O Espírito Santo De Casa


… pois o actual PR diz que apenas repetiu o que outros lhe disseram e, como sabemos, um PR limita-se a fazer repetições sem avaliação.

O Presidente da República entende que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo isto depois de Cavaco Silva ter recebido todas as garantias do Banco de Portugal.

«O Banco de Portugal tem sido peremtório e categórico a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo dado que as folgas de capital são mais que suficientes para cumprir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa», afirmou Cavaco Silva.

Na primeira declaração que fez após a crise do BES, o chefe de Estado considerou ainda que «de acordo com a informação que tenho do Banco de Portugal, considero que a atuação do banco e do governador tem sido muito correta».

Isto significa, pois, que não podemos confiar nas garantias do Banco de Portugal, correcto?

Repórter TVI: «Em nome dos Espírito Santo» (parte I)

Uma grande reportagem de Fernanda Teixeira, com imagem de Bernardo Magalhães, edição de Miguel Freitas e grafismo de Ricardo Rodrigues. Segunda parte passa no Jornal das 8 de terça-feira.

Horta e Costa. Avaliação da Escom era um “bocadinho salgada”

Esta família Horta e Costa está em todas.

… ouvir à porta fechada o tipo que sabe quem mandou fazer e como foi feita a tramóia.

Pub20Dez14

Público, 20 de Dezembro de 2014

Álvaro Sobrinho diz que 3300 milhões não saíram de Portugal

Tinham todos posições e títulos altissonantes mas, a a creditar nos próprios, não passavam de um bando de idiotas.

Chairman da Rioforte invoca desconhecimento da situação do GES

Estarolas

Ricciardi a triturar Salgado na Comissão Parlamentar é um espectáculo de tal calibre que até o deputado Miguel Tiago parece ficar sem saber o que dizer, pois o inquirido dá toda a impressão de querer ir à jugular do primo com mais fome do que qualquer empedernido comunista pela manhã.

TheBoldAndTheBeautiful

… de todos aqueles que são obrigados a (ver) interrogar quem encaravam como futuro patrão ou patrocinador ou…

Estive a ouvir a prelecção inicial.

Muito pedagógica e percebe-se que vai explicar tudo ou quase à Sócrates. A culpa foi lá de fora, eu fiz o que pude até que subitamente me tiraram o tapete.

Ainda é capaz de ganhar mais um doutoramento honoris causa, oferecido pelo Duque do Quelhas.

Alguns directores do Novo Banco foram constituídos arguidos após buscas policiais

PJ faz buscas a casa de Salgado e a área de informática do Novo Banco/BES no Taguspark

Só uma coisa… a esta altura da liga dos penúltimos ainda haverá alguma coisa que não tenha sido triturada ou deletada em condições?

Eu percebo que quem pagou tanta publicidade em tanto órgão de comunicação social, agora sinta que são uns ingratos ao andarem atrás dele…

Ricardo Salgado: “Estamos perante uma desleal e inusitada tentativa de se fazer um julgamento público e mediático”

Isso é que interessa saber…

Salgado transferiu milhões de euros através de “offshore”

 

… e acho ainda melhor que ele explique como é que cozinhou a queda de Santana e a produção do anterior PM, assim como do actual, bem como de muitas outras coisas relacionadas com as privatizações, etc, etc…

Ricardo Salgado: “Vou lutar pela honra e dignidade, minha e da minha família”

… cobre este nosso Hogwarts a partir de dois pontos que se tocam e entrecruzam múltiplas vezes.

Enquanto não soubermos quando quem soube o quê acerca do pântano Espírito Santo -e Ricardo Salgado será a figura chave de todo este processo e não me parece que tenha o perfil de um Oliveira e Costa, destinado a levar com todo o ónus das maldades – não poderemos saber em quem confiar no nosso rico mundinho das finanças, política e jornalismo.

Para uma abordagem do assunto, com uma profundidade que me é impossível fica aqui a referência a um belo posto do Portugal Profundo.

Mas há algo que salta à vista do cego mais distraído… há muita gente que soube muita coisa em devido tempo, que não agiu como seria de esperar atendendo à sua “missão na sociedade”, isto para não falar de quem beneficiou directamente ou se usou dos meios espirituais para os seus negócios, sem se ralar com tudo o resto.

Esteja-se a falar de fluxos financeiros publicitários, apoios preferenciais a negócios ou outras coisas.

As ramificações, europeias ou tropicais, dos ditos negócios devem atingir muito mais gente – e a um nível muitíssimo alargado – para que as coisas se saibam sem “riscos sistémicos” para a democracia que temos. Penso mesmo que este polvo particular, se implodisse, representaria uma limpeza maior do que qualquer revolução sanguinolenta.

Por outro lado, temos quem fez o jeito às “instituições” de ficar com o bico calado durante o tempo considerado indispensável para fazer controlo de danos, varrer armas fumegantes para debaixo de alcatifas de betão e outras habilidades sempre essenciais nestes casos.

Mas, claro, isto é tudo um suponhamos.

devil

How To Rip Off A Country, Espirito Santo Style

O tio Aníbal já se esqueceu de todas aquelas coisas bacocas sobre boa e má moeda… agora já só usa notas do Monopólio.

13 de Julho:

Passos avisa que contribuintes não podem pagar pelos erros dos bancos

2 de Agosto:

EXP2Ago14

Expresso, de de Agosto de 2014,

Pois é, meu caro André, bem dizia eu que a insurgência já teve melhores dias… é cada tiro, cada melro…

Não existe qualquer capacidade (não vou ser mau ao ponto de dizer que é vontade) de se ser objectivo quando – apesar de uma boa carreira – se almeja algo mais (e pimba, esta foi para devolver a outra picadela) e isso é, no fundo, quase a razão de ser de certos bloggers (que não o andré, mas por vezes quase parece…).

E digo isto porque, se deixei de ter qualquer respeito pelas vocalizações do PM, ainda há no seu “círculo” quem eu preze pela inteligência que sempre aparentou ter…

 

… mas evitem recorrer ao espirito santo, porque o que tinha a dar já deu ao engenheiro e a este que está, ainda antes de ter estado. E nós é que pagaremos tudo, digam o que disserem e eles já o sabem há muito.

A capa da Sábado é  só fumaça, para encobrir outros fumos. Alguns tropicais.

… e começa a aflorar levemente algumas das questões essenciais para compreendermos o pântano em que vivemos e que alimenta as criaturas que nos desgovernaram e desgovernam.

Resta colocar os nomes, com clareza, a quem beneficiou, porquê e para quê.

ExpEcon26Jul14

Nicolau Santos, Expresso-Economia, 26 de Julho de 2014

Página seguinte »