou para atividades de acompanhamento do estudo. Assim, não pode ser usada para o reforço da carga horária de outras disciplinas.

4.    No ensino artístico especializado será publicada, brevemente, uma alteração legislativa à Portaria 691/2009, com vista a assegurar a:

·         Harmonização das cargas horárias das áreas disciplinares de Língua Portuguesa e Matemática entre o ensino regular e o EAE da Música, Dança e Canto Gregoriano, nos 2° e 3° ciclos, e das Línguas Estrangeiras, no 3º ciclo, com o ensino regular;

·         Manutenção da área não disciplinar de Formação Cívica;

·         A exclusão da Oferta de Escola, apenas aplicável ao Curso Básico de Dança.

5.    Para implementação dos novos PPEB estipula-se o seguinte:

·         Todos os professores de Língua Portuguesa/Português continuem a usufruir de um bloco de 90 minutos da componente não lectiva, no seu horário escolar, destinado à realização de sessões de trabalho comum;

·         Os professores que receberam formação sobre o novo PPEB nos anos lectivos anteriores (2009/2010 e 2010/2011) utilizem o bloco de 90 minutos da componente não lectiva, no seu horário escolar, para acompanhamento das sessões de trabalho e esclarecimento de eventuais dúvidas dos seus colegas.

Com os melhores cumprimentos

A Directora-Geral da DGIDC

     (Alexandra Marques)

Pedro Santos Guerreiro no Jornal de Negócios quando quer e sabe do que escreve… é cirúrgico:

O albergue espanhol

António Nogueira Leite não vai sentir falta de escrever para o blogue “Albergue Espanhol”. Porque acaba de entrar num. A administração da Caixa é uma combinação, explosiva e imprudente, de cabeças de cartaz.

A nomeação da administração da CGD é muitas vezes o teste do ácido de um governo estreante. Para medir a sua partidarização. Para contar os “boys”. Neste caso, isso é até o menos. O mais é a falta de experiência e os conflitos de interesses.

Neste momento, a DGRHE obedece (ainda) a que senhore(a)s?

Barcelos: escola inaugurada em 2009 e que custou 1 ME vai fechar dentro de um ano

Barcelos, 30 jun (Lusa) — A escola do 1º ciclo de Minhotães, em Barcelos, inaugurada em setembro de 2009 após um investimento de um milhão de euros, vai fechar no final do próximo ano letivo “por falta de alunos”, informou hoje municipal.

O encerramento é contestado pela Junta de Freguesia (PSD) e pelos pais e encarregados de educação, que alegam que aquela é “uma escola modelo” e lembram que neste ano foi frequentada por 49 alunos (37 no 1º ciclo e 12 no pré-primário), pelo que prometem lutar para que continue aberta.

Em declarações à Lusa, a vereadora da Educação na Câmara de Barcelos, Armandina Saleiro (PS), admitiu que a construção daquela escola “foi um erro” face “ao forte decréscimo da natalidade” registado no concelho.

… chamava-se a isto dever de protecção. O suserano directo tinha o dever de proteger o vassalo em caso de perigo, sendo que o vassalo tinha o dever de trabalhar sempre em prol do bem-estar do seu suserano. Não se praticava apenas entre nobres e plebeus, mas também entre os vários níveis de nobres senhores:

A Lemos-Capucha connection a todo o vapor…

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