Não?


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Manifestação na Ponte Salazar? E se aproveitassem e fizessem uma – em vez de mudarem nomes?

Os sentimentos que mais doem,
as emoções que mais pungem,
são os que são absurdos –
a ânsia de coisas impossíveis,
precisamente porque são impossíveis,
a saudade do que nunca houve,
o desejo do que poderia ter sido,
a mágoa de não ser outro,
a insatisfação da existência do mundo.
Todos estes meios tons da inconsciência da alma
criam em nós uma paisagem dolorida,
um eterno sol-pôr do que somos…
O sentirmo-nos é então um campo deserto a escurecer,
triste de juncos ao pé de um rio sem barcos,
negrejando claramente entre margens afastadas.

[Bernardo Soares]

Deportação?

Cheira-me a pinto da …

Como é que, sendo tão crítico das atitudes, profe Marcelo, me fazes a desfeita de andares por aí a repetir “quaisi, quaisi“?

Entusiasmo.

Antes de se tornarem bois boys bóis. Com ou sem iscas.

Por questões de respeito para com grandes amigas e amigos que por lá andarão, não comentarei notícias como esta. Pelo menos até domingo, quando se fizer o balanço & contas. Por enquanto, espero que tudo corra bem. A sério.

Diz hoje David Chadwell numa entrevista na Sábado, acerca de rapazes e raparigas nas escolas. É capaz de ser verdade, mas se calhar as desvantagens em outras áreas, que não as estritamente académicas, são mais importantes do que que as vantagens.

Digo eu, que sou suspeito, pois só vi marmanjo na sala até ir para o ciclo.