Nacional-Porreirismo


… e o seu cruzamento com o novo regime de avaliação do Ensino Básico ainda o torna mais assim, em tudo o que envolve o encaminhamento das situações de falta (injustificada) de assiduidade e posteriores consequências, nomeadamente no que se relaciona com os alunos que fiquem retidos em anos de escolaridade não terminais.

Tentem, por exemplo, articular o artigo 21º da Lei 51/2012 com a alínea f) do nº 3 do artigo 9º do despacho normativo 24-A.

Mas não é essa a única situação menos clara.

O que chateia é que, no fundo, a maior parte das pessoas anda a remendar soluções de recurso em cima de legislação feitas com escassos entido e quase nenhuma ligação à realidade terráquea.

Com o devido respeito por quem lá trabalha, se o Estatuto de Aluno, no que à assiduidade e comportamento diz respeito, fosse devidamente respeitado, as CPCJ implodiriam, explodiriam e entrariam em órbita em poucas semanas.

Mas a verdade é que professores, directores de turma e escolas andam a tresler e a reinterpretar a legislação para não encontrarem o que lá está, para evitar que tudo isto desabe.

Confesso que não percebo bem porquê, pois o MEC não merece que se ande a encobrir a porcaria que vai fazendo com assinalável regularidade.

O que eu gostava de saber é quanto custo a não certificação.

Centro Novas Oportunidades da EHTA não certificou qualquer adulto entre 2007 e 2011, diz o CDS/PP

O centro Novas Oportunidades (CNO) da Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve (EHTA) “não certificou profissionalmente qualquer adulto entre 2007 e setembro de 2011”, entre os 235 que iniciaram a formação, revelou a comissão política distrital do Algarve do CDS/PP.

A estrutura regional dos centristas respondeu, em comunicado, às críticas do deputado socialista Miguel Freitas, que no início da semana revelou que mais de mil pessoas ficariam afetadas com a extinção do CNO da escola algarvia, decretada pela secretária de Estado do Turismo.

Estado perde 2,4 mil milhões de euros com negócio BPN

O Governo prevê perder com o BPN 2,4 mil milhões de euros, segundo o comunicado divulgado hoje, domingo, pelo Ministério das Finanças.

“Valor que propusemos é adequado”

Luís Mira Amaral, CEO do BIC Portugal, considera que o montante de 40 milhões oferecido pela compra do BPN é “adequado”.

… será que B pode avaliar A?

El jefe del primer banco portugués ofreció a EE UU informar sobre Irán

Los cables diplomáticos afirman que el presidente de Millennium BCP intentó, con el conocimiento del Gobierno portugués, un acuerdo con Estados Unidos para hacer negocios en Irán a cambio de ciertas labores de inteligencia.

La relación entre negocios y política transita a veces por el filo de la navaja. Carlos Santos Ferreira, presidente del Banco Comercial Portugués, conocido como Millennium BCP, primera entidad privada del país, intentó cuadrar intereses tan contradictorios como hacer negocios con Irán sin que ello afectara la excelente relación de Portugal con Estados Unidos. Para ello, propuso poco menos que hacer labores de espionaje al servicio de EE UU, al proponer desembarcar en Irán y, a cambio, ofrecer a Washington información de las actividades financieras de la República Islámica. La operación, según un despacho remitido en febrero de este año por la Embajada estadounidense en Lisboa, cuenta con el conocimiento del primer ministro portugués, José Sócrates, y de miembros de su Gobierno.

O documento pode ser lido aqui.

Mas, por acaso, tamanha boa vontade não se estendeu a quem deu aulas mas não alinhou até ao fim na palhaçada e ficou sem ser avaliado. Por acaso, foi a única coisa que pedi a um dos negociadores preferenciais – que não deixasse ninguém para trás – mas é claro que a pessoa tem mais facilidade em recordar-se quando se trata de si mesmo à mesa das negociações.

Professores que Lurdes Rodrigues não quis avaliar podem progredir na carreira este ano

Quem estava fora das escolas não podia ser avaliado, mas Isabel Alçada não só corrigiu a situação como veio agora permitir que os efeitos ocorram antes de eventuais “congelamentos”.

Encontrado aqui.

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