O Almofadinha


 

Coitados dos alunos pins a que(m) regressa!

 

esegur

Mexia quer saber para que serve a CGD

Quanto à CGD serve para dar emprego a economistas liberais. Em especial os que exibem um certo spleen… e ameaçam pirar-se.

Mas descobrem que o melhor é beberem da teta do Estado que afirmam abominar.

  • A Aldeia dos Macacos.

“Compromisso para uma Nação forte” -oh relvas oh relvas badajoz à vista…

  • A Essência da Pólvora:

As Receitas do Conselheiro Miguel “corta” Relvas

  • Delito de Opinião:

O número dois que se vê

  • KoisasiLoisas:

O marquês Relvas…

  • Mainstreet:

Manifesto Anti-Relvas

  • O Bacteriófago:

A magnífica reforma do ministro Relvas

  • O Bar do Alcides:

Miguel Relvas – “O Político Cagão”!

  • O Cavalheiro da Imaculada:

Exemplar impresso do programa do governo, comparado por alfarrabistas a primeira edição do livro contemporâneo mais caro do mundo, “Michelangelo – La Dotta Mano”

Recolha (em desenvolvimento) do Livresco.

Os relvettes são imensamente menos engraçados do que foram, em seu tempo, as santanettes.

Relvas: Grécia deve seguir caminho de Portugal e Irlanda

O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, defendeu, em entrevista ao jornal espanhol ABC, que a Grécia “deve seguir o caminho” de Portugal e Irlanda, que “aplicaram as políticas corretas no momento adequado”.

Vou tentar ainda hoje ler a magnífica entrevista em castelhano, só para apreender um pouco do brilho do pensamento deste enérgico e temperado a aço homem de Estado.

Que é difícil de encontrar entre nós, quase tão difícil como o ministro Portas, só sendo possível encontrar entrevistas suas na imprensa internacional.

… ao jornal angolano O País. São tantas as pérolas de tão sagaz governante que me escuso a individualizá-las, pois a tarde não chegaria.

Bem… fica uma:

Há uma saída de jovens quadros portugueses para Angola, Brasil, Estados Unidos, Austrália e também para a Europa etc. Acredita que algum dia esses quadros possam voltar a Portugal?

Esses movimentos são ditados pelas conjunturas económicas e sociais. Representam sempre uma perda momentânea para o país de origem pois é “inteligência” que está ao Serviço de outras economias.

É nossa motivação tudo fazer para criar as condições para que essa juventude e esses quadros possam regressar tão breve quanto possível, pois temos a convicção que os recursos humanos são a maior riqueza de qualquer Pais e que esta é a geração mais bem preparada da história recente de Portugal.

Pois… o problema é a impreparação para outra coisa que não o empreendedorismo no Brasiu.

É verdade. O ministro Relvas nomeou um qualquer grupo de trabalho para estudar o impacto dos jogadores estrangeiros no futebol português. Algo que se consegue saber pela consulta desatenta dos diários desportivos.

Mas ele nomeou, eles dizem que fizeram um estudo, que concluíram evidências e que é preciso fazer aquilo que se sabe há décadas em qualquer conversa de colectividade ou esplanada: é importante apostar nos jovens jogadores portugueses.

Aguardam-se agora novos estudos, como aquele que o ministro Relvas encomendou para oferecer, como prenda de novo ano à ministra Assunção Cristas, sobre as vantagens do uso das ceroulas para as poupanças energéticas nas reuniões no seu ministério.

Logo a seguir está agendada a divulgação das conslusões de uma análise sobre o impacto da gravidade lunar nas marés junto às Berlengas e o seu contributo para a erosão de uma parcela importante da nossa costa.

O ministro Relvas pensa em tudo. E assim vai ocupando amigos, conhecidos e primos das empregadas de limpeza dos vizinhos.

… é para os escolhidos.

CIP congratula-se com utilização da “almofada” no défice para pagamento de dívidas do Estado

Repito o que já escrevi: é um bocadinho coiso andar a falar em estímulo da economia com base no dinheiro por conta dos futuros aposentados…

A ignorância e as mentiras de Miguel Relvas

Jardim dispensa funcionários para assistirem à tomada de posse

É nestas alturas que a miudagem se encolhe…

Pensando bem… todos se tem encolhido…

… para me irritar ainda mais depressa do que o clone original.

“Não há almofadas” para manter um subsídio na Função Pública

O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares voltou a sublinhar que “este é um orçamento sem folgas”.

Será que me é permitido insinuar alguma coisa sobre onde poderiam ser colocadas certas almofadas?

Ou não?